Ativos dos 300 maiores fundos crescem 6,2%

Edição 263

Os ativos dos 300 maiores fundo de pensão do mundo cresceram 6,2% em 2013, o que significa um passo mais lento de crescimento em comparação com a taxa de 9,8% registrada em 2012. Os dados são da pesquisa realizada pela Pensions and Investments (P&I) em conjunto com a Towers Watson. Mesmo que baixo, esse é o quinto ano consecutivo que os fundos de pensão registram crescimento, totalizando US$ 14,8 trilhões entre ativos de planos de contribuição definida e de benefício definido.
Os dados mostraram ainda que a participação das carteiras dos planos de benefício definido caiu de 68,5% em 2012 para 66,7% no ano passado. O crescimento desse tipo de plano foi de 7,6% e 2,6%, respectivamente. Já os planos de contribuição definida cresceram 9,4% em 2013, enquanto os híbridos tiveram alta de 8,2%.
Os fundos brasileiros que figuraram na lista dos 300 maiores são o Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, em 39º lugar com US$ 71,7 bilhões em ativos (aproximadamente R$ 160,3 bilhões); o Petros, fundo de pensão do Sistema Petrobras, em 137º lugar e US$ 27,9 bilhões (R$ 62,3 bilhões); e o Funcef, da Caixa Econômica Federal, em 169º lugar e US$ 23,3 bilhões em ativos (R$ 52 bilhões).

Nova distribuição de superávit na Fasern

Edição 263

Após encerrar o primeiro ciclo de distribuição de superávit do plano de benefício definido (BD) no mês de julho, totalizado em aproximadamente R$ 3,4 milhões, a Fundação Cosern Previdência Complementar (Fasern) tem previsão de incluir na folha de pagamento de setembro a segunda parte da distribuição de superávit, de R$ 7,3 milhões. O rateio distribui 57% do montante para a patrocinadora Cosern e 43% para os assistidos, bem como foi feito na primeira distribuição.
A distribuição da reserva especial do plano BD da fundação foi aprovada pela Previc na Portaria 277, publicada em junho deste ano. O valor extra a ser pago a partir de setembro será dividido em 36 parcelas mensais.

Fundações ampliam investimentos estruturados

Edição 263

De acordo com estatísticas da Abrapp, os investimentos estruturados realizados pelos fundos de pensão brasileiros deram um salto nos últimos anos, chegando a R$ 20,3 bilhões em março deste ano e representando 3,1% do total do patrimônio das entidades. A Abrapp também divulgou dados da Fundação Getúlio Vargas que indicam que os cinco maiores fundos de pensão brasileiros já trabalham com uma meta de alocação de 7% a 8% de seus recursos em private equity. Até o final do ano passado, o desembolso foi de aproximadamente 2,5%.