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Executivos operam remotamente | Em quarentena, executivos demandam mais os serviços das plataformas de informações financeiras e bases de dados de investimentos

Os serviços de informação financeira, que fornecem desde cotações de empresas negociadas em bolsas até análises de fundos de investimento, tiveram um incremento de demanda grande desde o início da pandemia do coronavírus. Convivendo com mercados mais voláteis e trabalhando em esquema de home-office, os executivos de empresas financeiras e de investimento passaram a depender fortemente dessas informações para se posicionar sobre ativos e mercados com os quais se relacionam.
Na Bloomberg, que fornece informações financeiras basicamente para o mercado de investidores profissionais, aumentou tanto a demanda de informações vinda da sua base de assinantes estabelecida quanto o número de novos assinantes, explica o chefe de vendas da Bloomberg para a América Latina, Geraldo Coelho. A Bloomberg, devido à uma restrição da sua política interna, não informa os números mas Coelho garante que o crescimento da demanda neste ano é bastante significativo.
Segundo ele, os usuários têm utilizado com intensidade todos os serviços da empresa, incluindo notícias, informações sobre empresas e fundos, cotações, análises de riscos e crescentemente o sistema de negociação eletrônica de títulos. “Apesar do aumento da demanda o sistema não sofreu com instabilidades nesse período”, garante Coelho. “Isso é uma coisa que tem nos rendido muitos elogios dos clientes”.
De acordo com o executivo, cada usuário possui um token e com ele pode acessar todos os serviços do sistema. No início da pandemia a companhia, que normalmente opera com uma tela dupla de formato grande, adaptou seu sistema para reconhecer telas de qualquer tamanho e adaptar o conteúdo informativo ao formato de cada uma, tornando mais confortável o acesso por laptop dos usuários que estavam em casa em quarentena. Embora os tradicionais terminais de tela dupla da Bloomberg continuem presentes nos ambientes corporativos, com o esvaziamento dos escritórios eles tornaram-se menos utilizados e os formatos mais utilizados passaram a ser as telas pequenas dos laptops, acessados em casa pelos executivos.
Por ter todos os serviços e funções integradas, e funcionar através de um token que libera o acesso a um indivíduo identificado, o sistema da Bloomberg dá à alta gerência das empresas contratantes a rastreabilidade dos movimentos feitos por cada um dos seus usuários, em todos os canais, garantindo a compliance e a governança das operações. “Acho que a pandemia acelerou algumas tendências, tornando habituais coisas que há menos de um ano eram ainda incipientes e levariam anos para se consolidarem”, diz Coelho. “Uma coisa que notamos é o aumento da utilização da negociação eletrônica de títulos. Antes da pandemia esse serviço já existia, mas era menos utilizado, as pessoas ainda gostavam de fazer a negociação via telefone, mas agora estão usando muito a negociação eletrônica”.
Para o diretor da ComDinheiro, Filipe Ferreira, o uso de um sistema de informações com serviços e análises diversificadas mostrou-se essencial para quem está isolado operando da própria casa. Segundo ele, além do acesso aos dados do mercado local as empresas contratantes da plataforma passaram a acessar com mais frequência os dados do mercado internacional. A ComDinheiro mantém uma parceria com a MorningStar que dá aos seus usuários acesso às bases de dados internacionais de empresas e fundos. “Acho que essa é uma das áreas que mais têm crescido nos últimos meses, a demanda por dados de gestores e fundos globais”.
O aumento do uso de sistemas de informação financeira pelos investidores brasileiros teve dois importantes incentivos, na opinião de Ferreira. De um lado as taxas de juros baixas, que na última reunião do Copom chegaram à mínima histórica de 2% ao ano, o que obrigou os investidores locais a buscarem novas opções de alocação, tanto no mercado doméstico quanto internacional, que entreguem rentabilidades acima da Selic que por décadas guiou o comportamento do mercado de investimentos no Brasil. E os sistemas de informação facilitam muito essa garimpagem. Além da queda da taxa de juros, a quarentena aumentou o tempo disponível das pessoas em casa, que passaram a se interessar mais por aprender novas funções e possibilidades dos sistemas e a aplicá-las para formatar processos de análises de empresas, gestores e fundos, tanto locais quanto globais.
