Mainnav

As resolu√ß√Ķes do CMN e as metas atuariais Claudenir Vieira da Silva

Edição 210

O CMN - Conselho Monet√°rio Nacional, desde 1999, vem normatizando os investimentos dos Regimes Pr√≥prios de Previd√™ncia Social (RPPS), procurando atender aos interesses da pol√≠tica econ√īmica do governo, ao mesmo tempo em que se preocupa com a meta atuarial dos RPPS. Recentemente, o CMN substituiu a Resolu√ß√£o 3.506/07 pela Resolu√ß√£o 3.790/09. Fazendo um paralelo entre as duas resolu√ß√Ķes, podemos notar por um lado alguns avan√ßos, mas tamb√©m alguns retrocessos na Resolu√ß√£o CMN 3.79

Vida nova para os investimentos das EFPC Luiz Augusto Britto de Macedo

Edição 209

No dia 24 de setembro foi editada a Resolu√ß√£o CMN 3.792/09, relativa √†s diretrizes de aplica√ß√£o dos recursos garantidores dos planos administrados pelas EFPC. A nova legisla√ß√£o revogou por completo as Resolu√ß√Ķes 3.456/07, 3.558/08 e 3.652/08. Enfim, j√° era tempo.
As EFPC aguardavam com grande ansiedade a chegada da nova resolu√ß√£o, motivo pelo qual o assunto foi objeto de diversas discuss√Ķes no 30¬ļ Congresso Brasileiro de Fundos de Pens√£o, realizado logo ap√≥s a edi√ß√£o da me

O advento da Previc para a Previdência Complementar Guilherme Lacerda

Edição 208

Os fundos de pens√£o est√£o com a aten√ß√£o voltada para os desdobramentos da vota√ß√£o do PLC n¬ļ 136/2009, que trata da cria√ß√£o da Superintend√™ncia Nacional de Previd√™ncia Complementar (Previc).Aprovado pela Comiss√£o de Assuntos Econ√īmicos (CAE) do Senado Federal, o texto dever√° passar, ainda, pelas comiss√Ķes de Assuntos Sociais (CAS) e Constitui√ß√£o e Justi√ßa (CCJ) e retornar

A difícil escolha entre os custos e controles de gestão Carlos Alberto Barros e Cecília Harumi

Edição 207

A rotina do mercado financeiro por si só coloca à prova diariamente a gestão e a administração de investimentos. A adoção da estrutura financeira mais adequada não escapa desse processo, principalmente, quando se trata da exclusividade de investimentos dos recursos garantidores da entidade no mercado.Recomenda-se a opção pelo fundo de investimento exclusivo como estrutur

Impactos da desindexa√ß√£o da economia nas funda√ß√Ķes Jorge Jo√£o Sobrinho

Edição 206

A queda da taxa real de juros no Brasil traz para o nosso contexto o desafio de viver sem os altos ganhos financeiros, com baixo risco, vividos na economia até recentemente, e leva o País a uma situação similar à realidade das economias mais consolidadas.A queda dos juros era esperada há muito tempo, entretanto, alguns aspectos da economia brasileira ainda precisam de re

A queda da taxa de juros e a meta atuarial das funda√ß√Ķes Ana Cristina Gon√ßalves da Costa Boicenco

Edição 205

Pela primeira vez em d√©cadas os juros nominais est√£o abaixo de dois d√≠gitos. A queda da Selic foi r√°pida e induzida por circunst√Ęncias que em grande parte est√£o relacionadas com acontecimentos externos, criando incongru√™ncias. O perfil das carteiras dos poupadores refletia uma realidade diferente, ditada pelos requisitos do processo de estabiliza√ß√£o.
Tendo que se impor ao ajuste lento dos desequil√≠brios das contas p√ļblicas, a ancoragem dos pre√ßos pressup√īs a atua√ß√£o incisi

Em defesa da governança praticada pela Previ Renato Chaves

Edição 204

Em tempos de crise observamos o surgimento de alguns questionamentos relacionados com a atua√ß√£o dos fundos de pens√£o no Brasil, colocando em d√ļvida sua capacidade de fiscalizar a gest√£o das empresas de capital aberto e at√© seu real compromisso com a dissemina√ß√£o das boas pr√°ticas de governan√ßa corporativa.
O presente artigo busca provar que, em muitos casos, tais questionamentos s√£o feitos sem a devida pesquisa documental ou, pior ainda, s√£o formulados com completo desconh

Despesas administrativas: uma contribuição ao debate Newton Carneiro da Cunha

Edição 203

A Lei Complementar n¬ļ 109/2001, que disp√Ķe sobre o Regime de Previd√™ncia Complementar, em seu artigo 3¬ļ determina que a a√ß√£o do Estado, seja na normatiza√ß√£o, seja na fiscaliza√ß√£o, al√©m de buscar a preserva√ß√£o da liquidez, solv√™ncia e equil√≠brio de cada plano de benef√≠cios, dever√° tamb√©m faz√™-lo para as atividades administrativas das Entidades, inclusive no que toca a limites, controles e transpar√™ncia de informa√ß√Ķes sobre os gastos com sua gest√£o.
Assim, entendemos que a e

Investimentos de Funda√ß√Ķes com Base em Risco/Retorno1 Alexandre Lowenkron e C√©sar Arag√£o

Edição 202

Investimentos de Funda√ß√Ķes com Base em Risco/Retorno1 Como adequar a gest√£o de investimentos √†s peculiaridades dos fundos de pens√£o? Neste artigo apresentamos um modelo que otimiza a rela√ß√£o risco/retorno apropriada aos fundos de pens√£o e ao mesmo tempo incorpora a opini√£o subjetiva do gestor.As primeiras dificuldades que surgem na utiliza√ß√£o pr√°tica dos modelos, mesmo o

Os Avan√ßos das Funda√ß√Ķes e as Pr√≥ximas Provid√™ncias Jos√© Edson Cunha J√ļnior

Edição 201

O grau de amadurecimento dos fundos de pens√£o pode ser mensurado pela significativa evolu√ß√£o de sua legisla√ß√£o, seja no que se refere √†s quest√Ķes de governan√ßa, √†s regras de aplica√ß√£o de seus recursos garantidores e √†s regras de precifica√ß√£o dos ativos de investimentos, bem como √†s regras de tributa√ß√£o no imposto sobre a renda.√Č oportuna a preocupa√ß√£o do segmento de prev