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As soluções na área de custódia

O segmento de custódia e administração de recursos, que é o tema da nossa reportagem de capa, é um dos que tem sentido de forma intensa os efeitos da queda da Selic, se não de forma não direta mas indiretamente com certeza. Com a busca de mais risco por parte dos investidores os gestores passaram a oferecer ao mercado instrumentos de investimento mais complexos e mais transparentes, e que exigem dos custodiantes soluções igualmente complexas e transparentes. Como é um mercado fabuloso, de R$ 6,4 trilhões, os investimentos tecnológicos para suprir essas exigências são também enormes. Nas conversas que nossa reportagem teve com os dirigentes da empresas que lideram esses mercados, essa relação entre queda da Selic e demanda por soluções mais complexas ficou evidente.
Apesar disso, novos competidores estão entrando no mercado. É o caso da coreana Mirae, agressiva como corretora e que promete igual agressividade na área de administração de recursos. Segundo o diretor da Mirae no Brasil, Pablo Spyer, eles vão disputar esse mercado seguindo a filosofia da casa, que é oferecer ao mercado soluções “boas e baratas”.
Esta edição de Investidor Institucional traz também reportagem sobre um movimento que ocorre hoje em alguns grandes fundos de pensão, que usaram os superávits dos últimos anos para promover uma redução das suas metas atuariais. Ou seja, preocupados com as dificuldades que serão crescentemente colocadas em seus horizontes por taxas de juros cada vez mais baixas ele resolveram cortar o mal pela raiz: reduziram suas metas.