Além disso, segundo Ferreira, o nível de sofisticação das informações solicitadas também aumentou. Se há um ano a demanda recaia basicamente por rentabilidade de fundos, nos últimos meses avançou bastante e passou a incluir a composição das carteiras dos fundos, o histórico dos gestores e a coerência das suas decisões em relação à política dos fundos. Na ComDinheiro, segundo Ferreira, a demanda cresceu entre 50% e 60% neste ano em relação ao anterior.
Embora a maior parte das pessoas em quarentena utilizem o mesmo serviço que já usavam no escritório, mudando apenas o computador com que o acessam, alguns preferiram aderir a uma nova assinatura. É o caso do sócio e diretor da Integral Investimentos, Bruno Amadei Jr. Em casa desde o início da pandemia, Amadei Jr. fez uma nova assinatura de um provedor de informações para acessar com mais facilidade de sua residência, sem precisar mexer com o terminal que mantém no escritório. “Como estou utilizando mais que usava no escritório, achei melhor fazer isso”, diz. “Sinto por mim, pela minha própria demanda, que aumentou o uso de informações financeiras. Hoje você não tem uma separação entre casa e escritório, é tudo serviço, a gente está constantemente disponível”.
Ele avalia que boa parte desse novo padrão deve se manter mesmo após o retorno das pessoas ao escritório, provavelmente só no ano que vem após a descoberta da vacina contra a Covid-19. Além de maior uso das informações financeiras, também o uso de teleconferência para fazer reuniões online, um padrão dessa época de quarentena, deve permanecer. Além de eficientes e baratas, elas são fáceis de convocar e dão muito mais agilidade aos processos de tomadas de decisão. Segundo ele, “ontem fiz duas reuniões por teleconferência, de meia hora cada uma. Objetivas, focadas, baratas, se fosse para fazer reuniões presenciais teria que buscar um espaço na agenda minha e dos clientes e perder um dia para cada reunião, pois os clientes são em dois estados diferentes”.
Na plataforma da Economática, hoje operando de forma totalmente remota, a demanda por informações financeiras também foi sentida nessa época de pandemia. Assim como as demais plataformas, o conteúdo pode ser acessado de qualquer tela, sem restrições de tamanho. Segundo o gerente de relacionamento da empresa, Einar Rivero, o fluxo de informações passou a ser mais intenso e as solicitações sobre mercados externos são as que mais têm crescido. “Acho que é uma tendência, as pessoas não querem mais deixar todos os investimentos num mercado apenas”, diz. “Querem diversificar, inclusive para o exterior”.
Com cerca de 500 empresas assinantes do serviço, entre assets, bancos, corretoras, seguradoras, fundos de previdência e entidades de classe, a Economática possui base de dados de empresas e fundos do Brasil, América Latina e Estados Unidos. “Como cobrimos o mercado norte-americano, que negocia papéis de todas as partes do mundo, na prática conseguimos acompanhar os mercados de qualquer lugar”, diz. Isso porque estão presentes no mercado dos Estados Unidos empresas e fundos do mundo todo. Por exemplo, “Alibaba é uma empresa chinesa, mas como é negociada no mercado norte-americano, que nós cobrimos, então nós acompanhamos essa empresa”, explica.
Os serviços da Economática são assinados por áreas, o que quer dizer que uma contratante assina apenas a área que precisa. “Não tem porque uma contratante que precise de dados sobre a área de commodities agrícolas pagar pelos serviços de uma área como fundos ETFs, por exemplo”, diz Rivero.
Segundo ele, a plataforma já utilizava intensamente os meios de relacionamento digital com os clientes, mesmo antes da pandemia, para comercialização, treinamento, esclarecimento de dúvidas etc. Com a crise, ela ampliou essa opção. “O tete a tete fica restrito a situações muito especiais, na maior parte do tempo as coisas vão funcionar online daqui para a frente”, afirma Rivero.

