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EFPCs tiveram rentabilidade média de 7,38% em 2021, diz Aditus

Levantamento realizado pela Consultoria Aditus junto a um grupo de 119 Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), com patrimônio somado de R$ 266 bilhões, apurou uma rentabilidade média de 7,38% no ano de 2021. No mês de dezembro, isoladamente, a rentabilidade do grupo foi de 1,16% (ver quadro abaixo).
Do patrimônio de R$ 266 bilhões, em dezembro, R$ 125 bilhões estavam em planos de Benefício Definido (47%), R$ 56 bilhões em planos de Contribuição Definida (21%) e R$ 85 bilhões em planos de Contribuição Variável (32%). Dos 3

Santos Bevilaqua Advogados tem novo sócio

O advogado João Marcelo Carvalho passou a integrar o quadro de sócios do escritório Santos Bevilaqua Advogados, que atua nos segmentos de seguros, previdência complementar e saúde suplementar. Ele já atuava como consultor da banca desde 2017, quando deixou a Mercer Gama após seis anos e meio na diretoria de operações e previdência dessa consultoria.
Além de advogado, Carvalho também é atuário, tendo integrado a diretoria do Instituto Brasileiro de Atuária (IBA) entre os anos de 2015 e 2020. É professor de cursos de extensão e pós-gradua

Luz amplia funções da diretoria

A Luz Soluções Financeiras realizou uma reestruturação na diretoria, ampliando a atuação de Leonardo Ozorio, diretor de consultoria que passa a responder também pela diretoria de relações institucionais. Outra que teve a atuação ampliada foi Fernanda Campos, diretora de marketing que passa a responder também pela diretoria comercial.
Ozorio está na Luz desde agosto de 2020, tendo trabalhado antes nas fundações Petros, Valia e Capesesp, e depois por mais de oito anos no Grupo Icatu. Fernanda Campos possui mais de quinze anos de experiênc

Sitawi separa áreas sem e com fins lucrativos em duas empresas

Gustavo Pimentel, diretor que ficará na empresa com fins lucrativos da Sitawi
Gustavo Pimentel, diretor que ficará na empresa com fins lucrativos da Sitawi

A Sitawi Finanças do Bem, que hoje opera duas atividades complementares, sendo uma com fins lucrativos e outra sem fins lucrativos, vai transformá-las em duas empresas independentes a partir do ano que vem. Segundo comunicado da empresa “a transição se dará no primeiro semestre de 2022 e será conduzida de forma responsável com todos os públicos, sendo que para os parceiros externos ... o dia-a-dia continuará sem alterações significativas”.
A primeira pergunta que surge é se houve desentendimento entre as partes. A resposta do sócio Gust

Levantamento da Mercer confirma crescimento da previdência aberta

Felipe Bruno, líder da área de previdência da Mercer Brasil
Felipe Bruno, líder da área de previdência da Mercer Brasil

Levantamento elaborado pela Mercer Brasil com 737 empresas nacionais indica que 51% delas já oferecem algum tipo de plano de previdência complementar a seus colaboradores. As empresas participantes do estudo somam 3,6 milhões de empregados, sendo que 59% delas têm mais de 500 funcionários e 56% faturam acima de R$ 100 milhões.
Do total de empresas com planos de previdência complementar, 19% possuem entidades fechadas própria, 20% estão em entidades fechadas multipatrocinadas e 61% em entidades abertas de previdência. “Observamos de 2010

“Fazer política de investimentos não está fácil”

Sócio de uma consultoria de investimentos diz que já não aguenta mais olhar para o Power Point, software usado pelas empresas para preparar apresentações de cenários de investimento, tantas são as vezes em que ele tem que usar esse programa para atualizar as projeções que leva aos clientes. Tanto ele quanto outros membros da equipe estão sendo obrigados a refazer as apresentações de política de investimentos das entidades com grande frequência, muitas vezes a cada semana. “Em alguns casos a cada 24 horas”, diz com evidente exagero.
A cu

Operação da Economática é comprada pela TC por R$ 40 milhões

Matheus Oliveira, head de Relações com Investidor da TC
Matheus Oliveira, head de Relações com Investidor da TC

A Economática, tradicional fornecedora de informações financeiras para o mercado de investimentos, foi adquirida pela mais nova empresa negociada na B3, a Traders Club (TC), criada em 2016. A TC estreou na bolsa em 27 de julho deste ano, levantando R$ 545 milhões em seu IPO (Oferta Pública Inicial de Ações, na sigla em inglês), dos quais carimbou 60% para gastar em aquisições de novos negócios.
Desde o IPO já foram adquiridas três empresas, incluindo a Economática por R$ 40 milhões pagos em cash. As duas anteriores foram a RIWeb (site d

Mudança na área de investimentos da Willis Towers Watson

Luiz Felipe Ranoya Santos é o novo head da área de investimentos da Willis Towers Watson, em substituição a Arthur Lencastre que continua na consultoria mas desempenhando novas funções na área. Segundo Santos, Lencastre deixará de se envolver com as tarefas burocráticas exigidas pelo cargo e ficará mais livre para atuar em desenvolvimento de novos produtos e soluções para os clientes.
Santos está na WTW há oito anos, ocupando o cargo de diretor de investimentos desde o início do ano e anteriormente exercendo a função de consultor de inv

Eleven aposta em parceria estratégica com a Morningstar

Adeodato Volpi Netto, fundador da Eleven e sócio do Modalmais
Adeodato Volpi Netto, fundador da Eleven e sócio do Modalmais

A Eleven Financial Research, casa de análises financeiras independente que em fevereiro deste ano foi comprada pelo banco digital e plataforma de investimentos Modalmais, anunciou na semana passada uma parceria estratégica com a Morningstar, a empresa global de análise financeira listada na Nasdaq e que tem US$ 10 bilhões em capitalização de mercado. Com esse movimento, a Eleven pretende ampliar seu peso como fornecedora de análise global, aumentando a gama de serviços customizados para investimentos locais e internacionais. Além disso, há p

Spyer vira sócio da XP em empresa de educação financeira

O economista Pablo Spyer, conhecido pelo bordão “Vai, tourinho”, vai lançar em parceria com a XP uma empresa de educação financeira chamada Touro Inc. O economista terá 50% da nova companhia e a XP a outra metade. “Sempre tive o projeto de ter uma companhia de educação financeira. A XP é a melhor parceira para concretizar essa meta, que agora se torna realidade”, diz Spyer.
Ele deixa a EQI, empresa de agentes autônomos onde trabalhou durante três meses como diretor financeiro. Antes da EQI ele trabalhou por onze anos na Mirae e também t