Mainnav

Alternativa das debêntures Programas do BNDES estimulam o mercado de debêntures para ampliar o financiamento das empresas que atuam em projetos de infraestrutura.

Otávio Lobão Vianna, do BNDES
Otávio Lobão Vianna, do BNDES

Edição 246

Depois da forte expansão do mercado de debêntures corporativas nos últimos dois anos, uma classe de ativos deste mercado promete atrair a atenção dos investidores e gestores a partir de 2013. São as debêntures de infraestrutura, emitidas por empresas que atuam no desenvolvimento de diversos tipos de projetos, tais como rodovias, portos, aeroportos, saneamento, e

Ligou o motor Com projeções de ser o maior fundo de pensão da América Latina em 10 anos, o Funpresp começa a funcionar sob o comando de Ricardo Pena

Ricardo Pena, da Funpresp
Ricardo Pena, da Funpresp

Edição 245

Com seu plano de benefícios aprovado no início de fevereiro, a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp) entra em uma nova fase, a busca por participantes. Escolhido diretor-executivo no final de 2012, Ricardo Pena defende que o sucesso da Funpresp será importante para que outras iniciativas parecidas se espalhem pelo país.

E o desafio do novo dir

Metas e custos menores Superintendente da Previc fala sobre os bastidores que levaram à redução gradual das metas atuariais e diz que vai cobrar maior eficiência da administração dos planos

José Maria Rabelo, da Previc
José Maria Rabelo, da Previc

Edição 244

Quando assumiu o comando da Previc – Superintendência Nacional de Previdência Complementar – em março de 2011, José Maria Rabelo já encontrou uma forte discussão sobre a redução das metas atuariais. Passados quase dois anos, depois de intensos debates com os representantes do sistema, as novas regras enfim foram aprovadas n

Nada podia com o CDI De volta ao Brasil depois de mais de duas décadas nos EUA, o brasileiro Cássio Calil avalia que os mercados de risco não cresceram no País porque o CDI inibia tudo

Cássio Antônio Calil, do  JP Morgan
Cássio Antônio Calil, do JP Morgan

Edição 243 

O brasileiro Cássio Antônio Calil traçou sua carreira profissional nos Estados Unidos, onde vivia desde o final dos anos 80. Depois de atuar na tesouraria da IBM, transferiu-se em 2004 para o JP Morgan, empresa global que possui US$ 1,2 trilhão de recursos sob gestão ao redor do mundo. Agora está encarando o maior desafio de sua carreira: dirigir os negócios da asset global no Brasil. Como presidente do JP Morgan Asset Management no País, ele retornou em maio

Gestão do risco é prioridade

Carlos Eduardo Rocha, da Brasil Plural
Carlos Eduardo Rocha, da Brasil Plural

Edição 242

O dirigente da asset Brasil Plural, Carlos Eduardo Rocha, fala nesta entrevista sobre os planos e estratégias da casa e sobre sua obsessão pelo controle de risco.

No final de agosto o Banco Central deu a permissão para o Brasil Plural operar como banco, o que colocou no mercado de bancos de investimentos mais um player de peso. Criado por ex-sócios do Pactual, o Brasil Plural veio para disputar com outros pesos-p

Quebrando o tabu O ingresso de empresas menos líquidas no mercado vai diferenciar os níveis de spreads e permitir fundos mais rentáveis, mas os investidores terão que aceitar carências maiores

Joaquim Levy, do Bradesco Asset Management-BRAM
Joaquim Levy, do Bradesco Asset Management-BRAM

Edição 241

O diretor superintendente da Bradesco Asset Management-BRAM, Joaquim Levy, acredita que o mercado deve começar a desenhar um novo modelo para os fundos de investimento, no qual a carência dos resgates poderia variar de acordo com a liquidez dos papéis. Maior carência, entretanto, seria compensada por rentabilidades maiores, uma vez que as empresas com menos liquidez pagam prêmios melhores. Ele acha que essa discussão deve ser lançada pela própria in

A chave são as reformas

Will Landers, da BlackRock
Will Landers, da BlackRock

Edição 240

O otimismo dos investidores em relação ao México é fruto do seu crescimento superior ao brasileiro nos últimos dois anos e da perspectiva de reformas estruturais no novo governo.

Com mais de US$ 3,7 trilhões em ativos sob gestão, a BlackRock é hoje a maior gestora global de fundos de investi

Fundo federal ameaça RPPS Presidente da Abipem avalia que regimes especiais podem ficar restritos a municípios menores e que sistemas estaduais podem encolher com a divisão de recursos

Valnei Rodrigues, do Abipem
Valnei Rodrigues, do Abipem

Edição 239

Os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) tem chamado a atenção pelo crescimento vigoroso do seu patrimônio, que atinge R$ 160 bilhões atualmente, incluindo direitos de royalties, imóveis e dívidas do ente federativo. Desse total, R$ 59 bilhões são de investimentos financeiros, explica o presidente da Associação Brasileira dos Institutos de Previdência de Estados e Municípios (Abipem), Valnei Rodrigues. Gaúcho, presidente d

FIPs e ETFs na agenda da CVM Contabilização de ativos em fundos de participação e flexibilização dos ETFs como instrumento para acessar o exterior estão entre os assuntos observados pela autarquia

 Francisco José Bastos Santos, da CVM
Francisco José Bastos Santos, da CVM

Edição 238

Atualmente dedicada prioritariamente à implementação e à adequada supervisão de regras que foram editadas recentemente, a superintendência de relações com investidores institucionais da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) não deixa de estar atenta às mudanças do mercado e de discutir temas que podem se traduzir em alterações de normas. Entre os assuntos que são alvo de discussões atualmente que co

O valor da essência das regras Apesar de não serem teoricamente contra a lei, algumas operações envolvendo trocas de controle ou reestruturações societárias de companhias abertas vêm lesando os direitos dos acionistas minoritários

Mauro Rodrigues da Cunha, da Amec
Mauro Rodrigues da Cunha, da Amec

Edição 237

A opinião é de Mauro Rodrigues da Cunha, que no início de abril assumiu a presidência executiva da Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec). Cunha, que já atuava como vice-presidente e conselheiro da associação, passou a ocupar o posto deixado pelo então presidente da Amec Edison Garcia, que deixou o cargo por conta de questões familiares.
“Ainda que nós enxerguemos, por trás de uma transação, uma situação eco