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BNP enxerga volatilidade no Brasil e risco inflacionário global

Gustavo Arruda, chefe de pesquisa de América Latina do Banco BNP Paribas
Gustavo Arruda, chefe de pesquisa de América Latina do Banco BNP Paribas

Menos espaço para aprovar reformas e maior volatilidade no mercado é o que se pode esperar para 2022 em decorrência dos ruídos políticos em ano eleitoral no Brasil e ao ambiente de incertezas em diversas variáveis dos cenários doméstico e global. A projeção é do economista Gustavo Arruda, chefe de pesquisa para América Latina do BNP Paribas, que estima alta volatilidade em particular no câmbio. Apesar disso, a projeção do banco é de que o dólar encerre 2021 cotado a R$ 4,75, recue até R$ 4,50 no final do primeiro trimestre de 2022 e volte a

Lopes volta ao Banco Fator depois de 13 anos e assume presidência

João Antônio Lopes, novo presidente do Banco Fator
João Antônio Lopes, novo presidente do Banco Fator

O Banco Fator promoveu uma reestruturação em seu quadro de comando, com Gabriel Galípolo deixando a presidência da instituição e João Antônio Lopes, que recentemente tinha ingressado no Conselho de Administração, assumindo o cargo. Junto com Galípolo, também deixa o grupo o economista Paulo Gala, que comandava a Fator Asset Management (FAR), a qual passa a ser presidida cumulativamente por Lopes.
Lopes tem uma relação antiga com o Banco Fator, tendo respondido pela área de fusões e aquisições (M&A) e mercado de capitais da instituiç

Lanfranchi permanece como CEO da corretora BAC Financial

O executivo Ricardo Lanfranch, que acabou de receber a certificação exigida pelo regulador americano para atuar no segmento financeiro, assumiu formalmente o cargo de CEO da corretora BAC Financial Investment mas, na prática, continua no mesmo posto que já ocupava desde o final do ano passado. O CEO do BAC Flórida Bank continua sendo Henrique Lima, que ocupa essa posição desde novembro do ano passado quando o Bradesco comprou a instituição americana por US$ 500 milhões.
(A informação anterior que divulgamos, segundo a qual Rica

Banco Central aprova compra da Easynvest pelo Nubank

O Banco Central deu sinal verde para o Nubank concluir a aquisição da corretora digital Easynvest, anunciada em setembro do ano passado e já aprovada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) em novembro de 2020. A Easynvest possui mais de 1,5 milhão de clientes e R$ 26 bilhões de ativos sob custódia.
Embora as plataformas operem atualmente com aplicativos e centrais de atendimento distintos, a aprovação do BC já permite iniciar o plano de transição para a integração dos serviços. O banco digital passará a ter sob o mesmo

Rached é o novo head de investimentos do Daycoval

Mauro Rached deixou a área de produtos da Integral investimentos, onde ficou apenas 1 ano, para assumir o cargo de head de investimentos do banco Daycoval. Antes de ir para a Integral ele trabalhou por 19 anos no BNP Paribas, onde passou por várias áreas e deixou a instituição em janeiro do ano passado como CEO de wealth management. Também esteve, anteriormente, por cinco ano no CCF, banco comprado em 2000 pelo HSBC.
Rached é advogado e engenheiro civil de formação, com MBA em finanças pela FIA.

Banco Bari compra carteira de R$ 86 milhões da Tecnisa

O Banco Bari, especializado em crédito com garantia, fechou contrato de compra de carteira da incorporadora Tecnisa no valor de R$ 86 milhões, incluindo 452 contratos de empreendimentos comerciais e residenciais localizados nas cidades de São Paulo e Brasília. Essa é a quinta operação de atacado feita entre o Bari e a Tecnisa e a maior já realizada pelo banco.
“O mercado imobiliário continua muito aquecido e as construtoras estão fazendo caixa para comprar mais terrenos para futuros empreendimentos. Nossa expertise no ciclo completo do

Brandão deixa a presidência do Banco do Brasil

Comunicado enviado pelo Banco do Brasil à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no dia de hoje (18/03) informa que o presidente do Banco do Brasil, André Guilherme Brandão, renunciou ao cargo que ocupa na instituição. Segundo o documento, ele sairá efetivamente do posto no dia 1º de abril.
Segue o fato relevante enviado pelo banco do Brasil à CVM: “em conformidade com o § 4º do art. 157 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e com a Instrução CVM nº 358, de 03 de janeiro de 2002, o Banco do Brasil comunica que o Sr. André Guilherme

Brandão permanece à frente do Banco do Brasil

O presidente Jair Bolsonaro desistiu de demitir o presidente do Banco do Brasil, André Brandão, alertado pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e pelos ministros da Economia e da Advocacia-Geral da União, respectivamente Paulo Guedes e José Levi, de que a demissão poderia resultar em processos legais movidos por investidores no Brasil e Estados Unidos, alegando interferência indevida no banco. O Banco do Brasil tem ações negociadas na bolsa brasileira e americana.
A demissão de Brandão chegou a ser cogitada pelo presiden

Guedes e Campos Neto buscam manter Brandão no Banco do Brasil

André Brandão, presidente do Banco do Brasil
André Brandão, presidente do Banco do Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, busca reverter suposta ordem dada pelo presidente Jair Bolsonaro para demitir o presidente do Banco do Brasil, André Brandão. Bolsonaro teria pedido a cabeça do presidente do banco, que assumiu o posto há pouco mais de três meses em substituição a Rubem Novaes, ao saber do anúncio de fechamento de cerca de 200 agências e de um plano de demissão voluntária com o objetivo cortar 5 mil vagas.
Além de Guedes também o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, estaria envolvido na operação de joga