Mainnav

Marcas do conservadorismo BB DTVM mantém liderança no mercado de administração de recursos com captação mais concentrada em renda fixa e previdência aberta

Carlos André, da BB DTVM
Carlos André, da BB DTVM

Edição 282

 

Com captação mais concentrada em fundos de renda fixa e planos de previdência aberta, a BB DTVM manteve a liderança no mercado de administração de recursos com R$ 644,83 bilhões. O destaque ficou por conta dos fundos de previdência aberta, da empresa do grupo, a Brasilprev, que atingiram R$ 158,32 bilhões. Na segunda posição no ranking global de administração aparece o Itaú, com R$ 519,47 bilhões, seguido pelo Bradesco, com R$ 414,22 bilhões. As posições se mantêm inalter

Novidades na distribuição Administradores e custodiantes oferecem suporte para assets independentes que pretendem distribuir seus próprios produtos

Carlos Augusto Salamonde, do BNY Mellon
Carlos Augusto Salamonde, do BNY Mellon

Edição 280

 

Grandes instituições financeiras que atuam no segmento de administração e custódia, como BNY Mellon e Citi, preparam suas estruturas para receber uma nova demanda que deve começar a surgir no mercado nos próximos meses. Assets independentes, por conta da Instrução 558 da CVM, demonstram interesse em iniciar a distribuição própria de seus fundos de investimento, e terceirizar parte do processo aos administradores e custodiantes. A terceirização deve incluir processos operacionais que as gesto

Aposta no negócio de administração Dupla de executivos deixam sociedade na Áquila Investimentos e investem na Foco DTVM

Luís Lessi, da Foco DTVM
Luís Lessi, da Foco DTVM

Edição 279

 

Diante da crise que se instalou na economia do país, os executivos da indústria de fundos de investimentos estão procurando novos caminhos para sobreviver e, quem sabe, expandir seus negócios. Com esse objetivo, Luís Lessi e Benjamin Botelho decidiram deixar a asset onde atuaram nos últimos anos, a Áquila Investimentos, para apostar no negócio de administração fiduciária. Para isso, tornaram-se sócios majoritários da Foco DTVM e reestruturaram a empresa, com a contratação de uma equipe de qu

Mercado mais concorrido A constante troca da liderança e a chegada de players de peso devem manter aquecido o mercado de custódia e serviços para terceiros em 2015

André Bernardino, do Bradesco
André Bernardino, do Bradesco

Edição 267

 

O ano de 2014 foi um período de mudanças relevantes para os principais players que atuam no mercado de custódia no país, sendo que algumas das transformações registradas até novembro devem se cosolidar no fechamento do ano e ainda causar bastante impacto ao longo de 2015. A liderança do mercado, que ao final de 2013 estava com o Itaú Unibanco, voltou ao Bradesco em novembro de 2014 (últimos dados disponibilizados pela Anbima até o fechamento desta edição), que pela primeira vez ultrapassou a

Avanço no âmbito doméstico Com a segunda posição no ranking de custódia, Itaú avança no mercado interno enquanto fica estagnado no externo

Ricardo Soares, do Itaú
Ricardo Soares, do Itaú

Edição 267

 

Foi um ano difícil, marcado pela Copa do Mundo e pelas eleições, mas não se pode dizer que 2014 foi um ano perdido para os principais players do mercado de custódia. Na disputa palmo a palmo pela liderança desse mercado, em novembro de 2014 o Itaú tinha perdido a primeira posição para o Bradesco. A principal causa foi a estagnação da custódia de ativos do mercado externo, que empacou na casa dos R$ 170 bilhões (volume praticamente igual ao de doze meses atrás), enquanto a custódia dos a

Brasil no radar do estrangeiro Mesmo com a série de incertezas que rondam a economia brasileira, recursos custodiados de investidores externos apresentam crescimento

Don Linford, do Deutsche Bank
Don Linford, do Deutsche Bank

Edição 267

 

No mercado externo de custódia, entre os cinco primeiros colocados no ranking da Anbima, apenas o Citi, líder do segmento, conseguiu crescer ao longo de 2014, até novembro, para R$ 605,6 bilhões, alta de 30%. Os ativos proprietários da instituição sob custódia aumentaram em 116,2%, para R$ 68,4 bilhões, e os de terceiros, em 23,6%, para R$ 537,2 bilhões, segundo dados até novembro de 2014.
O Itaú Unibanco e o JP Morgan, segundo e terceiro colocados, ficaram com os ativos

Crescimento com previdência Líder do mercado, BB DTVM cresce com captação de previdência aberta e varejo; BNY Mellon reduz volume de ativos, mas prepara ofensiva comercial

Carlos Takahashi, do BBDTVM
Carlos Takahashi, do BBDTVM

Edição 267

 

A BB DTVM se manteve no topo do ranking de administração fiduciária ao apresentar crescimento de 15% no volume de ativos em 2014. Considerando o ranking da Anbima, com dados até novembro, a administradora do Banco do Brasil passou de R$ 487,28 bilhões de 2013 para R$ 569,60 bilhões no final do ano passado. O resultado considerado importante pela direção da BB DTVM foi puxado pelo aumento do fluxo positivo de recursos da previdência aberta e dos investimentos pessoa física, tanto de

Intrag ganha com a crise do Postalis

Edição 265

O processo da Fundação Postalis contra o BNY Mellon, administradora fiduciária do fundo Sovereign II que adquiriu irregularmente títulos da dívida argentina para sua carteira, está sendo bem aproveitado pelos concorrentes. Uma delas é a Intrag, empresa do Itaú direcionada à custódia e administração fiduciária, que já conquistou duas novas assets nos últimos meses e está em processo de aprovação de mais cinco que abandonaram a casa norte-americana, segundo o diretor da área de clientes institucionais do ban

BB cresce e procura parceiro Banco do Brasil mantém a liderança na área de administração de recursos e estuda parceria com novo sócio para oferecer serviço a terceiros

Carlos Massaru Takahashi, da BB DTVM
Carlos Massaru Takahashi, da BB DTVM

Edição 256

 

“Em time que está ganhando não se mexe” não é uma frase que serve para se referir à área de administração fiduciária do Banco do Brasil. O BB continua líder após um crescimento de aproximadamente 10% em 2013. Mesmo com a liderança e com um crescimento acima da média do mercado, que recuou 6% em 2013, o Banco do Brasil ainda não está satisfeito. Agora, o Banco do Brasil pretende

Progresso em meio a mudanças Apesar das dificuldades do mercado financeiro e do processo de troca de comando em 2013, BNY Mellon alcança resultado positivo

Sérgio Battaglia, do BNY Mellon
Sérgio Battaglia, do BNY Mellon

Edição 256

 

Mesmo com o processo de troca de comando do BNY Mellon no Brasil, ocorrida no segundo semestre de 2013, e com os resultados negativos dos mercados de renda fixa e variável, a instituição registrou crescimento nos segmentos de controladoria e administração fiduciária. Há uma expectativa sobre a evolução dos serviços e dos números após a demissão conjunta dos principais executivos - Zeca Oliveira, Alberto Elias, Carlos Pereira e Marcelo Pereira - que dirigiam a operação no país. Em todo caso,