Mainnav

Brasilprev ultrapassa Previ Empresa de previdência do Banco do Brasil e do grupo global Principal supera o fundo de pensão Previ em volume de ativos sob gestão

Mariane Bottaro, superintendente de gestão estratégica da Brasilprev
Mariane Bottaro, superintendente de gestão estratégica da Brasilprev

Edição 283

 

A Previ do Banco do Brasil já não é o maior fundo de previdência complementar do país. O posto que foi ocupado nas últimas décadas pelo fundo de pensão dos funcionários do BB foi desbancado pela Brasilprev, que alcançou R$ 168,0 bilhões em maio de 2016. A empresa de previdência aberta controlada pelo próprio Banco do Brasil e pelo Principal Financial Group (PFG), uma companhia global com matriz nos EUA, vem crescendo a passos largos com um aumento médio anual de 31% no volume de ativos

Impulso com a reforma da previdência BB Seguridade prevê que mudanças na Previdência podem beneficiar companhia

Marcelo Labuto, BB Seguridade
Marcelo Labuto, BB Seguridade

Edição 283

 

A reforma da previdência, que pode trazer entre as alterações ventiladas no mercado até o momento, uma redução dos benefícios pagos, e o estabelecimento de uma idade mínima para aposentadoria, podem beneficiar a BB Seguridade. Ao menos essa é a previsão do presidente da empresa, Marcelo Labuto. “Enxergo com muitos bons olhos essa discussão da reforma da previdência. Nossa expectativa é que ela venha trazer uma significativa alteração na indústria como um todo, e acreditamos que nosso negócio

Um mercado fora da crise Com crescimento mesmo na recessão, planos abertos se tornam alvo de patrocinadoras que estudam encerrar fundos fechados

Mauro Guadagnoli, da Brasilprev
Mauro Guadagnoli, da Brasilprev

Edição 282

 

São poucos os setores da economia que continuam em crescimento mesmo com a derrocada do PIB em 2015 e 2016. A previdência privada aberta é um deles. No primeiro trimestre deste ano, os planos de previdência aberta tiveram aportes de R$ 21,5 bilhões, um crescimento de 5,7% na comparação com igual período do ano anterior. A captação líquida, a diferença entre depósitos e resgates, somou R$ 8,1 bilhões, de acordo com a Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que

VGBL com ativos no exterior Novo limite da previdência aberta para investir no exterior deve provocar maior competitividade entre os gestores que oferecem opções globais

Marcelo Mello, da SulAmérica Invest.
Marcelo Mello, da SulAmérica Invest.

Edição 281

 

As mudanças trazidas pela Resolução número 4.444 do Conselho Monetário Nacional (CMN), que entrou em vigor na segunda semana de maio, ampliaram as possibilidades de investimento na previdência privada aberta e entre as seguradoras. Os agentes que atuam no segmento avaliam que a permissão para aplicar em ativos no exterior por parte dos produtos VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) deve ser uma das alterações de maior impacto no mercado.
“A Res

Sulamérica e Brasil Plural lançam PGBL e VGBL

Edição 280

A Sulamérica Previdência firmou parceria com o Brasil Plural para o lançamento de dois fundos de renda fixa. Os fundos serão disponibilizados em três planos de previdência da Sulamérica: o Sulamérica Prestige, o Sulamérica Previdência e o Sulamérica Educaprevi. O investimento pode ser feito tanto por VGBL como por PGBL. Os fundos buscam superar o CDI e a estratégia prevê alocação em títulos públicos federais e de crédito privado. Para quem detém o plano de previdência Sulamérica Prestige, o aporte inicial

Flexibilização para as abertas Novos limites de investimento para previdência aberta chegam em momento de conservadorismo, mas modernizam mercado

Osvaldo Nascimento, da Fenaprevi
Osvaldo Nascimento, da Fenaprevi

Edição 277

 

A resolução nº 4.444, do Conselho Monetário Nacional (CMN), trouxe melhores perspectivas de investimento para a previdência aberta. Substituindo a resolução nº 3.308, a nova norma permite maior flexibilidade devido à ampliação do limite de investimentos em renda variável e permissão para aplicações no exterior, antigos pleitos reivindicados pelo mercado. Apesar de satisfeito com a mudança, o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), Osvaldo Nascimento, desta

Verde e Icatu lançam fundo para PGBL e VGBL

Edição 277

A Icatu Seguros e a Verde Asset fecharam parceria para estruturação de um fundo multimercado. Com gestão ativa da Verde em diversas classes de renda fixa, ações e moedas, a expectativa é captar R$200 milhões em um ano. O fundo será lançado em dezembro para planos PGBL e VGBL, possui taxa de administração de 2% e buscará rentabilidade acima do Certificado de Depósito Interbancário - CDI.
De acordo com Felipe Bottino, gerente de produtos de previdência da Icatu Seguros, apesar da aplicação mínima no fun

Previdência aberta em alta Crescimento dos planos PGBL e VGBL levará a uma superação dos planos fechados, junto com a abertura de novos limites para os investimentos

Helder Molina, da Mongeral Aegon
Helder Molina, da Mongeral Aegon

Edição 276

 

A previdência aberta vem galgando um caminho para crescimento de maneira acelerada. De acordo com dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), o setor encerrou o 1º semestre com R$ 485,8 bilhões em ativos. Apesar de continuar atrás da fechada, que terminou o período com R$ 733 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira de Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), a tendência é que esse quadro seja revertido e que os planos abertos ultrap

Mudanças do CMN são bem recebidas Nova resolução flexibiliza prazos e traz uso de derivativos nos fundos de previdência aberta

Osvaldo Nascimento, da FenaPrevi
Osvaldo Nascimento, da FenaPrevi

Edição 269

 

As mudanças promovidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na indústria da previdência aberta, com a aprovação da Resolução 4402, de março de 2015, que estimula o alongamento dos prazos dos investimentos, foi bem recebida pelo sistema. Segundo o presidente da FenaPrevi, Osvaldo Nascimento, as entidades abertas estavam “intranquilas” com a resolução que vigorava até então, a 4176 de janeiro de 2013.
A resolução anterior, explica Nascimento, já previa o alongamento dos prazos dos inves

Cresce arrecadação de planos empresariais em 39% na Brasilprev

Edição 268

A Brasilprev encerrou 2014 com arrecadação total de R$ 31,2 bilhões, 34,7% a mais que um ano antes, quando arrecadou R$ 23,2 bilhões. Apesar dos planos individuais ainda representarem maior parte da arrecadação, o segmento corporativo teve maior crescimento em 2014, de 39%, enquanto o individual cresceu 34%.
De acordo com Nelson Katz, diretor de planejamento e controle da Brasilprev, o bom desempenho do segmento empresarial no ano passado se deve principalmente ao lançamento de um plano volt