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PRI ganha ades√Ķes de mais quatro brasileiros

Quatro ades√Ķes registradas em outubro elevaram para 72 o total de organiza√ß√Ķes brasileiras signat√°rias do Principles for Responsible Investment (PRI), comunidade global que, com a chancela da Organiza√ß√£o das Na√ß√Ķes Unidas (ONU), √© voltada √† defini√ß√£o e √† implanta√ß√£o de conceitos e pr√°ticas de investimentos sustent√°vis. O quarteto de estreantes √© formado por duas gestoras, 4 UM Investimentos e Mogno Capital Investimentos, um fundo de pens√£o, a Funda√ß√£o Atl√Ęntico de Seguridade Social, e a Alpina Agente Aut√īnomo de Investimentos.
O Brasil ocupa a 13¬™ posi√ß√£o no ranking do PRI, liderado por Estados Unidos e Reino Unido, com 657 e 529 ades√Ķes. Os 3,4 mil signat√°rios do movimento respondem pela gest√£o de cerca de US$ 103 trilh√Ķes.

LAB ingressa em grupo de meio ambiente da ONU

O Laborat√≥rio de Inova√ß√£o Financeira (LAB), integrado pela Associa√ß√£o Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Comiss√£o de Valores Mobili√°rios (CVM), tornou-se nesta sexta-feira (09/10) o 31¬ļ membro da Rede Internacional de Centros para a Sustentabilidade Financeira (FC4S, na sigla em ingl√™s). Criado em 2017 por iniciativa do Programa das Na√ß√Ķes Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o FC4S tem por objetivo capacitar centros financeiros na implanta√ß√£o de princ√≠pios e pr√°ticas sustent√°veis. Seus associados respondem por 80% dos mercados de a√ß√Ķes globais, representando US $ 61,3 trilh√Ķes em capitaliza√ß√£o de mercado de a√ß√Ķes.
‚ÄúA ades√£o ao FC4S, al√©m de gerar mais visibilidade internacional ao bem-sucedido trabalho do LAB, que promove o debate das finan√ßas sustent√°veis no Brasil, vai permitir uma frut√≠fera troca de experi√™ncias sobre finan√ßas sustent√°veis e intera√ß√£o com outros representantes de centros financeiros preocupados com as tem√°ticas de finan√ßas verdes e mudan√ßa clim√°tica‚ÄĚ, comenta Jos√© Alexandre Vasco, superintendente de prote√ß√£o e orienta√ß√£o aos investidores da CVM, que ser√° a representante do LAB, cuja sede √© na Su√≠√ßa.
A Europa lidera o quadro de associados do FC4S, com 12 membros, seguida pela √Āsia, com oito. O LAB √© o quarto integrante das Am√©ricas e o primeiro da Am√©rica do Sul. Entre os compromissos da entidade est√£o "a promo√ß√£o de a√ß√Ķes estrat√©gicas em finan√ßas verdes e sustent√°veis, o compartilhamento de conhecimento para capacita√ß√£o humana, incluindo a medi√ß√£o no que diz respeito √† contribui√ß√£o do centro financeiro para a√ß√Ķes clim√°ticas e desenvolvimento sustent√°vel, a coopera√ß√£o para a expans√£o do pipeline de ativos e produtos verdes e o trabalho com outros reguladores municipais, regionais, nacionais e internacionais para construir condi√ß√Ķes favor√°veis para as finan√ßas verdes e sustent√°veis‚ÄĚ, observa Vasco.

 

