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O perigo para os ativos vem do cenário externo

Edição 135

A situação internacional é responsável por 70% dos rumos do mercado de investimentos no Brasil, sendo que apenas 30% é reflexo da situação interna. Essa é a proporção traçada pela diretora de gestão da Fator Administração de Recursos, Roseli Machado, que acredita que “os 70% tem risco, por causa de uma perspectiva de deflação nas economias ricas e do medo de um agravamento da Sars nos países asiáticos”.
De acordo com ela, “o mercado está indeciso com o que vai acontecer”. Embora o Brasil esteja enfren

Câmbio bem comportado... A redução do risco País, o aumento das exportações e a compra de papéis de empresas brasileiras por investidores estrangeiros fazem a moeda norte-america apreciar-se

Edição 133

O câmbio, que chegou a valer perto dos R$ 4,00 por dólar no final do ano passado, em conseqüência principalmente das incertezas da eleição presidencial, vem caindo consistentemente desde que o candidato vitorioso, Luiz Inácio Lula da Silva, começou a anunciar o nome das pessoas que comporiam a sua equipe de governo e as diretrizes que adotaria na área econômica. De lá para cá, o câmbio desabou e chegou ao fim do mês de março abaixo da marca de R$ 3,40.
Para muitos, é surpreendente o que está acontecen

Ranking segmenta as corretoras O volume de negócios intermediados pelas corretoras que responderam à pesquisa representa quase dois terços do total operado pela Bovespa no ano passado

Edição 133

Os investidores brasileiros não tinham, até o momento, nenhum levantamento mais preciso sobre o mercado das corretoras de valores, que servisse como indicador da atuação segmentada de cada uma. Não tinham! Consciente dessa lacuna, e no objetivo de tornar os mercados de investimento cada vez mais transparentes, Investidor Institucional fez uma pesquisa entre as corretoras para obter delas as informações necessárias à elaboração de um ranking do setor, ao qual demos o nome de Top Broker.
É o primeiro le

O pulo do gato da rentabilidade está nas ferramentas de análise Dirigentes de regimes próprios participam de seminário em Belém (PA), onde se familiarizam com os modernos métodos de gestão de recursos

Edição 129

Até bem pouco tempo atrás, o consultor de investimentos Everaldo Guedes França costumava encarar regularmente uma partida de handebol como goleiro da equipe de Osasco, cidade da Grande São Paulo. Ele jogou a sua última temporada em 1996, aos 38 anos de idade. Mas, mesmo depois de abandonar as quadras, o senso de defesa e a visão geral do campo que a sua posição no time o obrigavam a ter, continua a orientá-lo na sua atividade de consultor financeiro para fundos de previdência.
Hoje, sua missão é defen

Gestores de ativos estimam crescimento para regimes próprios Empresas de asset prevêm que os regimes próprios devem apresentar uma das melhores taxas de crescimento do sistema durante os próximos anos

Edição 129

Os gestores de recursos que ainda não mergulharam de cabeça, pelo menos já estão ensaiando a entrada nesse que promete se tornar o principal mercado para as assets nos próximos anos. Os regimes próprios de previdência dos estados e municípios, com recursos estimados em cerca de R$ 16 bilhões, devem centralizar o foco das atenções dos gestores de recursos que buscam ganhar as contas de novos investidores institucionais. Tudo bem que parte considerável desse volume de recursos seja constituído, no momento, p

BB e Caixa mantem a liderança Capilaridade da rede de varejo das duas instituições garantem a liderança no sistema de previdência dos servidores públicos

Edição 129

As instituições Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal lideram com folga o segmento de gestão de recursos dos regimes próprios de previdência e continuam crescendo a passos largos. A grande capilaridade da rede de agências dos bancos estatais colocam-nos em situação de vantagem em relação às demais assets para atender os municípios. “A prospecção dos negócios é realizada pelo pessoal das agências, que acionam nossa equipe de consultores especializados em previdência que atendem todas as regiões do país”

Cinco institutos paulistas já somam perto de R$ 600 milhões Crescimento dos recursos dos institutos surpreende a muitos que não acreditavam na capacidade de desenvolvimento desse sistema

Edição 130

O crescimento dos institutos de previdência municipais tem surpreendido a muitos, que não tinham grandes expectativas quanto ao potencial dessas entidades. Números aventados pela Secretaria de Previdência Social dão conta de que os regimes próprios municipais já administram algo em torno de R$ 16 bilhões.
Apenas um pequeno grupo de 5 institutos das regiões do Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo já administram recursos de R$ 535 milhões. O instituto de São José dos Campos administra R$ 300 mil

Não temos vagas! Assets começam a demitir e a mudar o perfil do negócio, que tende a tornar-se mais técnico

Edição 124

Os fechamentos de vagas ou demissões estão por toda parte na indústria de asset, seja em consequência das consolidações acumuladas nos últimos anos, do enxugamento dos quadros por conta da queda da rentabilidade ou da mudança do perfil da indústria. Um sinal claro dessa tendência é o número de pessoas que, escolhidos por nossos leitores como os melhores profissionais do mercado financeiro, estão sendo apresentados como ex nesta edição (ver pág. 25). Dos 18 eleitos para receber o prêmio Investidor Instituci

Custódia em nova fase Depois do boom do ano passado, quando se disputou palmo a palmo a custódia dos recursos dos fundos de pensão, as empresas arrumam a casa, investem em tecnologia e buscam novos nichos

Edicão 122

Passada a fase mais aguerrida da disputa pelos recursos dos fundos de pensão, encerrada em 31 de dezembro do ano passado quando expirou o prazo dado pela Secretaria de Previdência Complementar (SPC) para que as fundações definissem o nome de seus custodiantes, a movimentação no setor continua grande. A liderança continua com o Itaú, com 27,26% do mercado, mas a adesão da Previ à custódia do Banco do Brasil colocou o banco estatal na segunda colocação, com 16,46% do mercado. Em terceiro lugar fica o Bradesc

SPC não adiará o prazo As fundações que deixaram a contratação para a última hora podem não ter tempo hábil para implantar até 10 de janeiro e terão de explicar os motivos à Secretaria

Edição 111

Os fundos de pensão terão de informar a Secretaria de Previdência Complementar (SPC) até o dia 10 de janeiro a instituição financeira contratada para fazer a custódia centralizada e o responsável pela consolidação dos ativos. Segundo o secretário José Roberto Savóia, as fundações que não estiverem com os serviços de custódia e controladoria contratados e implementados terão de explicar formalmente à SPC o motivo de não terem finalizado o processo. “Vamos exigir uma explicação formal porque a Secretaria avi