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Sem pedágio na saída Crescimento das plataformas digitais faz com que grandes bancos e seguradoras alterem seu modelo de negócio na previdência aberta

Barboza: previdência ainda é muito concentrada, com 95% nas mãos dos bancos
Barboza: previdência ainda é muito concentrada, com 95% nas mãos dos bancos

Ao longo do segundo semestre de 2018 os grandes bancos, e também a maior parte das seguradoras, zeraram a taxa de carregamento dos fundos de previdência aberta, espécie de pedágio cobrado dos poupadores ao sacarem os recursos. A medida foi uma resposta ao crescimento das plataformas digitais abertas, que com custos menores e maior diversidade de opções começaram a incomodar as grandes instituições financeiras, que cobravam a taxa desde que se iniciou o modelo da previdência privada no país no início da década de 90.
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Apesar de queda na arrecadação, Brasilprev está otimista com 2019

A Brasilprev encerrou outubro de 2018 com R$ 254 bilhões em patrimônio e uma arrecadação de R$ 27 bilhões em seus planos, números que tiveram, respectivamente, aumento de 10% e queda de 19% em relação ao ano anterior. O aumento do patrimônio ocorreu de maneira menos acelerada em relação aos anos anteriores, muito devido ao ano conturbado de 2018, explica o presidente da Brasilprev, Marco Barros, em encontro com jornalistas realizado na última quarta-feira, 12 de dezembro, em São paulo. “Este ano foi extremamente complexo, com Copa do Mundo,

Reservas na previdência aberta crescem 13,1% no 1º semestre e chegam a R$ 787,83 bilhões

As reservas dos planos de previdência privada aberta totalizaram R$ 787,83 bilhões no primeiro semestre de 2018, valor 13,1% superior aos R$ 696,42 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pela FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida). O semestre fechou com captação líquida positiva de R$ 16,97 bilhões.

“Mesmo com a economia em marcha lenta, seguimos operando no campo da captação líquida positiva e as reservas crescendo

Demanda deve crescer Mudanças na regulamentação devem estimular procura pela previdência aberta e companhias planejam lançar novos produtos

Patrícia Pereira, Mongeral Aegon
Patrícia Pereira, Mongeral Aegon

Edição 296

 

A demanda por produtos de previdência aberta deve aumentar nos próximos meses, impulsionada principalmente pela tributação dos fundos exclusivos e pela regulamentação que o mercado espera que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) defina ainda neste ano para os investidores qualificados. Essa regulamentação permitirá a essa classe de investidores aplicar em fundos de previdência aberta com perfis mais agressivos, incluindo maior concentração em renda variável e até investimentos no e

Ao alcance de pessoas físicas Estratégias antes restritas a grandes investidores institucionais agora estão acessíveis a pessoas físicas em fundos abertos

Cláudia Simon Simonsen, do Brasil Plural
Cláudia Simon Simonsen, do Brasil Plural

Edição 291

 

O movimento de entrada de assets independentes na previdência aberta, acentuada nos últimos dois anos, está possibilitando o acesso dos investidores pessoas físicas a produtos antes restritos aos grandes investidores institucionais. Se antes, as estratégias para investidores fundos de pensão exigiam aportes mínimos pouco acessíveis às pessoas físicas, muitas vezes acima de R$ 1 milhão, agora o mercado de previdência aberta está promovendo uma espécie de democratização do mercado. Não ra

Mirando a profissionalização Com Luís Stuhlberger no comitê de investimentos, fundo Amigos da Poli quer chegar a R$ 20 milhões e montar estrutura profissional de gestão

Samuel Ponsoni de Oliveira, do Amigos da Poli
Samuel Ponsoni de Oliveira, do Amigos da Poli

Edição 290

 

Pouco depois de ultrapassar a casa de R$ 10 milhões em ativos, o maior endowment acadêmico do Brasil, o fundo patrimonial Amigos da Poli, já traça metas mais ambiciosas. Até o final do ano que vem pretende superar a casa de R$ 20 milhões e iniciar um processo de profissionalização de sua gestão. Os valores ainda são tímidos se comparados com os bilionários endowments das universidades americanas, como de Harvard, Columbia, Yale entre outras. As perspectivas, porém, de crescimento d

Um novo mercado bilionário Plataformas de investimentos como XP e Guide avançam na distribuição de fundos de previdência aberta com gestão de assets independentes

Gustavo Pires, da XP Investimentos
Gustavo Pires, da XP Investimentos

Edição 290

 

Plataformas abertas de distribuição de fundos e produtos financeiros como a XP Investimentos e a Guide encontraram um novo nicho responsável pela captação de recursos que já supera a casa dos bilhões de reais. É o nicho dos fundos de previdência aberta administrados por seguradoras e gestoras que não estão ligadas aos grandes bancos do país. Não é que essas empresas tenham descoberto tais produtos agora, mas com a evolução do mercado, com a entrada de assets independentes e a perspectiva de

Parcerias com independentes Icatu impulsiona mercado de PGBL e VGBL com gestão diferenciada; outras instituições seguem tendência para não ficar para trás 

Felipe Bottino, da Icatu Seguros
Felipe Bottino, da Icatu Seguros

Edição 289

 

Tabela 1 - Parcerias Seguradoras e Assets (em pdf)

Tabela 2 - Portabilidades (em pdf)

De olho no forte crescimento do mercado de previdência aberta, as principais assets independentes do mercado brasileiro estão firmando parcerias com seguradoras e entidades abertas ligadas aos ban

Verde cresce com parcerias com seguradoras Asset de Luís Stuhlberger ultrapassa a marca de R$ 1 bilhão em fundos PGBL e VGBL

Luiz Godinho, da Verde Asset
Luiz Godinho, da Verde Asset

Edição 289

 

A Verde Asset ultrapassou a impressionante marca de R$ 1 bilhão em dois fundos de previdência aberta. O primeiro foi lançado em dezembro de 2015 em parceria com a Icatu Seguros e agora tem R$ 677 milhões de ativos sob gestão. O segundo foi lançado em julho de 2016, em parceria com a Itaú Seguros, e já alcança R$ 337 milhões. “É um crescimento surpreendente, pois se trata de um segmento que há bem pouco tempo não conhecíamos bem e que não prevíamos entrar”, diz Luiz Godinho, re

Parceria Sicoob e Mongeral Sistema de cooperativas faz joint venture com Mongeral Aegon para criar nova seguradora que pretende oferecer apenas planos VGBL 

Helder Molina, da Mongeral
Helder Molina, da Mongeral

Edição 284

 

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou na segunda semana de agosto de 2016 o início das operações da Sicoob Seguradora de Vida e Previdência, nova seguradora do mercado resultado de uma joint venture entre a Mongeral Aegon e o Bancoob – Banco Cooperativo do Brasil, instituição financeira que faz parte do sistema Sicoob (Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil).
A nova seguradora será aberta ao público em geral, mas vai focar em um primeiro momento nos quatro milhõe