Riscos ambientais ameaçam mercado financeiro, diz agência dos EUA

ventoUm relat√≥rio divulgado na √ļltima quarta-feira (09/09) pela Commodity Futures Trading Comission (CFTC), ag√™ncia dos Estados Unidos que regula os mercados de futuros e op√ß√Ķes, considera que a mudan√ßa clim√°tica representa riscos para o sistema financeiro e coloca em xeque a capacidade de sustenta√ß√£o do crescimento econ√īmico de longo prazo. Intitulado ‚ÄúGerenciando o risco clim√°tico no sistema financeiro dos EUA‚ÄĚ, o trabalho, de 196 p√°ginas, foi elaborado por um subcomit√™ da CFTC e recebeu aprova√ß√£o un√Ęnime, sem ressalvas, dos 34 integrantes do grupo, que inclui institui√ß√Ķes como Citigroup, BNP Paribas e JP Morgan Chase, al√©m de fundos de pens√£o como o California Public Employees' Retirement System (Calpers), e organiza√ß√Ķes ambientais como OS-Climate e The Nature Conservancy.
‚ÄúComo vimos nas √ļltimas semanas, eventos clim√°ticos extremos continuam varrendo o pa√≠s, desde os inc√™ndios violentos no oeste at√© tempestades devastadoras no meio-oeste e os furac√Ķes da costa do golfo do M√©xico. Essa tend√™ncia ‚Äď que est√° se tornando cada vez mais nosso novo normal ‚Äď provavelmente continuar√° a piorar em frequ√™ncia e intensidade como resultado de uma mudan√ßa no clima‚ÄĚ, comentou o comiss√°rio Rostin Behnam, um dos cinco integrantes da c√ļpula da CFTC, no lan√ßamento do texto. ‚ÄúAgora, com este relat√≥rio em m√£os, os formuladores de pol√≠ticas, reguladores e partes interessadas podem iniciar o processo de tomar medidas ponderadas e intencionais para a constru√ß√£o de um sistema financeiro resiliente ao clima, que prepare o nosso pa√≠s para as d√©cadas que vir√£o.‚ÄĚ
O trabalho da CFTC analisa amea√ßas e apresenta propostas de solu√ß√Ķes para cinco segmentos: bancos comercias e de investimentos, seguradoras, agentes fiduci√°rios, gestores e investidores institucionais, como fundos de pens√£o. Com rela√ß√£o a estes √ļltimos, aconselha, entre outras provid√™ncias, a incorpora√ß√£o de an√°lises de riscos clim√°ticos nos processos de triagem e sele√ß√£o de gestores externos. ‚ÄúOs propriet√°rios de ativos tamb√©m podem recorrer a gestores tem√°ticos, especializados em energias limpas ou com foco em transporte sustent√°vel‚ÄĚ, diz o texto.
O relat√≥rio apresenta 53 recomenda√ß√Ķes gerais, em sua maioria direcionadas a √≥rg√£os do governo dos Estados Unidos e √† pr√≥pria Casa Branca, como o estabelecimento de um pre√ßo para o carbono, a integra√ß√£o de crit√©rios de an√°lises de riscos ambientais na formula√ß√£o de pol√≠ticas fiscais e a aproxima√ß√£o com organiza√ß√Ķes de finan√ßas e seguros ligadas √† temas clim√°ticos.
Comandada por tr√™s republicanos e dois democratas, todos indicados pelo presidente Donald Trump, a CFTC assume, assim, uma postura frontalmente contr√°ria √† da administra√ß√£o federal, que nega as mudan√ßas clim√°ticas em curso no planeta. N√£o por acaso, portanto, alguns dos autores do relat√≥rio rec√©m-lan√ßado, revelou o jornal The New York Times, acreditam que as suas recomenda√ß√Ķes ser√£o ignoradas se Trump alcan√ßar a reelei√ß√£o, em novembro. Por outro lado, os mesmos entrevistados demonstram confian√ßa de que o trabalho possa se tornar uma refer√™ncia para o governo caso o candidato democrata Joseph Biden leve a melhor na disputa.

PRI ganha ades√Ķes de quatro assets brasileiras entre maio e julho

As ades√Ķes de quatro gestoras ‚Äď Navi Capital, Velt Partners, Explora e Bresco ‚Äď elevaram para 66, entre maio e julho, o total de signat√°rios brasileiros ao Principles for Responsible Investments (PRI), comunidade global que, com a chancela da Organiza√ß√£o das Na√ß√Ķes Unidas (ONU), √© voltada √† defini√ß√£o e √† implanta√ß√£o de conceitos e pr√°ticas de investimentos sustent√°veis. Outras seis assets nacionais endossaram o PRI desde o in√≠cio do ano.
O Brasil √© o 13o colocado no ranking do movimento. Deixou para tr√°s a √Āfrica do Sul (60) e segue logo atr√°s de Luxemburgo (68), mas tem a sua posi√ß√£o amea√ßada pela It√°lia, que realizou 12 ades√Ķes desde janeiro e j√° soma 64. Estados Unidos, Reino Unido e Fran√ßa s√£o os maiores apoiadores do PRI, com 617, 498 e 266 signat√°rios.