Mercado secundário de títulos privados terá referencial semanal de preços

A Luz Soluções Finaneiras, dona da Provedora Oficial de Preços Brasil (POP BR), começará a divulgar semanalmente, a partir de amanhã (08/04), uma média de preços de diversos títulos privados de renda fixa negociados no mercado secundário em sua POP Trade, uma plataforma de negociação de ativos ilíquidos. O objetivo é criar uma referência para nortear a negociação, uma vez que falta liquidez ao mercado secundário desses papéis. Em razão das fortes distorções e da alta volatilidade, o Banco Central enviou recentemente ao Congresso uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para atuar diretamente na compra de ativos de crédito de empresas.
“Toda quarta-feira já divulgamos o valor POP de um ativo e, para ajudar o mercado neste momento, passaremos a divulgar as curvas POP de algumas debêntures, trazendo uma referência para a negociação destes papéis”, afirma Edivar Queiroz, presidente da Luz, acrescentando que o acesso à POP Trade será aberto aos interessados sem custos. “Queremos contribuir para fomentar o mercado de renda fixa corporativa, dando transparência e liquidez neste tipo de negociação. Acreditamos que a divulgação da curva de preços e o acesso à POP Trade caminham nesta direção”, afirma Queiroz.
A base de dados da POP BR inclui cerca de mil papéis de diversos emissores, sendo aproximadamente 27% de debêntures, 35% de Letras Financeiras e 12% de CRIs.

Consultoria recomenda calma às fundações e manter investimentos

Os fundos de pensão, que tem horizonte de longo prazo, devem manter a calma e procurar ver não apenas as árvores, mas toda a floresta. O conselho é de Arthur Lencastre, head de investimentos da consultoria Willis Towers Watson. “Não recomendamos desfazer posições neste momento de incertezas. Ao contrário, se houve uma discussão bem embasada no final do ano passado para definir a política de investimentos para 2020, com riscos medidos, objetivos definidos e portfólio diversificado, ficar onde está é o melhor a fazer”, disse. O especialista afirma, no entanto, que é preciso ficar muito atento o tempo todo, a todos os sinais, uma vez que o cenário está mudando muito rapidamente e a crise é inédita.
“Estamos todos tentando fazer algumas associações; se compararmos o que houve com a Bolsa na crise financeira de 2008, por exemplo, seria razoável contar com uma queda de até 50% dos índices de ações. Tudo vai depender do tempo que vai levar até a economia sair da paralisação”, lembra. Para Lencastre, a retomada tende a ser forte porque a economia parou, mas a estrutura de produção não foi destruída. “Mas são somente especulações”.

Mercer promove debate sobre impactos do Covid-19

A Mercer Consultoria vai promover no próximo dia 2, às 17h, um webinar gratuito para debater com executivos e reguladores quais os impactos da Covid-19 sobre o setor de previdência. O objetivo é auxiliar empresas, instituições e participantes a compreender e a lidar com o cenário e as novas abordagens que este exige. Serão discutidos os seguintes pontos: demandas e preocupações das fundações em relação ao COVID-19; um novo olhar de gestão previdenciária adequado para um contexto em constante mudança; estratégias de curto e longo prazo  para garantir a sustentabilidade do sistema; impulsionar a educação financeira dos participantes dos planos.

Os convidados são o subsecretário de Previdência Complementar do Ministério da Economia, Paulo Valle; o diretor-superintendente da Previc; Lúcio Capelletto; presidente da Abrapp, Luís Ricardo Marcondes Martins, o presidente da Funcesp, Walter Mendes; a presidente da Fusan; Cláudia Trindade. As inscrições podem ser feitas através do link https://mmc.zoom.us/webinar/register/1315853343047/WN_s3dIZ_EjR8mSEizHcx0r7g

Duration dos passivos será desafio das fundações, diz consultora

Sara Marques LUZ 2Acompanhar de perto as carteiras e monitorar os riscos são, neste momento, as principais preocupações dos fundos de pensão. Mas Sara Marques, diretora de Previdência da Luz Soluções Financeiras, alerta para outro desafio que logo mais baterá à porta das entidades: a duration dos passivos. “Mais beneficiários vão precisar das aposentadorias e pensões mais cedo do que o projetado, devido à alta taxa de mortalidade do coronavírus entre os mais idosos”, lembra a consultora. Segundo ela, as primeiras más notícias nesse sentido já começaram a chegar a entidades às quais a Luz presta serviços.

Sara acredita que haverá uma mudança na estimativa de mortalidade pós-Covid19, com impacto sobre a liquidez. “Quem tinha títulos com determinada taxa de juros poderá precisar marcar o papel a mercado e não mais na curva, com perda de rentabilidade”, explica.  “As estimativas precisarão ser revistas pois com mais benefícios a pagar, provavelmente essas taxas não serão mais fiéis à realidade da entidade”. 

