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Fundo de cemitérios negocia segunda rodada de desinvestimentos

O fundo imobili√°rio Brazilian Graveyard and Deathcare Services (FII CARE11), com gest√£o da Zion Invest, negociou uma segunda rodada de desinvestimentos da fatia de sua participa√ß√£o na Cortel Holding, principal operadora privada de cemit√©rios do Pa√≠s. A opera√ß√£o, anunciada na quarta-feira (29/07) movimentou R$ 1,65 milh√£o com a venda de 31.360 a√ß√Ķes ordin√°rias da companhia.

Esta segunda rodada de desinvestimentos, a exemplo da primeira que distribuiu R$ 1,1 milh√£o em dividendos pagos neste m√™s de julho, tamb√©m dever√° resultar em distribui√ß√£o de dividendos aos cotistas, a ser paga em agosto ap√≥s conclu√≠da as apura√ß√Ķes de resultados.

Somadas, as opera√ß√Ķes de desinvestimentos do CARE11 no Cortel movimentaram, em dois meses, entre junho e julho, R$ 5,65 milh√Ķes por meio da venda de pouco mais de 107 mil a√ß√Ķes ordin√°rias da companhia.

Conforme o plano de desinvestimentos do fundo, aprovado em assembleia de cotistas, realizada em abril deste ano, restam mais de 600 mil a√ß√Ķes ordin√°rias a serem negociadas no mercado at√© maio de 2021. O processo prev√™ a transfer√™ncia de 40% da participa√ß√£o que fundo det√©m na Cortel Holding.

Gestor de fundos imobili√°rio destaca loteamentos e residencial

TelemacoGenovesiJr1A crise econ√īmica gerada pela pandemia da Covid-19, que afeta v√°rios segmentos do mercado de capitais, tem sido particularmente severa na √°rea imobili√°ria. Contratos de aluguel est√£o sendo renegociados e, com a recess√£o que dever√° ocorrer ap√≥s o fim da pandemia, muitos locais ficar√£o vagos. Em consequ√™ncia, h√° espa√ßo para arbitragem com v√°rias ativos desse segmento, afirma o ex-presidente da GGR, Telemaco Genovesi Jr. Ele vendeu a GGR, uma gestora bastante focada no segmento imobili√°rio, para a Horus em 2018.
Depois da venda, e de passar alguns meses na Horus, ele se mudou para os Estados Unidos no primeiro semestre de 2019 para cumprir uma espécie de ano sabático, com a finalidade de estudar, prospectar e entender novas tendências de investimento do mercado imobiliário de lá, que se aplicariam ao mercado brasileiro.
Genovesi Jr, que est√° se associando a uma asset local que n√£o quis nominar, volta a operar no mercado brasileiro ainda neste m√™s ou no pr√≥ximo, onde pretende p√īr em pr√°tica algumas dessas novas tend√™ncias. Segundo ele, devido √† abertura dos spred em v√°rias classes de ativos do mercado imobili√°rio, ser√° poss√≠vel oferecer produtos com rentabilidade de IPCA + 12% aos investidores institucionais. ‚ÄúVai ter fila para investir nesse produto‚ÄĚ, afirma.
A base do produto que pretende lan√ßar, j√° na asset da qual deve virar s√≥cio, ser√£o ativos imobili√°rios de loteamentos e residenciais. Segundo ele, com a crise da Covid-19 as pessoas passaram a fazer mais home-office e essa √© uma tend√™ncia que n√£o desaparecer√°. ‚ÄúO cara que comprou um apartamento de 30 metros quadrados pensando que era s√≥ para morar, que o trabalho aconteceria em outro lugar, come√ßa a entender que a casa e o local de trabalho podem virar uma coisa s√≥‚ÄĚ, explica. ‚ÄúN√£o para todos, mas isso vai acontecer para muitos, e esses v√£o come√ßar a buscar apartamentos mais amplos‚ÄĚ.
Por outro lado, ele analisa que fundos imobili√°rios de lajes corporativas, de shoppings e de galp√Ķes industriais perderam atratividade com a crise. ‚ÄúAs empresas locat√°rias de lajes corporativas, al√©m de pedirem revis√£o de contratos por causa da crise, passada essa v√£o entender que podem tocar suas atividades num espa√ßo menor‚ÄĚ, explica. ‚ÄúVale o mesmo para galp√Ķes industriais, que com a crise v√£o ter espa√ßos ociosos‚ÄĚ, diz.
Ele esclarece que a situa√ß√£o dos galp√Ķes log√≠sticos √© diferente da apresentada para os galp√Ķes industriais. Enquanto esses √ļltimos v√£o ter espa√ßos ociosos com a crise, os primeiros est√£o sendo cada vez mais demandadas por conta do crescimento do e-commerce e das lojas digitais, que tamb√©m s√£o uma tend√™ncia que veio para ficar. J√° em rela√ß√£o aos fundos imobili√°rios de shoppings, ele diz que nos Estados Unidos j√° se nota que muitas lojas est√£o voltando para as ruas, onde o aluguel √© mais barato e o risco sanit√°rio, na percep√ß√£o das pessoas, √© menor.