Mour√£o se compromete com metas semestrais contra o desmatamento

hamilton mourao1Em reuni√£o por videoconfer√™ncia ocorrida nesta sexta-feira (10/07) com o vice-presidente da Rep√ļblica, Hamilton Mour√£o, um grupo de representantes do setor empresarial brasileiro criticou o processo de desmatamento ilegal e de queimadas na Amaz√īnia. O grupo apresentou a proposta de maior participa√ß√£o do Conselho Nacional da Amaz√īnia em pol√≠ticas que induzam a uma retomada verde da economia, para um cen√°rio de baixo carbono, ressaltando ao vice-presidente que o desmatamento ilegal prejudica os neg√≥cios.
O vice-presidente Mour√£o, que tamb√©m preside o Conselho Nacional da Amaz√īnia Legal, afirmou que a reuni√£o abre um canal de di√°logo entre o governo e o setor privado e que est√° 100% alinhado com as propostas levadas a ele pelos empres√°rios. Ele comprometeu-se a assumir e anunciar metas semestrais contra o desmatamento, queimadas e grilagem.
Participaram da reuni√£o Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustent√°vel (CEBDS); Marcello Brito, presidente da Associa√ß√£o Brasileira do Agroneg√≥cio (Abag); Jos√© Carlos Fonseca, diretor executivo da Ind√ļstria Brasileira da √Ārvore (Ib√°); Jo√£o Paulo, CEO Am√©rica Latina da Natura; Water Schalka, CEO da Suzano; Andr√© Araujo, CEO da Shell; Paulo Sousa, CEO da Cargill; Marcos Antonio Molina dos Santos, presidente do Conselho de Administra√ß√£o da Marfrig; Candido Botelho Bracher, CEO do Ita√ļ; e Luiz Eduardo Osorio, diretor-executivo de Rela√ß√Ķes Institucionais, Comunica√ß√£o e Sustentabilidade da Vale.

Potencial de neg√≥cios ‚Äď Estudo publicado no ano passado pela revista Perspectives in Ecology and Conservation e endossado por mais de 407 cientistas brasileiros, de 79 institui√ß√Ķes de pesquisa, aponta que os 270 milh√Ķes de hectares de vegeta√ß√£o nativa preservados na Amaz√īnia em propriedades rurais - entre √°reas desprotegidas e de Reserva Legal - rendem ao Brasil R$ 6 trilh√Ķes ao ano em servi√ßos ecossist√™micos, como poliniza√ß√£o, controle de pragas, seguran√ßa h√≠drica, produ√ß√£o de chuvas e qualidade do solo.
Relat√≥rio da Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Servi√ßos Ecossist√™micos sobre restaura√ß√£o de paisagens aponta que um hectare de floresta em p√© na Amaz√īnia, por exemplo, gera em m√©dia R$ 3,5 mil por ano e no cerrado em torno de R$ 2,3 mil por ano. Em sistemas agroflorestais esse rendimento pode chegar a mais de R$ 12 mil anuais. J√° o mesmo hectare desmatado para a pecu√°ria daria um lucro de R$ 60 a R$ 100 por ano. Se usado para soja, o valor seria de R$ 500 a R$ 1 mil por ano.

