Anapar leva plano para Viva | Após doze anos, Anapar decide deixar a Petros e migra plano de R$ 522 milhões para a Viva

Nos últimos anos os planos instituídos e familiares despontaram como a salvação da lavoura para o crescimento da base de participantes e consequentemente dos próprios fundos de pensão. No entanto, em 2008 a Associação Nacional dos Participantes de Previdência Complementar (Anapar) já havia sido uma das precursoras nesse campo ao lançar o plano instituído AnaparPrev, de Contribuição Definida (CD), voltado aos familiares dos participantes de planos previdenciários geridos por qualquer EFPC.
Atualmente esse plano conta com cerca de três mil participantes e um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 522 milhões. Desde sua criação, o AnaparPrev sempre foi gerido pelo fundo de pensão da Petrobras (Petros), o que está prestes a mudar. Isso porque o plano está em processo de transferência para a Viva Previdência.
Segundo o presidente da Anapar, Antônio Bráulio, a intenção com a troca é obter maior autonomia na gestão do plano com vistas à adoção das estratégias que julga necessárias para aumentar o número de participantes. O objetivo é duplicar a base de segurados do AnaparPrev em três anos. “É uma meta arrojada, porém factível”, afirma Bráulio. “Temos o compromisso do futuro administrador do plano de realizar, em parceria com a Anapar, uma ampla campanha de divulgação e esclarecimentos sobre a necessidade dos trabalhadores em aderir ao AnaparPrev, como meio de garantir um futuro melhor para si e para a sua família”.
De acordo com o dirigente, está nos planos da entidade abrir o AnaparPrev para outras categorias de instituidores, como os profissionais da área de comunicação que muitas vezes trabalham sob a modalidade de pessoa jurídica sem nenhum amparo previdenciário. E o presidente da Anapar acredita que terá melhores condições de promover esse trabalho em uma fundação de menor porte e mais flexível. “Como a Petros é muito grande, a margem de negociação é mais restrita”, afirma Carvalho, que faz questão de ressaltar que sempre teve e mantém um relacionamento profícuo com a fundação da Petrobras.
“A decisão pela mudança visa também a melhoria das condições para os associados, com maior participação na gestão, que pode se traduzir em ganhos financeiros com redução da taxa de administração e aumento da rentabilidade”, afirma o presidente da Anapar. O dirigente enaltece ainda a “governança totalmente diferenciada” da Viva, em que todos os membros do conselho deliberativo e fiscal são eleitos, o que vai permitir ao AnaparPrev a possibilidade de eleger representantes nos dois colegiados.
“Sabemos que a transferência é uma decisão delicada e que mexe com os ânimos, mas estamos realizando encontros, disponibilizando todas informações e esclarecendo dúvidas para que a mudança venha a se traduzir em benefícios para todos”, diz Carvalho. Procurada, a Petros não se manifestou.

Do lado da Viva, o presidente Silas Devai Junior afirma que a transferência do AnaparPrev se insere na estratégia da fundação de envidar esforços para ampliar a base de participantes e assim diluir os custos e aumentar a rentabilidade dos planos. “Para alcançar esse objetivo, temos atuado em duas frentes – via crescimento orgânico, com o lançamento do plano família, e também através do crescimento inorgânico, com a transferência do gerenciamento de planos já constituídos”, diz o dirigente.
Segundo ele, o AnaparPrev é o primeiro plano conquistado pela Viva dentro da estratégia de crescimento inorgânico, que começou em meados de 2019. “Estamos em negociação com outros planos que somam R$ 3 bilhões em patrimônio para também tentar trazê-los para dentro de casa”, afirma o presidente da Viva.

