Mainnav

Top Asset vem com mudanças

Edição 345

Este número de Investidor Institucional traz o ranking Top Asset, que nessa 49ª edição vem com algumas novidades. Na segmentação dos recursos sob gestão de cada asset, deixamos de pedir a abertura dos recursos por ativos (títulos públicos, títulos privados, ações etc) e passamos a pedir a abertura por classes (fundos de renda fixa, fundos de ações, fundos multimercados etc). O objetivo dessa mudança foi tornar mais fácil a vida de quem preenche o ranking, assim como de quem o consulta, uma vez que essa abertura do total de recursos por classes já é adotada pela Anbima e, ao seguir o modelo da associação, especificamente nesse quesito, o ranking ganha em conformidade.
Participam desse 49º ranking um total de 166 gestoras, com R$ 5,37 bilhões em recursos sob gestão. A Caixa, que recentemente cindiu sua área de gestão de fundos do banco, passando a adotar o nome de Caixa DTVM, teve uma grande quebra no total sob gestão. Isso porque a Caixa (banco) ficou como os fundos ilíquidos e apenas os fundos líquidos foram para a Caixa DTVM. No último Top Asset a Caixa aparecia com R$ 605,53 bilhões sob gestão e neste a Caixa DTVM aparece com R$ 453,03 bilhões, quase R$ 150 bilhões de diferença que são explicados por essa mudança.
Além do ranking Top Asset esta edição traz reportagem sobre as dificuldades dos fundos de pensão em bater as metas atuariais, por uma combinação perversa de inflação em alta (o IPCA acumulado já está superando 12%) com grande volatilidade do mercado de investimentos. Além disso, os investimentos no exterior que no ano passado ajudaram bastante na rentabilidade das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs), este ano está bastante fraco. Quem consegue está comprando NTNBs longas, quando as encontra, com juros acima do atuarial.
Outra reportagem a destacar nesta edição é sobre o processo de trabalho híbrido adotado pela fundação Libertas, talvez o fundo de pensão com o maior número de funcionários trabalhando em locais afastados da sua sede, localizada Em Belo Horizonte. São onze funcionários em outros estados e mais oito funcionários em cidades do interior de Minas Gerais, que não fazem parte da chamada região metropolitana de Belo Horizonte. A fundação mantem o mesmo número de funcionários mas reduziu o número de estações de trabalho (mesas, cadeiras e telefone) assim como o espaço locado no prédio que ocupa, mas aumentou a produtividade segundo Lucas Nóbrega, presidente da entidade.