Novo fundo imobiliário residencial é lançado na B3

A Housi, startup voltada √† gest√£o de im√≥veis, lan√ßou nesta ter√ßa-feira (03/03) na bolsa de valores paulistana o fundo imobili√°rio Housi FII (HOSI11). Na emiss√£o, coordenada pela Easynvest e pelo BTG Pactual, foram subscritas e integralizadas 573.450 cotas, com um valor total de R$ 57,34 milh√Ķes.

O novo fundo tem como foco principal a aquisi√ß√£o de propriedades localizadas em regi√Ķes de alta demanda nos principais mercados do pa√≠s. Al√©m de ativos reais, o produto tamb√©m destinar√° recursos √† compra de t√≠tulos ligados ao mercado imobili√°rio.

Previ vende 62% do Morumbi Office Tower √† S√£o Carlos Participa√ß√Ķes

A Previ vendeu para a S√£o Carlos Empreendimentos e Participa√ß√Ķes sua participa√ß√£o de 62% no im√≥vel Morumbi Office Tower (MOT). A opera√ß√£o foi fechada por R$ 147 milh√Ķes, pagos √† vista √† Previ. O espa√ßo vendido pela funda√ß√£o, em nome do seu Plano 1, √© composto pela loja A, 3¬ļ e 8¬ļ ao 16¬ļ andares da torre corporativa. A venda do empreendimento faz parte da estrat√©gia da Previ de aumentar a liquidez e reduzir os riscos do Plano 1, em conson√Ęncia aos crescentes compromissos de pagamentos de benef√≠cios.

Fusesc vende quatro imóveis em Santa Catarina

A Fusesc, dos funcion√°rios das patrocinadoras Badesc, Bescor e Codesc, est√° colocando √† venda quatro pr√©dios da sua carteira imobili√°ria, sendo tr√™s deles em Florian√≥polis (SC) e um em Papanduva (SC). Segundo informa√ß√Ķes da funda√ß√£o, a venda foi aprovada pelo Conselho Deliberativo da entidade atrav√©s de leil√£o p√ļblico. O lance m√≠nimo dos quatro im√≥veis, somados, alcan√ßa os R$ 19 milh√Ķes.

De acordo com a fundação, a alienação dos imóveis tem o objetivo de promover um melhor retorno para sua carteira imobiliária. A Fusesc, segundo nota no seu site, busca através da renovação de seus investimentos imobiliários mantê-los sempre rentáveis e, para isso, realiza uma gestão ativa da carteira.

Prevhab quer vender Edifício Novo Mundo

A Prevhab, dos funcion√°rios do antigo BNH, quer vender um de seus ativos mais ic√īnicos, o Edif√≠cio Novo Mundo, para alocar em alternativas mais rent√°veis. Localizado no centro do Rio de Janeiro, o Novo Mundo √© um pr√©dio comercial de 12 andares que passou por recente retrofit, incluindo instala√ß√£o de ar-condicionado individual e certifica√ß√£o green building, adaptando-se √†s novas exig√™ncias do mercado corporativo.