Incerteza nos mercados | Coronavírus, petróleo, queda das Bolsas e disputa entre governo e Congresso darão o tom dos próximos movimentos dos gestores

O surto do novo coronavírus, que provoca a doença batizada de Covid-19, já contaminou mais de 180 mil pessoas em mais de 70 países desde dezembro último, além da queda de todas as Bolsas – no Brasil, até o dia 17/3, o tombo foi de quase 40%, enquanto dólar e euro subiam mais de 25% - e previsões castróficas de recessão mundo afora. Mesmo após a China anunciar uma redução de novos casos e de medidas anticíclicas para estimular sua economia – no que foi seguida por outros países -, a epidemia ainda avançava no Ocidente.
No Brasil, gestores de investimentos e consultores evitam cravar previsões. Além dos efeitos da pandemia do Covid-19 e da queda dos preços do petróleo sobre os negócios das empresas, ainda há o embate entre o governo federal e o Congresso – os deputados derrubaram no último dia 11 o veto do presidente Jair Bolsonaro ao projeto de lei que eleva o limite de renda para idosos e deficientes receberem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Esse veto economizaria mais de R$ 200 bilhões de gastos federais em 10 anos, que agora terão que ser custeados pelo governo, ameaçando o equilíbrio fiscal das contas públicas.

Para Marcelo Rabbat, sócio da Vinci Partners, asset com R$ 37 bilhões sob gestão, esta questão é mais importante do que os efeitos do novo vírus sobre uma eventual realocação de recursos nos portfolios de previdência.
Rabbat lembra que o sobe e desce das ações pode ser temporário e com efeitos limitados sobre investimentos de longo prazo – mas se o governo precisar aumentar os juros para captar mais recursos e bancar o aumento de gastos, os fundos de pensão podem bater em revoada - principalmente, em direção aos papéis de prazos mais longos, como as Notas do Tesouro Nacional - série B (NTN-B).
“A questão fiscal, ao meu ver, é mais determinante para a alocação de recursos neste momento do que a queda das ações”, afirma. Rabbat também lembra que, hoje, a presença de investidores institucionais na Bolsa é, proporcionalmente, muito menor do que já foi. Portanto, não acredita que apenas os efeitos do coronavírus nos resultados das empresas motivem um forte movimento de troca de papéis por outros ativos nas carteiras dos fundos de pensão. Segundo dados da B3, no final de 2018 a quantidade de pessoas físicas que investia na Bolsa era pouco mais de 800 mil - no final de fevereiro deste ano, estava em quase 2 milhões. Já a de institucionais subiu muito menos, passando de 3,3 mil para 4 mil no mesmo período.

Everaldo França, instrutor da UniAbrapp e sócio da consultoria PPS Portfolio Perfomance, concorda com a análise de Rabbat em relação aos investidores institucionais. Para ele, não deve haver forte realocação de carteiras dos fundos de pensão. E acrescenta: “Em momentos de pânico, os investidores com mais sangue frio e mais experiência são os que se saem melhor. Para ter sangue frio, é preciso ter um horizonte de longo prazo. E quem tem horizonte de longo prazo? Os investidores institucionais”, afirma.
O especialista lembra um famoso conselho frequentemente atribuído ao banqueiro britânico Nathan Rotschild: “Para ficar rico, compre ao som de canhões (na guerra) e venda ao som de violinos (na paz).” Segundo França, gestores experientes sabem que não devem se apegar à ilusão de comprar ao preço mais baixo e vender ao mais alto: “Basta comprar barato e vender caro”.
França recorda que os mercados já viram esse filme (de pânico) antes, e acredita que os investidores aprenderam desde 2008 – quando estourou a bolha das hipotecas nos Estados Unidos, afetando muitos bancos e seguradoras e espalhando a crise financeira pelo mundo. “Naquela época, os gestores de fundos de previdência já sabiam que era melhor não realizar prejuízos vendendo ações, mas poucos se arriscaram a comprar; desta vez, muitos estão aproveitando os preços irracionalmente aviltados para comprar”, diz.
A Capco, uma consultoria em investimentos com sede em Bruxelas, na Bélgica, publicou recentemente um relatório no qual observa uma tendência que corrobora a impressão de França: “robôs” de investimento – algoritmos criados na crise de 2008, como o Wealthfront e o Betterment – estariam indicando mais investimentos do que desinvestimentos em ações neste momento.
O consultor da PPS reconhece que a nova pandemia teve forte impacto sobre a produção industrial chinesa, que abastece boa parte do mundo ocidental, e que a atividade da economia será certamente afetada no primeiro trimestre – mas acredita que o segundo será beneficiado pelas medidas anticíclicas adotadas. “Claro que, de modo geral, o mundo vai crescer menos em 2020 do que era previsto há dois anos. Mesmo assim, não justifica a queda deste tamanho nas Bolsas, é um exagero”.
A previsão oficial do governo brasileiro é de que os efeitos do Covid-19 provoquem uma queda de em média 0,3% do PIB em 2020.

