Prevcom instala comitê gestor de multipatrocinado

A Fundação de Previdência Complementar do Estado de São Paulo (Prevcom) instalou na última quinta-feira (30/1) o comitê gestor do plano multipatrocinado Prevcom Multi, que abriga sete municípios paulistas. Composto por três membros, o grupo responderá pela definição de parâmetros da política de investimentos, análise de balancetes, relatórios e acompanhamento das atividades previdenciárias e atuariais da entidade, entre outras atribuições.

O colegiado é formado pelo secretário da administração de Santa Fé do Sul, Alexandre Doniseti Izeli, o presidente do Instituto de Previdência dos Funcionários Públicos Municipais de Guarulhos (Ipref), Eduardo Augusto Reichert, ambos com mandatos de dois anos, e o superintendente do Instituto de Previdência do Município de Birigui (Biriguiprev) Daniel Leandro Boccardo, que exercerá a função por um ano. Além dos municípios citados, Jales, Louveira, Osasco e Ribeirão Preto também integram o Prevcom Multi.

Nucleos supera meta e fecha 2019 com R$ 277 milhões de superávit

O Nucleos, fundo de pensão do setor nuclear do país, registrou uma rentabilidade de 19,08% em 2019 em seu plano de Benefício Definido (BD), com um patrimônio de aproximadamente R$ 4 bilhões, superando com larga folga a meta atuarial do período que ficou em 10,15%. Devido ao bom desempenho obtido com as aplicações no mercado financeiro, o fundo de pensão chegou ao fim de 2019 com um superávit de R$ 277 milhões. Segundo a EFPC, os resultados se devem à estratégia de migrar parte da carteira de título públicos pré-fixados para a renda variável diante da queda da taxa de juros.

Plano CV da Infraprev rende 15,66% e reverte déficit

A carteira de investimentos do plano de Contribuição Variável (CV) da Infraprev registrou em 2019 uma rentabilidade de 15,66%, superando com folga a meta atuarial de 9,05%. O desempenho foi o melhor obtido pela EFPC em seu plano CV desde 2009. Devido a esse resultado, o plano chegou em novembro passado (o resultado de dezembro ainda não foi apreciado pelos órgãos competentes) com um superávit anual de R$ 70 milhões, revertendo o déficit de R$ 47,6 milhões no fim de 2018.

De acordo com a Infraprev, o retorno alcançado pelo plano CV em 2019 ficou acima da média do setor – um estudo da consultoria Aditus, englobando 53 planos de contribuição variável, aponta que a rentabilidade bruta média ficou em 12,72%. A maior contribuição para a performance apresentada veio da estratégia em renda variável, que rendeu 35,59%, frente aos 31,58% do Ibovespa. Já o segmento de renda fixa, com títulos públicos, privados e fundos de investimentos, obteve retorno acumulado de 11,24% no período.

PreviSiemens inclui alocação no exterior e multimercados na política de investimentos

A PreviSiemens, face à conjuntura de queda nas taxas de juros, definiu novos parâmetros para sua política de investimentos 2020.  Segundo informa o boletim da fundação aos participantes, a nova política de investimentos que foi aprovada pelo Conselho Deliberativo em dezembro de 2019 visa capturar uma melhor relação risco x retorno para seus perfis de investimento. Além de alterações nos percentuais de alocação em renda fixa de curto e longo prazo e em renda variável, também foram incluídas novas classes de ativos, como investimentos no exterior e multimercados.

Para o perfil conservador, que em 2019 aplicava 100% em renda fixa de curto prazo, a alocação de 2020 será de 90% em renda fixa de curto prazo e 10% em renda fixa de longo prazo;

Para o perfil moderado, que em 2019 aplicava 60% em renda fixa de curto prazo, 27,5% em renda fixa de longo prazo e 12,5% em renda variável, a alocação de 2020 será de 47,5% em renda fixa de curto prazo, 27,5% em renda fixa de longo prazo e 15% em renda variável, 5% em investimentos no exterior e 5% em multimercados;

Para o perfil agressivo, que em 2019 aplicava 37,5% em renda fixa de curto prazo, 37,5% em renda fixa de longo prazo e 25% em renda variável, a alocação de 2020 será de 20% em renda fixa de curto prazo, 35% em renda fixa de longo prazo e 30% em renda variável, 10% em investimentos no exterior e 5% em multimercados;

Plano PPC da FIPECq encerra 2019 com superávit de R$ 55,54 milhões

O Plano de Previdência Complementar (PPC) da FIPECq (Fundação de Previdência Complementar dos Empregados ou Servidores da FINEP, do IPEA, do CNPq, do INPE e do INPA) encerrou 2019 com um superávit de R$ 55,54 milhões. Há cerca de uma década, esse plano chegou a estar com um déficit na casa dos R$ 200 milhões. A expecativa na EFPC é que ao longo de 2020 o superávit seja ampliado.

