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Associação Brasileira de Bancos lança núcleo de inovação

A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) anunciou o lançamento de seu núcleo de inovação. “O objetivo da iniciativa é conectar as instituições associadas às fintechs, que são as impulsionadoras de inovação tecnológica do setor”, diz o comunicado da ABBA. Com isso, prossegue a associação, “cria-se a possibilidade de aperfeiçoar a experiência do usuário de serviços financeiro, ampliar a competividade e aplicar a inteligência na análise de dados para ofertar produtos cada vez mais alinhados às necessidades dos clien

Games atraem millennials Fundos de pensão europeus incluem jogos eletrônicos nas estratégias de conquista de participantes para seus planos de benefícios

Bolt to The Finish: game propiciou alta voluntária de 44% nas contribuições aos planos oferecidos pela holding Kingfisher
Bolt to The Finish: game propiciou alta voluntária de 44% nas contribuições aos planos oferecidos pela holding Kingfisher

Preocupados com a queda da adesão dos novos funcionários das empresas aos planos previdenciários, os fundos de pensão começam a recorrer a jogos eletrônicos com o objetivo de atrair novos participantes e intensificar o relacionamento com os atuais. O foco principal dessa iniciativa de caráter lúdico, cujo epicentro se encontra na Europa, são os chamados millennials, ou seja, a geração nascida a partir de 1980 e que, com grande peso na força de trabalho global, se mostra reticente em relação à necessidade de formação de poupança previdenciári

Blockchain entra nos bancos Citi, Itaú, Santander e grupo de trabalho da Febraban se dedicam à entender a nova tecnologia para implementá–la em suas operações 

Rocio Velarde, do Citi
Rocio Velarde, do Citi

Edição 300

 

Embora investimentos em criptomoedas não estejam encontrando eco nas grandes instituições financeiras, ao menos aparentemente, a utilização do conceito do blockchain está fazendo esses agentes do mercado se movimentarem para entender como funciona a nova tecnologia e como ela poderia ser inserida dentro de suas operações.
Entre os grandes bancos que têm investido em conhecimento e desenvolvimento do blockchain está o Citi, que conta com três laboratórios de inovação, em Dublin, Tel Aviv

Dados na nuvem é desafio Eficiência, mobilidade e comunicação com os participantes são vantagens de disponibilizar informações na nuvem, mas decisão ainda é complexa

Luiz Paulo Brasizza, da Abrapp
Luiz Paulo Brasizza, da Abrapp

Edição 284

 

Em um mundo onde as pessoas consultam e decidem sobre seus recursos com toques no celular – e onde a mobilidade se incorpora à rotina de diversas formas, graças à conexão e aos avanços da tecnologia da informação - será difícil para entidades de previdência complementar fechadas e gestoras de investimentos permanecerem incólumes a essas mudanças. A decisão que está na mesa hoje é sobre quais informações operar em cloud computing, ou nuvem, que é o armazenamento de dados que podem ser acessad

R$ 4,2 bilhões em 2004

Edição 160

O setor financeiro é o que mais consome recursos de TI e coloca os fornecedores de equipamentos softwares e serviços num círculo virtuoso de crescimento

Segundo dados da Febraban, os bancos investiram mais de R$ 4,2 bilhões em tecnologia da informação no ano passado. Este valor se estabilizou entre 2003 e 2004, mas houve um crescimento real, pois o real foi valorizado em 15% e uma boa parte destes investimentos é dolarizada. Ou seja, o crescimento aumenta a cada ano.
De olho neste filão, aumen

Caminho sem volta

Edição 160

Desde que a tecnologia da informação chegou no mercado financeiro, ele nunca mais foi o mesmo. O setor é o que mais investe em serviços, hardware e software

Se a necessidade de rapidez veio com a tecnologia ou a tecnologia é que provocou velocidade nas transações, não faz diferença – o fato é que o desenvolvimento da tecnologia nos últimos anos transformou o conceito de administração de recursos. O mundo dos investimentos passou a contar com transações feitas em tempo real, sem barreiras de distânc

Terceirizando o suporte na área de informática Solução está sendo vista como uma alternativa para redução de custos nas fundações Telos, Refer e Rio Previdência

Edição 117

A terceirização de suporte técnico na área de informática é uma alternativa cada vez mais aceita entre os fundos de pensão. Entidades como Refer (Rede Ferroviária), Telos (Embratel) e Rio Previdência, (Estado do Rio de Janeiro), estão entre as que estão adotando essa saída.
Para a gerente de informática da Telos, Ana Paula Fattori Nunes, um dos principais benefícios da terceirização dessa área é permitir à equipe dirigente do fundo dedicar-se inteiramente ao seu core business, que é o planejamento das

Conversa mais produtiva na Fundação Eletroceee Call Center otimiza atendimento e reduz em até 40% o tempo das consultas telefônicas dos participantes na entidade gaúcha

Edição 111

Mais agilidade e presteza. Esses são os resultados que já podem ser conferidos no atendimento aos participantes do fundo de pensão dos funcionários da Eletroceee, do Rio Grande do Sul. Inaugurado em 20 de novembro passado, o sistema de call center, que funciona com o software Unixware 7.1.2 e o banco de dados da Oracle, atende seus quase 12 mil participantes entre ativos e inativos nas suas dúvidas, avaliação de concessão de empréstimos e até seguros de vida. A central telefônica substitui, com vantagens p

Modelo exige investimentos em sistemas Fundos de pensão terão que atualizar seus sistemas de informática para rodarem dentro das especifícações da nova Resolução nº 2.720

Edição 82

Após modernizarem seus sistemas e equipamentos de informática para enfrentar o bug do milênio na última virada de ano, agora os fundos de pensão estão tendo que superar um novo desafio tecnológico: a necessidade de adequar seus sistemas de informações às exigências da Resolução n° 2.720/CMN. Essa resolução, que determina as normas de investimentos das entidades fechadas, está obrigando as fundações a substituir ou fazer uma adaptação radical nos seus sistemas de administração dos ativos.
Quem ainda man

Regius começou a mudar há dois anos Decisão de modernizar o sistema foi fruto de uma avaliação sobre a portabilidade das reservas, que viria mais cedo ou mais tarde

Edição 82

Enquanto a maioria dos fundos se esforça para acompanhar a primeira fase de adaptação à Resolução n° 2.720/CMN, uma fundação de médio porte de Brasília tem servido como modelo para as demais. A Regius, fundação do Banco de Brasília, já está praticamente adaptada às novas regras dos investimentos e agora prepara-se para o novo desafio de integrar a gestão dos ativos com as suas necessidades do passivo. Em função desse adiantamento, cerca de 30 fundos de pensão já visitaram a Regius nos últimos 18 meses, para