Fundações cancelam eventos e restringem atendimento ao vivo
Em meio à pandemia, muitas fundações vem fazendo a sua parte para esclarecer e tentar proteger seus participantes – a maioria dentro do grupo de risco, com mais de 60 anos.
A Fapes, do BNDES, anunciou no dia 14 de março que suspendeu o atendimento presencial na Central de Atendimento por tempo indeterminado, e que o ambulatório na sede do banco no Rio de Janeiro passou a funcionar de segunda a sexta, de 8 às 18h; em compensação, o atendimento telefônico passou a funcionar 24 horas, 7 dias na semana. Além disso, recomendou que questões administrativas sejam encaminhadas via Fale Fapes.
O cancelamento de eventos destinados ao público externo foi outra medida preventiva adotada pela Fapes – dias antes, a Previ, fundo de previdência dos funcionários e aposentados do Banco do Brasil, já havia cancelado as reuniões para apresentação dos resultados trimestrais em Brasília e no Rio.
“As orientações do Ministério da Saúde especificam que aglomerações devem ser evitadas. O cancelamento reflete o cuidado da Previ com seus associados”, dizia comunicado no site da Previ, referindo-se à pandemia de Covid-19. “Oportunamente, será definida nova data para a prestação de contas e a disponibilização da equipe do Previ Itinerante para atendimento aos associados”.
A Funcesp, plano que reúne participantes de empresas elétricas do Estado de São Paulo, recomendava que os beneficiários utilizem os canais de atendimento virtuais em vez de recorrer ao atendimento presencial. “Lembramos que o Informe de Rendimentos pode ser acessado facilmente em nosso portal, apenas com o fornecimento do seu CPF e data de nascimento”.
A Petros, de funcionários e aposentados da Petrobras, suspendeu o atendimento presencial temporariamente, desde 16/3, para evitar mais contaminação pelo novo coronavírus. Todos os agendamentos para os meses de março e abril no Rio de Janeiro e em Salvador foram cancelados, e a agenda também está fechada para novas marcações.
Já a Real Grandeza optou pela gravação e divulgação de um vídeo com esclarecimentos da sua equipe médica a respeito do novo coronavírus – que foi transmitida ao vivo no dia 12 pelo Facebook.
A apresentação foi conduzida pela Dra. Mária Pires, que tirou dúvidas encaminhadas por participantes durante a transmissão e orientou sobre medidas preventivas que devem ser tomadas para evitar o contágio e a transmissão. “Temos muitos idosos na nossa base de beneficiários e a ideia é protegê-los o quanto antes”, disse a diretora de Seguridade da Real Grandeza, Patricia Melo.

Funcef apoia petição da Greenfield que solicita antecipação de pagamento da J&F

A Funcef posicionou-se a favor da petição encaminhada pela Greenfield à Justiça Federal em Brasília, na sexta-feira (20), na qual propõe que a J&F antecipe o saldo devedor do acordo de leniência firmado em 2017 até o fim do primeiro semestre deste ano. Esse saldo devedor é de R$ 11,4 bilhões em valores atualizados pelo IPCA até fevereiro, sendo R$ 3,8 bilhões referentes à reparação destinada a Funcef e Petros. Pela proposta da força-tarefa, os R$ 7,5 bilhões que cabem à União, BNDES, Caixa e fundo FI-FGTS seriam repassados ao Ministério da Saúde para financiar exclusivamente ações de combate ao coronavírus.