“A gestão ativa das carteiras de investimentos, com foco em renda variável e multimercados, foi muito importante para o superávit”, diz Cláudio Munhoz, presidente da FIPECq, em comunicado. Em 2019, o PPC registrou uma rentabilidade acumulada de 15,45%, ante uma meta atuarial de 9,17%. Munhoz afirma também que os bons resultados “posicionam a FIPECq como uma administradora sólida no mercado de previdência complementar, com a estratégia de atrair novos planos patrocinados e instituídos para serem geridos pela entidade”.

Marcelo Wagner assume diretoria de investimentos da Previ

Marcelo Wagner é o novo diretor de investimentos da Previ, em substituição a Marcus Moreira de Almeida, que ocupava o cargo desde 2015. Wagner foi indicado pelo patrocinador Banco do Brasil para o posto, e nos últimos dois anos ocupou a diretoria financeira da BrasilPrev, onde também foi superintendente de planejamento e riscos de investimentos por dez anos. Funcionário de carreira do BB desde 1992, o especialista é graduado em Administração e pós-graduado em Finanças. Antes de trabalhar na BrasilPrev, Wagner atuou no BB Londres e na diretoria de crédito do banco.

CBS Previdência mantém rentabilidade em dois dígitos

A CBS Previdência, fundo de pensão do grupo CSN, manteve em 2019 sua rentabilidade na casa de dois dígitos, tradição quebrada apenas três vezes ao longo da década. A entidade, que contabilizava um patrimônio líquido de R$ 5,48 bilhões em novembro, fechou o último exercício com retorno consolidado de 11,71%, que representa 1,11 ponto percentual acima do índice apurado em 2018. Detentoras de uma fatia de 90,22% do portfólio total, as aplicações em renda fixa responderam por ganhos de 9,83%. Outros destaques foram as carteiras de renda variável, de operações com participantes e imobiliária, que apresentaram altas de 55,29%, 15,60% e 14,04%.

Serpros adere à autorregulação em governança corporativa da Abrapp

O Serpros, fundo de pensão do Serviço Federal de Processamento de Dados, aderiu em janeiro ao Código de Autorregulação em Governança Corporativa da Abrapp. Em outubro do ano passado, a EFPC já havia aderido ao primeiro código de autorregulação lançado pela associação do setor, de governança em investimentos. A fundação irá se submeter à auditoria para a obtenção do selo da autorregulação em governança corporativa, que será lançado em breve. O Serpros é o nono fundo de pensão a aderir ao código em governança corporativa.

 

David Augusto de Abreu assume presidência da Brasiletros

O administrador David Augusto de Abreu foi indicado pelas patrocinadoras da Fundação Ampla de Seguridade Social (Brasiletros), a Enel Brasil e a Enel Distribuição Rio, para assumir o posto de presidente da EFPC. Ele irá acumular o cargo com a presidência do fundo de pensão Eletra, patrocinado pelo grupo Enel no Estado de Goiás.

Abreu já ocupou a presidência da Brasiletros de março de 2015 a março de 2019, e da Faelce (que tem a Enel Ceará como patrocinadora), de setembro de 2015 a fevereiro de 2019. Ele é formado em Administração pela Universidade Federal Fluminense (UFF), pós-graduado em Administração Financeira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), com MBA pelo IBMEC e pelo Instituto COPPEAD. O dirigente é certificado pelo Instituto de Certificação Institucional e dos Profissionais de Seguridade Social (ICSS), com ênfase em Administração e Investimentos.

 

Celos altera estatuto para criação de novos planos instituídos

O conselho deliberativo da Fundação Celesc de Seguridade Social (CELos) aprovou alterações em seu estatuto social, que passa a prever a partir de agora a possibilidade de criação de novos planos instituídos. “Com isso a Fundação se tornaria mais abrangente e fortalecida, aumentando a sustentabilidade dos planos oferecidos”, informa a Celos, em comunicado. Para que o novo estatuto passe a valer ainda é necessária a aprovação pela patrocinadora (Celesc) e pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc).