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Rumo aos títulos gringos Mais de R$ 35 bilhões em recursos estrangeiros já deixaram a bolsa brasileira no acumulado do ano, até maio, rumo aos títulos públicos americanos

Ernesto Leme, diretor-executivo da Principal Claritas
Ernesto Leme, diretor-executivo da Principal Claritas

Edição 367

O fluxo de capital estrangeiro que deixou as bolsas brasileiras nos cinco primeiros meses deste ano somava R$ 35,89 bilhões ao final de maio, quinto mês consecutivo de déficit líquido de recursos estrangeiros na B3. Para Ernesto Leme, diretor-executivo da Principal Claritas, uma gestora controlada pelo Principal Financial Group desde 2012, a atratividade dos títulos públicos norte-americanos está na raiz dessa fuga dos estrangeiros da bolsa brasileira.
Mas não é só a alta rentabilidade dos título

Tchê luta em meio à tragédia Entidade tenta se reerguer à catástrofe climática e prevê retorno ao funcionamento regular na primeira quinzena de junho

Adimilson Luis Stodulski, presidente da Tchê Previdência
Adimilson Luis Stodulski, presidente da Tchê Previdência

Edição 366

No dia 18 de maio, quando foi feita esta entrevista com o presidente da Tchê Previdência, Adimilson Luis Stodulski, as catástrofes climáticas que atingiram o Estado do Rio Grande do Sul já tinham alagado 461 dos 497 municípios gaúchos. As chuvas começaram em 29 de abril e em 3 de maio transformaram-se em inundações que atingiram cidades pequenas, médias e principalmente a capital, Porto Alegre. O balanço feito pela Casa Civil do Estado em 18 de maio indicava 155 pessoas mortas, 94 desaparecidas, 806 ferido

Aumenta a judicialização nas EFPCs Da nomeação de um dirigente à transferência de gerenciamento de um plano, as decisões nas EFPCs estão sendo cada vez questionadas

Flávio Martins Rodrigues, advogado especialista em previdência complementar
Flávio Martins Rodrigues, advogado especialista em previdência complementar

Edição 365

O aumento dos questionamentos jurídicos às decisões tomadas por instâncias da previdência complementar não deve ter passado despercebido para atentos observadores desse sistema. Não que esses questionamentos sejam uma novidade no segmento, na verdade sempre existiram, mas até alguns anos atrás debatiam temas relacionados aos benefícios dos planos. Nos últimos anos, porém, novos atores passaram a atuar nesse ecossistema e os questionamentos passaram a ser os mais diversos, desde nomeações e afastamento de d

Somos mais ágeis nas decisões Com investimentos que somam R$ 13 bilhões na área de infra, Perfin aposta em decisões rápidas para competir com estruturas de casas maiores

Carolina Rocha, sócia e diretora de operações da Perfin Investimentos
Carolina Rocha, sócia e diretora de operações da Perfin Investimentos

Edição 364

O lançamento no final do ano passado do programa de investimentos do governo federal em várias áreas estratégicas, incluindo transportes, transição energética e infraestrutura urbana, tem movimentado os planos das gestoras de recursos que atuam nesses segmentos. Principalmente porque o BNDES, que no governo anterior tinha se retirado completamente do financiamento desses projetos, anunciou estar de volta à cena. Além disso, no início deste ano o governo publicou a nova lei de incentivos fiscais às debêntur

Fed é que pressiona a Selic Para o economista Felipe Sichel, embora a questão fiscal seja o pano de fundo constante, o que está ditando atualmente a direção da Selic é o Fed

Felipe Sichel, assume em janeiro de 2024 o cargo de economista-chefe da Porto Asset
Felipe Sichel, assume em janeiro de 2024 o cargo de economista-chefe da Porto Asset

Edição 362

O economista Felipe Sichel, que assume em janeiro de 2024 o cargo de economista-chefe da Porto Asset, acha que embora a questão fiscal brasileira seja relevante como pano de fundo constante na economia, não é ela que está ditando hoje a direção da Selic. Para Sichel, a questão determinante atualmente é a posição do Fed, que ao sinalizar cortes das taxas dos juros norte-americanos estimula ativos como moedas, bolsas, economias desenvolvidas e economias emergentes. “Tudo se beneficiou com essa perspectiva de