“A possibilidade de destinação de valores ao Ministério da Saúde não deve envolver os valores de reparação já estipulados em favor dos fundos de pensão lesados, uma vez que os idosos (no caso, que foram vitimados pelos crimes apurados na Operação Greenfield) são as pessoas mais vulneráveis à pandemia do COVID- 19, devendo receber assim proteção prioritária por parte do Estado brasileiro", diz a avaliação feita pela força-tarefa e respaldada integralmente pelo fundo de pensão.

 

 

 

Previpar renova diretoria e conselho

A Associação dos Fundos de Pensão do Paraná (Previpar) definiu, em assembleia realizada em 19 de março, a nova composição de sua diretoria e de seu conselho fiscal. Cláudia Trindade, diretora-presidente da Fusan, permanecerá à frente da Previpar por mais três anos. A dirigente passa a contar, na cúpula da organização, com os diretores executivos Jocelaine Moraes de Souza, diretora de previdência do CuritibaPrev, e Otto Armin Doetzer, diretor de administração e seguridade da Fundação Copel, que substituem Rubens Miranda Junior, diretor-presidente da Previcel, e Florício Medeiros da Costa, diretor de seguridade da Fibra.

 

Miranda passa a integrar o conselho fiscal da Previpar, ao lado de Luis Carlos Felisberto Maia, diretor administrativo e financeiro da Fundação Alpha, e Eduardo Henrique Lamers, diretor de Previdência da Mais Futuro. Os conselheiros suplentes são Celso Luiz Andretta, diretor-presidente da Fapa, e José Manuel Justo Silva, presidente da OABPrev-PR.

Ruy Gomes é nomeado para superintendência da Fapes

O economista Ruy Siqueira Gomes foi nomeado em 23 de março pelo conselho deliberativo da Fapes para assumir o cargo de diretor superintendente da EFPC no lugar de André Carvalhal. Ele é formado em Economia pela UFRJ, com MBA em Marketing pela FGV, pós-graduação em Gestão de Projetos pela George Washington University e mestrado em Administração pela PUC-IAG. Gomes atua no BNDES desde 2011 e foi Diretor de Seguridade da FAPES de setembro de 2016 a dezembro de 2017. A partir desta data, Rodolfo Torres acumula interinamente as duas Diretorias (Seguridade e Superintendência) até a aprovação e habilitação do novo Diretor Superintendente pela Previc.

Com perdas em fundos de ações, Preves investe em NTNBs de curto prazo

A Fundação de Previdência Complementar do Estado do Espírito Santo (Preves) iniciou um movimento de contenção de perdas em seu portfólio, que somava R$ 56 milhões em fevereiro, antes da crise do coronavirus, e desceu para R$ 55,5 milhões com a desvalorização dos fundos de ações nos quais investe. Com cerca de 10% do seu portfólio investido em fundos de ações, a fundação direcionou reservas entrantes de R$ 3 milhões para títulos públicos de curto prazo que pagam 4,51% de remuneração, o equivalente à sua meta atuarial.

“Se encontrarmos mais desses títulos nas mesmas condições vamos comprar e marcar na curva”, avalia Hericson Rangel, diretor de investimentos da Preves. Com a marcação na curva, o valor do título não sofre variação. O papel é uma NTNB 2020 com vencimento em agosto, um prazo muito curto para aplicação de um fundo de pensão mas suficientemente longo para permitir atravessar o pior da crise, acredita Rangel.

Uma nota divulgada pela Preves aos seus participantes informa que a entidade “está atenta e monitorando constantemente o mercado, a fim de identificar oportunidades que possam minimizar os impactos da crise, sem que haja qualquer tipo de movimento brusco de curto prazo”.

Braslight suspende financiamentos devido à pandemia

A Braslight, fundo de pensão do Grupo Light, anunciou, na última semana, a suspensão temporária das contratações e renovações de empréstimos aos seus cerca de 10,4 mil participantes ativos e assistidos. A medida, segundo a entidade, é decorrência das restrições operacionais impostas pelo trabalho remoto, padrão seguido pela equipe da casa desde 18 de março como forma de reduzir riscos de contágio pelo coronavírus Covid-19.

