Área jurídica da Petros gerencia ações contra ex-dirigentes

A área jurídica da Petros passa a ter um papel mais estratégico na vida da fundação, passando a gerenciar as atividades das Comissões Internas de Apuração (CIAs), criadas para averiguar eventuais irregularidades em investimentos passados, assim como a contratação de escritórios especializados em assessoramento criminal e cível em possíveis ações contra pessoas físicas e jurídicas. Também foi criada um canal interno para atuar na responsabilização, civil e criminal, dos ex-dirigentes envolvidos nas irregularidades.

“A gestão do Jurídico da Petros vive um momento de revisão de conceitos, passando por uma verdadeira mudança de mindset e de cultura organizacional, em busca de alta performance, com foco em gestão de pessoas e resultados”, destacou a gerente executiva do Jurídico da Petros, Roberta Salvador.

Em outubro do ano passado a Petros ingressou com requerimento junto à 22ª Vara da Justiça Federal, em Brasília, para atuar como assistente do Ministério Público Federal (MPF) em quatro processos de improbidade administrativa movidos pelo órgão contra ex-gestores por atos ilegais que tenham causado prejuízos à Fundação – todos envolvendo ativos investigados pela Operação Greenfield.

Segundo a gerente do Jurídico da Petros, a fundação também está utilização robótica para auxiliar na elaboração de cálculos judiciais, apoiando e subsidiando através de um sistema conhecido como RPA (Robotic Process Automation) as defesas e as petições dos escritórios contratados.


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