Em relação aos ativos, ela revela que todos os clientes da consultoria estão perguntando o que fazer para lidar com a alta volatilidade e com a mudança na relação entre risco e retorno, sobre onde investir depois de uma queda de mais de 30% da Bolsa em 15 dias.  “Antes do Carnaval, achávamos que a Bolsa já estava precificada para o novo coronavírus, mas logo depois descobrimos que não estava”, afirma. Se, de um lado, resgatar agora não faz sentido para as fundações, que são investidores de longo prazo, por outro a volatilidade alterou o perfil de risco de algumas carteiras e será preciso se adequar, informa.

A executiva acrescenta que os gestores estão todos no limite dos riscos, mas ninguém sabe ainda direito o que fazer, portanto também não devem sair e entrar dos fundos de forma abrupta, “afinal a volatilidade verificada nas últimas duas semanas não é normal”.  A oportunidade de investir em títulos corporativos é outra incógnita, uma vez que a recessão em curso deve impor graves prejuízos a maioria das empresas.

 

NTNBs - Para Sara, porém, a melhor receita ainda é a diversificação. Ela também vê algumas oportunidades – e pelo menos um ponto positivo nesse cenário caótico gerado pela pandemia Covid-19. Segundo Sara, o lado bom é que as NTN-B já começam a ficar atraentes de novo: “Os juros estão subindo rapidamente e já fizemos algumas simulações. Quando chegarem a 5,5% - meta atuarial da maioria das fundações – pode ser uma boa hora para comprar”, diz a consultora.

O ponto positivo, segundo Sara, é a Resolução CMN nº 4.661. “Quando foi editada, o setor chiou – ninguém gosta de regulação, não é?”, diz. Mas as exigências da regra ajudaram as entidades a entender, agora, qual é a real situação das carteiras onde aplicam: “Podem estar tranquilos ou apavorados, mas estão conscientes”, diz.

Dois terços das empresas estão “muito preocupadas” com o coronavírus, diz Mercer

A parcela de empresas “muito preocupadas” com os efeitos do coronavirus aumentou de 37% em fevereiro para 66% em março. O levantamento é da Mercer, que colocou no ar, no seu site , uma pesquisa global respondida em tempo real por mais de 600 companhias ao redor do mundo até agora. A pesquisa tem 36 questionários divididos por temas – geral, política salarial e trabalho remoto -, cobrindo os diversos impactos que a pandemia pode ter sobre os negócios.

Quase 60% das empresas afirmam que tem um plano de contingência – 23% ainda está elaborando o seu; até agora metade das respondentes dizem que o impacto tem sido moderado; 62% fecharam seus escritórios, metade diz que continua contratando novos funcionários mas mudou os processos (que passaram a ser virtuais), 80% cancelaram todas as viagens internacionais e 85% contrataram especialistas em gestão de crise para se comunicar com os stakeholers.

São empresas de vários setores, a maioria de tecnologia, seguros e consultoria com sede na América do Norte.

Migração de titulos públicos para risco terá que ser gradual, diz especialista

Adaptar as carteiras dos fundos de pensão, hoje fortemente concentrada em títulos públicos, para um desenho de maior participação da renda variável que entregue melhores resultados nesse cenário de juros reais próximos de zero, é o grande desafio dos gestores das fundações nos próximos anos. A pergunta é como fazer esta transição de forma gradual, homeopática, segura? Para Tiago Calçada,  líder da Mercer, o segredo está em manter um olhar atento sobre o passivo.

“Os planos de previdência têm que estar atento ao passivo, ao fluxo de pagamento. Olhar o passivo, entender se é de curto, médio ou longo prazo, se é de benefício definido ou contribuição definida. Só depois, após entender como está posicionada a carteira, fazer as mudanças”, diz Calçada, que participou na quinta-feira (17/10) de um painel no 40º Congresso da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), em São Paulo.

Para o executivo, está claro que há hoje uma tendência “muito latente de se buscar mais risco, isto porque a maior parte do estoque dos passivos dos fundos de pensão está precificado acima de 5% ao ano. E, como se sabe, o cenário que se desenha é que dificilmente teremos uma remuneração de títulos públicos daqui para frente com taxas reais de juros acima de 5%”.