 

Disponíveis nas modalidades pré e pós-fixado, com prazos de pagamento de até dez anos, os financiamentos aos participantes respondiam, em outubro de 2019, por 1,63% do carteira de investimentos da Braslight, que somava à época R$ 3,46 bilhões.

Leonardo Moraes assume diretoria administrativo-financeira da Petros

O conselho deliberativo da Petros aprovou o nome de Leonardo de Almeida Matos Moraes para a diretoria administrativa e financeira, em substituição a Henrique Trinckquel. Para ser empossado na Petros, Moraes ainda precisa ser habilitado pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). Os demais integrantes da diretoria executiva foram reconduzidos aos cargos.

O novo diretor é formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), tem mestrado em Matemática, pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), e é doutorando em Engenharia de Sistemas e Computação na UFRJ. Também possui certificação FRM (Financial Risk Manager). Trabalhou na Petrobras nas áreas de Tecnologia da Informação e de Estratégia Corporativa, tendo participado da criação e estruturação da Gerência Executiva de Riscos da companhia. Moraes comandou as áreas de Riscos Estratégicos e Análises Quantitativas de Riscos da Petrobras. O novo diretor também teve passagem pela Eletrobrás na área de pesquisas para planejamento de médio prazo. Na Petros, atuou no Conselho Deliberativo em dois períodos: 2017-2018 e 2019-2020, além de compor o Comitê de Investimentos de Assessoramento ao Conselho Deliberativo.

PL recorde – A Petros encerrou 2019 acumulando o maior patrimônio de sua história, de quase R$ 108 bilhões, um crescimento de cerca de 19% em relação ao ano anterior (R$ 91 bilhões). A marca foi alcançada graças à rentabilidade dos investimentos (19,69%), a maior em 12 anos, considerando todos os planos administrados pela Fundação. Com este desempenho, o retorno líquido dos investimentos consolidados somou R$ 14,565 bilhões, mais que o dobro do resultado obtido em 2018 (R$ 6,025 bilhões).

Funpresp-Jud afasta SulAmérica da gestão de fundo exclusivo

Durou três trimestres a atuação da SulAmérica Investimentos à frente de um dos fundos exclusivos da Funpresp-Jud, a fundação de previdência complementar dos servidores públicos do Judiciário e do Ministério Público da esfera federal. O acordo foi formalmente desfeito em 18 de fevereiro, depois que os retornos do SulAmérica Forsetti FIM ficaram aquém do benchmark estabelecido pela entidade por três meses consecutivos.

 

O veículo exclusivo, que apresentava patrimônio líquido de R$ 53,7 milhões em janeiro, apresentou bom desempenho de maio a outubro, com rentabilidade acumulada de 4,09%, 1,44 ponto percentual acima do mínimo estabelecido. Desde então, só cresceu em dezembro (0,74%), ficando, no entanto, 0,76 ponto abaixo do benchmark.

 

As vagas da SulAmérica e da BB DTVM, dipensada em dezembro, como condutoras de fundos exclusivos da Funpresp-Jud serão preenchidas por meio de processo seletivo agendado para 6 de abril. O edital da licitação pode ser conferido no link https://www.funprespjud.com.br/wp-content/uploads/Transpar--ncia/Licita----es/2020/Concorrencia/ed-007-2020_administracao-carteira-valores.pdf.

Coronavírus leva Real Grandeza a incluir coberturas para vacinas em planos de saúde

Em razão da epidemia de coronavírus, a Fundação Real Grandeza, fundo de pensão dos funcionários de Furnas e da Eletrobras Termonuclear, aprovou, em caráter excepcional, a liberação de reembolso das vacinas pneumocócica 23 e Influenza (gripe) para dois de seus planos de saúde, Salutem e Salvus .

 

A vacina pneumocócica 23 foi autorizada, sem quaisquer ônus, para os beneficiários com idades a partir de 59 anos. No caso da vacina contra o vírus Influenza, liberada para beneficiários com mais de 50 anos, haverá cobrança de coparticipações.