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Chegou a vez do setor industrial brasileiro Rodrigo Magella

Edição 149

Apesar de todas as crises que vivemos nos últimos anos e de um ambiente de juros estratosféricos, o setor industrial brasileiro passou por um grande processo de modernização e consolidação. O resultado deste processo são empresas mais fortes financeiramente, com maior orientação ao mercado externo e capazes de tirar melhor proveito da recuperação eco-nomica agora em curso. E o mais interes-sante é que muitas delas são listadas em bolsa.
A época de “vacas magras” vivida no mercado local

Qual o melhor índice para aplicar as reservas técnicas? - Marcos de Callis

Edição 148

Para compor um portfólio, cujo objetivo de longo prazo é garantir uma rentabilidade real acima de um determinado índice de preços – como é o caso das fundações –, instrumentos que oferecem proteção contra a inflação são particularmente indicados. Títulos com essa característica não são muito comuns, nem mesmo no exterior. Nos EUA, por exemplo, a primeira emissão desse tipo, conhecido por TIPS (Treasury Inflation Protected Securities) data em janeiro de 1997. O Brasil pode se considerar um dos pioneiros do

Fundos de pensão e os multimercados Alexandre Póvoa

Edição 147

Uma verdadeira febre levou este segmento a ocupar um lugar de destaque na participação na indústria como um todo. Segundo dados da Anbid, em maio deste ano, dos R$ 540 bilhões aplicados em fundos de investimento, cerca de R$ 150 bilhões (30%) encontravam-se alocados na categoria multimercados.
A peça de marketing “ganhar sempre, na alta ou na baixa” sofreu duro golpe no primeiro semestre de 2004. Em um movimento comum a qualquer mercado florescente, multiplicaram-se os gestores e as promessas de “rend

O impacto da reforma da previdência nos municípios brasileiros Gustavo de Oliveira Barbosa

Edição 146

A Reforma da Previdência, aprovada em dezembro de 2003, trouxe a necessidade de os futuros servidores públicos entrarem no mercado de previdência complementar.
Caberá ao Ente Público a decisão de implantar o teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e, conseqüentemente, a instituição da Previdência Complementar Fechada para seus servidores. Esta decisão deverá ser pautada em análises técnicas quanto à sua viabilidade, pois estas determinarão se é viável ou não constituir sua Entidade Fechada d