Incerteza derruba rentabilidade de fundos de ações em março, mas 1º Tri acumula alta


Os fundos de ações registraram a maior rentabilidade no primeiro trimestre do ano, apesar de encerrarem março com baixo desempenho, de acordo com o balanço divulgado hoje pela Anbima. Dos 12 fundos da classe de Ações, oito tiveram rentabilidade negativa no mês passado. O período foi marcado por incertezas políticas, sobretudo em relação à reforma da previdência, e as dúvidas em relação ao ritmo do crescimento global, que impulsionou a desvalorização dos ativos emergentes, aponta o relatório. No acumulado do ano, no entanto, apenas o Fundo Fechado Ações apresentou rentabilidade negativa de 7,02%, mas ainda registra alta de 19,97% no acumulado de 12 meses.
Os destaques positivos ficaram com o Fundo Ações Setoriais, com rentabilidade de 11,05%, de janeiro a março, e de 14,81% em 12 meses, e com o Fundo Ações FMP-FGTS, com valorização de 10,35% e 27,78%, respectivamente.
Entre os fundos de renda fixa, a melhor rentabilidade foi do Fundo RF Dívida Externa, com avanço de 4,47%, nos três primeiros meses do ano, e 20,96%, no acumulado de 12 meses. Na sequência, o Fundo RF Duração Alta Soberano teve rentabilidade de 4,31%, no primeiro trimestre, e acumula +13,88% em 12 meses.
Já na classe Multimercados, o fundo Estratégia Fixa registrou rentabilidade de 3,63%, no primeiro trimestre, e +10,75% em 12 meses. Na mesma sequência, Capital Protegido rendeu 3,5% e 7,6%, respectivamente.


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