Com um √ļnico plano, o Plenus (BD), a funda√ß√£o tem um patrim√īnio que somava R$ 615 milh√Ķes em junho de 2019. Esse total est√° investido em im√≥veis, como o Novo Mundo e Shoppings, fundos de renda fixa e renda vari√°vel, investimentos em t√≠tulos p√ļblicos e empr√©stimos aos participantes. Ao monetizar o Novo Mundo, o objetivo √© aplicar a receita em investimentos de maior retorno, garantindo o pagamento de renda vital√≠cia aos participantes e eventualmente elevando o super√°vit da funda√ß√£o que hoje est√° em R$ 24 milh√Ķes, ou 3,9% do patrim√īnio do plano. Uma eleva√ß√£o do super√°vit acima de 25% desse patrim√īnio permitiria uma distribui√ß√£o aos participantes, conforme prev√™ a legisla√ß√£o.

Cai vac√Ęncia em condom√≠nios log√≠sticos do Nordeste

Pesquisa da Colliers International Brasil indica que as taxas de vac√Ęncia nos condom√≠nios log√≠sticos de alto padr√£o seguem em queda, alcan√ßando 12% nos estados da regi√£o Nordeste durante o segundo trimestre de 2019. Segundo a pesquisa, a taxa de vac√Ęncia nos condom√≠nios log√≠sticos de alto padr√£o da Bahia √© de 13%, em Pernambuco √© de 11%, no Cear√° √© de 10% e na Para√≠ba √© de 0%.

A absorção bruta (quantidade de m² locados) também segue a tendência de crescimento. O total no primeiro semestre foi de 117 mil m². O destaque fica para os estados de Pernambuco (58 mil m²), Ceará (49 mil ²), Sergipe (7 mil m²) e Bahia (3 mil m²). Além de empresas de transporte e logística, os segmentos de varejo e produtos de higiene e limpeza estão entre os principais ocupantes de condomínios logísticos na região Nordeste.

RB Capital e Kallas Asset investem em projetos residenciais

A RB Capital e a Kallas Asset Management, bra√ßo financeiro da Kallas Construtora, fecharam parceria numa SPE (Sociedade de Prop√≥sito Espec√≠fico) de R$ 142 milh√Ķes, com aporte de 50% de cada empresa, para a constru√ß√£o de dois novos empreendimentos residenciais na cidade de S√£o Paulo.

Os empreendimentos, com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 200 milh√Ķes, ter√£o foco no mercado de m√©dio e alto padr√£o. O primeiro empreendimento, no bairro de Perdizes, contar√° com 66 apartamentos de 3 su√≠tes e 112 m¬≤ de √°rea √ļtil. O segundo, na regi√£o de Vila Madalena, ter√° unidades com 4 dormit√≥rios e √°rea √ļtil de 160 m¬≤ a 280 m¬≤.

Para Regis Dall Agnese, sócio-diretor da RB Capital, projetos imobiliários residenciais não são novidade para a gestora. "Já fizemos isso em mais 150 empreendimentos e esses dois projetos agregam qualidade de ativos e localização privilegiada", diz.

Segundo Kaique Grossmann, portfolio manager da Kallas Asset Management, os projetos devem retornar até 20% ao ano de TIR (Taxa Interna de Retorno).

Valor de mercado dos fundos imobiliários negociados na B3 alcança R$ 48 bi

Levantamento realizado pela empresa Econom√°tica mostra que os Fundos de Investimento Imobili√°rio (FII) negociados na B3 alcan√ßaram o valor de mercado de R$ 48,2 bilh√Ķes no final de maio de 2019. Isso representa um crescimento de 7,3% com rela√ß√£o ao final de 2018.

Atualmente s√£o negociados 184 FIIs na B3, sendo 160 no mercado tradicional e 24 no mercado de balc√£o organizado.

O volume m√©dio di√°rio negociado em 2019, at√© o dia 31 de maio, foi de R$ 69,8 milh√Ķes. Em rela√ß√£o ao ano de 2018, o volume m√©dio di√°rio cresceu 61,3%.

Em cincos meses, estoque de Letras Imobili√°rias atinge R$ 5 bilh√Ķes

As Letras Imobili√°rias Garantidas (LIG), cuja primeira emiss√£o foi registrada em novembro passado, atingiram a marca de R$ 5 bilh√Ķes em estoque em meados de abril, segundo dados da B3. Janeiro registrou o maior volume de emiss√Ķes, com R$ 1,8 bilh√£o, seguido pelo m√™s de mar√ßo, com R$ 912 milh√Ķes.
O produto tem como objetivo ampliar a capacidade de financiamento do setor imobiliário, já que oferece uma nova alternativa de captação para os bancos com características diferentes dos instrumentos já existentes.