ESG na ordem do dia Fenômenos climáticos extremos têm levado prejuízos à empresas do setor financeiro, principalmente seguradoras, e acendem a discussão sobre temas ESG

Luzia Hirata, gerente de temas ESG da Santander Asset Management
Luzia Hirata, gerente de temas ESG da Santander Asset Management

Edição 361

A ocorrência de fenômenos climáticos extremos em várias partes do mundo é notória e tem levado importantes segmentos econômicos a encarar de frente essa questão para entender como os negócios podem ser afetados por uma ocorrência dessas, seja inundação ou seca prolongada, furacão ou ondas de calor trazidas por correntes marítimas como o El Niño. Conversamos sobre isso com a gerente de temas ESG da Santander Asset Management, Luzia Hirata. Na gestora há pouco mais de um ano, Hirata atua na área de sustentab

As novas caras da previdência Siga, o evento organizado pela Previ com apoio de outros cinco fundos de pensão, trouxe à discussão temas atuais da previdência e da vida social

Fernando Melgarejo, diretor de planejamento da Previ
Fernando Melgarejo, diretor de planejamento da Previ

Edição 360

Durante quatro dias, entre 3 e 6 de outubro, a Previ realizou no Rio de Janeiro um megaevento de previdência complementar que incluiu, entre os temas debatidos, desde questões mais técnicas como a segurança jurídica dos investimentos dos fundos de pensão até outras mais gerais relativas ao enfrentamento do racismo estrutural e ao impacto da inteligência artificial no mundo dos negócios. Batizado de Siga, acrônimo para Seminário de Investimentos, Governança e Aspectos Jurídicos da Previdência Complementar,

“Política monetária funcionou” Para o economista-chefe da Bradesco Asset Management, juros altos determinados pelo Banco Central conseguiram conter a inflação

Marcelo Cirne de Toledo, economista-chefe da Bram
Marcelo Cirne de Toledo, economista-chefe da Bram

Edição 359

Após meio ano criticando as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom), que manteve a Selic em 13,75% por um ano, a equipe econômica do governo e o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva viram o órgão do Banco Central iniciar um processo de redução, num corte de 0,5 ponto percentual, na reunião de 2 de agosto. Em entrevista à Investidor Institucional o economista-chefe da Bradesco Asset Management (Bram), Marcelo Cirne de Toledo, avalia que a queda dos núcleos da inflação nos últimos meses foi

A nova cara da Abvcap Primeira mulher a assumir a presidência da associação que representa a indústria de private equity e venture capital, Rodrigues quer regras estáveis de tributação

Priscila Pereira Rodrigues, presidente da Abvcap
Priscila Pereira Rodrigues, presidente da Abvcap

Edição 358

Eleita no final de junho para a presidência da Abvcap, a associação que reúne os gestores de fundos de private equity e venture capital, Priscila Pereira Rodrigues é a primeira mulher a dirigir essa entidade. Sócia da Crescera Capital, gestora com cerca de R$ 6 bilhões em ativos, ela atua há mais de vinte anos no segmento de capital de risco, com passagem por casas como Merrill Lynch, Pacific Investments, Bank of America e Banco Genial. Segundo Rodrigues, a fórmula para o Brasil atrair capital internaciona

Há oportunidades no crédito Para a CEO da Quatá, o investidor deveria aproveitar os altos spreads atuais, pois com perspectiva da queda da Selic essas taxas devem diminuir

Beatriz Degani, CEO da Quatá investmentos
Beatriz Degani, CEO da Quatá investmentos

Edição 357

O mercado de crédito tem atravessado uma zona de turbulência nos últimos meses, mas ao mesmo tempo é um mercado muito importante para os institucionais, principalmente quando o Copom começa a sinalizar que a Selic pode iniciar um processo de declínio a partir de agosto ou setembro. A turbulência do mercado de crédito, recentemente, se deu pelos episódios relacionados à Americanas e Light, mas também tem o episódio relacionado à Capitalys, gestora de crédito que teve problemas com seus fundos e foi obrigada