“O remédio será, inevitavelmente, diversificar riscos olhando-se bolsa de valores, ativos no exterior, títulos privados e outros fundos com portfólios diversificados. Esta migração terá que ser feita de forma gradual”, afirma.

Ele acredita que serão necessários pelo menos cinco anos para reduzir significativamente a atual concentração em títulos públicos, hoje da ordem de 80% das carteiras das fundações. “Neste prazo poderíamos chegar a algo como 65% de ativos em títulos públicos e o restante em outros ativos de mais risco”, afirma.

Aditus lança aplicativo com análises de investimentos dos EFPP

A Aditus lançou no 40º Congresso da Abrapp um aplicativo para análise de investimentos de EFPP, inicialmente destinado a refletir as posições das entidades atendidas pela consultoria mas escalável para o restante do mercado num segundo momento. O app, disponível nas versões Apple e Android, tem uma aba que permite ao usuário a realização de consultas sobre indicadores econômicos, com informações diárias sobre taxas  de NTN-Bs, CDI/Selic, DI Futuros e índices de ações e renda fixa, e uma segunda aba que permite visualizar lâminas com estudos e análises sobre o consolidado das carteiras de investimentos das fundações atendidos pela consultoria. Nessa aba, é apresentada uma radiografia das carteiras consolidadas, que representam 119 EFPCs e R$ 210 bilhões em ativos.

Essa segunda aba está dividida em quatro seções: Estudos comparativo de desempenho; Market overview; Mediana dos fundos de investimentos; e Estudos de mercado. Na primeira seção, de estudo comparativos de desempenho, as carteiras das EFPCs atendidas pela Aditus são segmentadas por planos (BD, CD e CV),  por ativos de investimentos (Renda fixa ALM, Renda fixa tradicional, Renda fixa Inflação, Renda fixa crédito, Multimercados EFPC, Renda variável passiva, Renda variável ativa, Multimercados estruturados, Fundos de investimentos imobiliários, Fundos de investimentos em participações e Investimentos no exterior), por resultados dos investimentos dos ativos e por alocação em cada classe de ativo.

Nas outras três secções, é possível ver a mediana dos fundos de cada segmento, assim como simulações com retornos para cada classe de acordo com diferentes cenários. O APP foi disponibilizado aos participantes do 40º Congresso da Abrapp.

Silvio Rangel passa a atuar como consultor da Mercer

Silvio Rangel, ex-superintendente do fundo de pensão dos funcionários de Itaipu Binacional, a Fundação Fibra, assinou acordo com a Mercer para atuar como consultor dessa empresa. A Mercer é uma das maiores consultorias de fundos de pensão com atuação no Brasil. Segundo Rangel, que deixou a Fibra há cerca de dois anos, o acordo não é de exclusividade e permitirá que mantenha as atividades de treinamento na Uniabrapp e em cursos de pós-gradução que já vinha desenvolvendo.

London Stock Exchange Group comunica estar negociando compra da Refinitiv

A London Stock Exchange Group divulgou comunicado informando que está negociando a aquisição da Refinitiv, o fornecedor global de dados financeiros, análises e infraestrutura financeira da Thomson Reuters. Se concluída, a fusão reunirá duas empresas altamente complementares para criar um provedor global na área de infraestrutura financeira, com análises de dados de classe mundial e capacidades de cruzar várias classes de ativos do mercados de capital.

A aquisição permitirá combinar os principais índices, benchmarks e análises da FTSE com os dados de mercados, empresas, economia, negócios, preços e análises da Refinitiv. A plataforma aberta do Refinitiv também será ampliada para incluir o conteúdo de dados da LSEG, informa comunicado da empresa.

Segundo o comunicado, “acreditamos firmemente que isso proporcionará benefícios significativos aos nossos clientes em toda a gama de nossos serviços e em todo o mundo, além de aprofundar e expandir nosso relacionamento por meio de novas oportunidades de inovação e crescimento com base em dados e tecnologia”.

A combinação da LSEG e da Refinitiv cria um negócio diversificado com mais de 40.000 clientes em todo o mundo e cerca de 400.000 usuários finais em 190 países.