Empres√°rios brasileiros se reunir√£o com Mour√£o para discutir Amaz√īnia

Ap√≥s se reunir na manh√£ de hoje (09/07) com assets globais para discutir o tema das queimadas e do desmatamento na regi√£o amaz√īnica, o vice-presidente da Rep√ļblica, Hamilton Mour√£o, se re√ļnir√° amanh√£ (10/07) com um grupo de representantes do setor empresarial brasileiro. O objetivo do encontro √© discutir medidas efetivas de combate ao desmatamento ilegal no pa√≠s, entre outros pontos. Os empres√°rios v√£o levar ao governo solu√ß√Ķes e pol√≠ticas p√ļblicas que podem induzir o desenvolvimento de uma agenda de neg√≥cios de baixo carbono.
A reuni√£o ser√° fechada e, como aconteceu na reuni√£o com as assets globais, tamb√©m ser√° por v√≠deo confer√™ncia. Al√©m de Hamilton Mour√£o, participam do encontro Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustent√°vel (CEBDS); Marcello Brito, presidente da Associa√ß√£o Brasileira do Agroneg√≥cio (Abag); Paulo Hartung, presidente da Ind√ļstria Brasileira da √Ārvore (Ib√°); Jo√£o Paulo, CEO Am√©rica Latina da Natura; Water Schalka, CEO da Suzano; Andr√© Araujo, CEO da Shell; Paulo Sousa, CEO da Cargill; Marcos Antonio Molina dos Santos, presidente do Conselho de Administra√ß√£o da Marfrig; Candido Botelho Bracher, CEO do Ita√ļ; e Luiz Eduardo Osorio, diretor-executivo de Rela√ß√Ķes Institucionais, Comunica√ß√£o e Sustentabilidade da Vale.
A reuni√£o de amanh√£ foi confirmada depois que veio a p√ļblico o Comunicado do Setor Empresarial Brasileiro, documento divulgado na √ļltima ter√ßa-feira (07/07) em que empres√°rios brasileiros de v√°rios setores cobram do governo medidas para a redu√ß√£o do desmatamento e preserva√ß√£o do meio ambiente. O documento foi protocolado pelos empres√°rios no Conselho Nacional da Amaz√īnia Legal e Vice-Presid√™ncia da Rep√ļblica, Supremo Tribunal Federal, Senado Federal, C√Ęmara dos Deputados e Procuradoria Geral da Rep√ļblica.
Ap√≥s o protocolo do documento, outras sete empresas e uma institui√ß√£o aderiram √† ele nesta semana: BRF, CBA (Companhia Brasileira de Alum√≠nio), Equinor, Grupo Botic√°rio, MOSS, Palladium e WayCarbon, al√©m da Rede Brasil do Pacto Global. Com isso, o posicionamento ‚Äď que √© aberto e busca o maior engajamento poss√≠vel ‚Äď conta com a ades√£o de 47 grandes companhias e grupos empresariais e cinco institui√ß√Ķes.

Assets globais discutiram as queimadas na Amaz√īnia com Mour√£o

queimadas amazoniaRepresentantes da Storebrand Asset Management, da Noruega, Nordea Asset Management e SEB Investment Management, esses dois √ļltimos da Su√©cia, participaram na manh√£ desta quinta-feira (09/07) de videoconfer√™ncia com o vice-presidente Hamilton Mour√£o e ministros para discutir o recrudescimento das queimadas na Amaz√īnia. Os gestores globais amea√ßam retirar recursos do Brasil se n√£o forem adotadas a√ß√Ķes para conter as a√ß√Ķes contra o mei ambiente no Brasil.
Além da Storebrand, da Nordea e da SEB, também participaram da videoconferência a Legal and General Investment Management, do Reino Unido;
A KLP, da Noruega; a Robeco, dos Países Baixos; a AP2 Second Swedish National Pension Fund, da Suécia; e o Sumitomo Mitsui Trust Asset Management, do Japão.
Segundo o principal executivo da Storebrand, Jan Erik Saugestad, as gestoras apresentaram ao governo brasileiro uma pauta de cinco pontos que consideram importantes para avaliar o compromisso da política ambiental brasileira com a sustentabilidade. Os cinco pontos são os seguintes:
Redução significativa nas taxas de desmatamento;
Aplicação do Código Florestal;
Prevenção de incêndios nas áreas florestais, ou nas proximidades, a fim de evitar a repetição do que ocorreu em 2019;
Acesso p√ļblico a dados sobre desmatamento, cobertura florestal, posse e rastreabilidade das terras que produzem commodities;
Eficiência dos órgãos de fiscalização brasileiros para fazer cumprir a legislação ambiental e de direitos humanos.

