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Como se fosse uma asset Novo presidente da Petros quer adotar mecanismos utilizados por empresas de asset no processo de investimentos do fundo de pensão

Walter Mendes, da Petros
Walter Mendes, da Petros

Edição 286 

Na esteira da profissionalização da governança de fundos de pensão de estatais, a indicação de Walter Mendes para a presidência da Petros é provavelmente o principal e mais atual exemplo. Com uma longa trajetória de 30 anos na indústria de assets, com atuações pelo Unibanco, Schroders e Itaú, o executivo conhece muito bem o setor de fundos de pensão. Ele atuou no relacionamento com investidores institucionais por onde passou, principalmente na gestão e oferta de estratégias de renda variável. “Sempre

Agora vem o risco das reformas Confirmado o processo de impeachment, agora o principal risco é o da postergação da PEC dos gastos públicos e da Reforma da Previdência

Julio Callegari, do JP Morgan
Julio Callegari, do JP Morgan

Edição 285

O processo de reprecificação dos ativos no mercado brasileiro que atingiu tanto a classe de renda variável, como também a de renda fixa, está atualmente entre 60% a 70% concluído. Para que ele prossiga, é preciso que o governo encaminhe as reformas que se propôs a fazer, como a PEC que impõe um teto para a expansão dos gastos públicos, e a Reforma da Previdência, diz Julio Callegari, responsável pelas estratégias de renda fixa na JP Morgan Asset Management.
Embora um dos principais riscos ao entusiasm

Necessidade de novo modelo Brasil deve buscar novo modelo de regulação e financiamento para atrair investimentos de institucionais e modernizar a infraestrutura

Cláudio Frischtak, do International Growth Center no Brasil
Cláudio Frischtak, do International Growth Center no Brasil

Edição 284

Um dos maiores especialistas em projetos de infraestrutura no país, ex-economista do Banco Mundial, Cláudio Frischtak defende um novo modelo regulatório e de financiamento para a infraestrutura. Ele critica o modelo utilizado nos governos anteriores, principalmente sob o comando da presidente Dilma Rousseff, baseado no controle estatal (PAC 1), em um primeiro momento, e do poder de decisão das construtoras e empreiteiras em um momento posterior (PAC 2).
Diretor do International Growth Center no Brasi

Impactos negativos do Brexit Embora ainda persista uma série de incertezas, adiamento de investimentos e gastos sociais devem prejudicar crescimento da região

Lucy O'Carroll, da Aberdeen
Lucy O'Carroll, da Aberdeen

Edição 283

A incerteza sobre quais serão as consequências da saída do Reino Unido da União Europeia, por si só, já deve ser o suficiente para reduzir o crescimento econômico da região, à medida que os gastos sociais e investimentos corporativos devem ser adiados. Além disso, até mesmo o próprio projeto do bloco único do velho continente pode estar em risco, uma vez que a saída do Reino Unido pode levar outros países a adotar o mesmo caminho. Ao menos essa é a visão de Lucy O’Carroll, economista-chefe da asset escoces

Impulso para a infraestrutura Novo presidente da Anbima prioriza elaboração de propostas tributárias para incentivar financiamento de longo prazo pelo mercado de capitais

Robert Van Dijk, da Anbima
Robert Van Dijk, da Anbima

Edição 282

Ao assumir a presidência da Anbima, Robert Van Dijk e a nova diretoria decidiram priorizar dois temas centrais: as reformas Tributária e da Previdência. Para isso criaram duas frentes de trabalho para elaborar propostas dirigidas sobretudo ao novo governo de Michel Temer.
A frente de trabalho da Reforma Tributária está funcionando a todo vapor, tendo realizado cinco reuniões em um período de pouco mais de um mês. Nesta frente, elegeu o tema do financiamento da infraestrutura. Neste momento, Van Dijk

Regras de transição curtas Idade mínima crescente e desindexação ao salário mínimo são mudanças defendidas pelo novo secretário de Previdência da equipe de Meirelles

 Marcelo Abi-Ramia Caetano, secretário de Previdência
Marcelo Abi-Ramia Caetano, secretário de Previdência

Edição 281

Uma semana antes do anúncio do nome do economista Marcelo Abi-Ramia Caetano como novo secretário de Previdência da equipe do Ministro da Fazenda Henrique Meirelles, a revista Investidor Institucional fez uma longa entrevista com ele, que até então, era pesquisador do Ipea – Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas. Naquele momento, Caetano passava férias no exterior e seu nome ainda não estava cotado para a função. Agora tem um grande trabalho nas próximas semanas: elaborar a proposta de reforma da Prev

Menor reajuste em 12 anos Negociações salariais geram menor ganho real desde 2004; desemprego e desindustrializaçao provocam deterioração do mercado de trabalho

José Silvestre Prado, do Dieese
José Silvestre Prado, do Dieese

Edição 280

Depois de uma fase de reajustes salariais mais altos, entre 2010 e 2014, a remuneração no mercado de trabalho na economia brasileira sofreu o primeiro revés negativo no ano passado. A média de ganho real ficou em 0,23%, o pior resultado dos últimos 12 anos, segundo levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos). Em 2015, 18% dos reajustes salariais, de um total de 708 negociações, ficaram abaixo da inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC). Ape

Adeus aos benchmarks Novo sistema para avaliação dos investimentos troca índices de mercado por indicadores de contribuição de cada classe de ativos aos planos

Decio Bottechia, da Previ
Decio Bottechia, da Previ

Edição 279

Décio Bottechia é o primeiro diretor da Previ que é participante do Plano Futuro, de contribuição variável. Diretor eleito para a área de planejamento (Dipla) do maior fundo de pensão do país, o dirigente está propondo uma série de mudanças na avaliação das carteiras de investimentos da fundação e nos planos de benefícios. Na avaliação dos investimentos, Bottechia e os profissionais de sua área, entre eles, o gerente de políticas de investimentos e cenários, Marcos Aurélio de Abreu, estão propondo uma nova

Pontos de atenção O novo superintendente da Previc fala sobre os trabalhos da CPI, aumento do déficit do sistema e os resultados abaixo das metas atuariais

José Roberto Ferreira, da Previc
José Roberto Ferreira, da Previc

Edição 278

O crescente déficit dos fundos de pensão e o momento delicado do sistema, que enfrenta investigação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), estagnação de novos planos e adesões e resultados dos investimentos bem abaixo das metas atuariais, são pontos de atenção que colocam todo o sistema à prova. Mas, apesar das dificuldades, o sistema de fundos de pensão continua sólido e viável. Essa é a opinião do novo titular da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), José Roberto Ferrei

Vantagem para a Argentina Analistas da Moody’s explicam melhora da perspectiva do rating argentino e a revisão para o downgrade da nota da dívida soberana do Brasil

Gabriel Torres, responsável pelo rating soberano da Argentina
Gabriel Torres, responsável pelo rating soberano da Argentina

Edição 277

Diferente do futebol, não dá para falar em disputa acirrada entre Brasil e Argentina quando o assunto é rating. A nota da dívida soberana brasileira, Baa3 dado pela Moody’s, ainda é muito superior à da Argentina, que é Caa2. Nosso país vizinho ainda enfrenta o sério problema com o default dos ativos em mãos de credores internacionais, chamados de holdout. Há porém, uma diferença importante na direção dos ratings dos dois países neste final de ano. Com a vitória do oposicionista Mauricio Macri na eleição pr