Relatórios do RMI ajudam a reconstruir economia de baixo carbono

paineis solaresO Rocky Mountain Institute (RMI), entidade americana dedicada a estudos, pesquisas e publica√ß√Ķes, produziu uma s√©rie de seis relat√≥rios sobre o tema Est√≠mulos e Recupera√ß√£o Verdes destinados a orientar respostas nacionais √† crise econ√īmica causada pela COVID-19. A s√©rie apresenta orienta√ß√Ķes para investimentos em est√≠mulo e recupera√ß√£o que podem ajudar os pa√≠ses a reconstruir e promover economias de baixo carbono da melhor maneira, garantindo um futuro mais limpo, saud√°vel, justo e resiliente.
Os relat√≥rios apresentam recomenda√ß√Ķes espec√≠ficas para pa√≠ses e regi√Ķes, destacando investimentos e a√ß√Ķes pol√≠ticas espec√≠ficas para os Estados Unidos, China, √ćndia, √Āfrica Subsaariana e Caribe. "Investimentos em est√≠mulo e recupera√ß√£o ser√£o essenciais para nossa reconstru√ß√£o coletiva", disse o presidente-executivo da RMI, Jules Kortenhorst. "Se esses investimentos forem estrategicamente dirigidos, eles poder√£o nos ajudar a enfrentar simultaneamente a atual crise e a crise clim√°tica".
Os seis relatórios da Série Estímulo e Recuperação Verdes são:
Princípios de estímulo global: a economia que construímos não deve ser a mesma economia que descarbonizamos.
Estrat√©gia de est√≠mulo para os EUA: recomenda√ß√Ķes para a recupera√ß√£o econ√īmica com carbono zero.
Realização de uma recuperação verde na China: colocar a eletrificação de carbono zero em destaque.
Est√≠mulo verde para o Caribe: recursos energ√©ticos resilientes distribu√≠dos podem ajudar na cria√ß√£o de empregos e diversifica√ß√£o econ√īmica.
Rumo √† economia de energia limpa: oportunidades p√≥s-COVID-19 para os setores de energia e mobilidade da √ćndia.
Est√≠mulo de recupera√ß√£o verde na √Āfrica: um trampolim para maior resili√™ncia e crescimento econ√īmico locais.
O download dos relatórios pode ser feitos através do link https://rmi.org/stimulus-white-papers

Brasil √© 13¬ļ no ranking do Principles for Responsible Investment

O Brasil segue a disputar com √Āfrica do Sul e Luxemburgo o 12¬ļ lugar no ranking de filia√ß√Ķes ao Principles for Responsible Investment (PRI), comunidade global que, com a chancela da Organiza√ß√£o das Na√ß√Ķes Unidas (ONU), √© voltada √† defini√ß√£o e √† implanta√ß√£o de conceitos e pr√°ticas de investimentos sustent√°veis. Com as ades√Ķes, entre mar√ßo e abril, de Investcoop, 4Um Investimentos, Fapes e Hix Investimentos, as organiza√ß√Ķes brasileiras signat√°rias do PRI somam agora 64, ocupando o 13¬ļ posto, espremidas entre as luxemburguesas (63) e sul-africanas (65).
Estados Unidos e Reino Unido são, de longe, as principais forças do PRI, com mais de mil filiados. Confira abaixo os dez países que contabilizam os maiores contingentes de signatários.

1) Estados Unidos - 566
2) Reino Unido - 462
3) França - 252
4) Austr√°lia - 166
5) Canad√° - 159
6) Alemanha - 127
7) Holanda - 126
8) Suíça - 120
9) Suécia - 108
10) Jap√£o - 82

Genial reverte corretagem para a√ß√Ķes de combate ao coronav√≠rus

A Genial, plataforma eletr√īnica de investimentos do Grupo Plural (ex-Brasil Plural), vai reverter toda a receita l√≠quida de corretagem desta semana (16 a 20 de mar√ßo) para a√ß√Ķes de combate ao coronav√≠rus. Os recursos ser√£o doados para a Funda√ß√£o Amor Horizontal (FAH), ONG que oferece apoio e cuidados para milhares de crian√ßas em projetos sociais parceiros.

 

A FAH conta com mais de 50 ONGs parceiras cadastradas e certificadas pelo selo de qualidade do padr√£o de projetos desenvolvidos. Os recursos que ser√£o entregues pela Genial ser√£o utilizados em duas iniciativas: a doa√ß√£o de cestas b√°sicas com alimentos e produtos de higiene como sabonete, √°lcool gel e desinfetante; doa√ß√Ķes de produtos e equipamentos para os projetos Hospital Cruz Verde e Nosso Sonho, refer√™ncias no atendimento a pacientes, crian√ßas e adultos, com paralisia cerebral.