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Aroldo Medeiros assumirá presidencia da BB DTVM em 1º de dezembro

Aroldo Medeiros BBDTVMAroldo Medeiros está trocando o posto de diretor comercial e de produtos da BB DTVM pelo comando da asset, a maior do país, com mais de R$ 1 trilhão sob gestão. Na próxima terça-feira (01/12), ele assumirá o cargo de presidente da gestora, em substituição a Carlos André, que ocupou o posto durante dois anos e a partir da semana que vem assumirá a vice-presidência de gestão financeira e relações com investidores do banco.
“Vamos continuar trabalhando com foco na experiência dos nossos clientes no Banco do Brasil, oferecendo serviços de excelência, assessoria qualificada e um portfólio competitivo, além de levar toda a nossa expertise para o não cliente, por meio das plataformas de investimentos", comenta Medeiros, que ganhou assento na diretoria da BB DTVM em fevereiro de 2019.
O executivo é graduado em economia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com pós-graduação em administração pelo Ibmec e em mercado de capitais pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Acumula também no currículo curso de liderança organizacional pela Saïd Business School, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
Funcionário de carreira do Banco do Brasil (BB) há 36 anos, Medeiros iniciou sua carreira na instituição federal como menor aprendiz, com 14 anos. Foi gerente de operações financeiras na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do BB, gerente executivo na BB DTVM, diretor de gestão de recursos de terceiros do banco Nossa Caixa, gerente geral do BB Londres e diretor financeiro do Economus, fundação de previdência dos funcionários da Nossa Caixa, absorvida pelo Banco do Brasil em 2009.

XP lança dois fundos globais da J.P. Morgan

A XP Investimentos está lançando dois fundos de investimento no exterior que compram estratégias de renda variável da J.P. Morgan Asset, o primeiro com foco em China e o segundo em temas ESG (de Ambiental, Social e Governança). Os fundos são locais, constituídos e distribuídos pela XP, mas acessam veículos do J.P. Morgan domiciliados em Luxemburgo.
A primeira estratégia “investe no mercado doméstico de ações na China, conhecido como China A-shares. Este é o segundo maior mercado de ações do mundo, e ainda pouco explorado por investidores internacionais. Com mais de 3.700 ações listadas, o China A-shares é amplo, oferece liquidez e potencializa a diversificação de investimentos em setores como tecnologia, saúde e consumo”, explica o responsável pelo J.P. Morgan Asset Management na América Latina Giuliano De Marchi.
A segunda estratégia será focada em mercados acionários de países emergentes, com abordagem ESG. “Como gestores globais, percebemos que o interesse de investidores no mundo todo por estratégias ESG tem crescido significativamente e que o tema passou a ser uma prioridade para muitos clientes. Globalmente, são mais de 30 trillhões de dólares investidos em estratégias sustentáveis”, diz Giuliano.
Os investidores podem optar entre estruturas com hedge ou sem hedge cambial.

Zeca Doherty assume vice presidência da Fiafin

O superintendente-geral da Anbima, Zeca Doherty, assumiu ontem (25/11), a vice-presidência da Fiafin (Federação Iberoamericana de Fundos de Investimento). A entidade reúne 13 associações de países de língua portuguesa ou espanhola, principalmente da América Latina, que somam US$ 1,2 trilhão de ativos sob gestão. A missão da Fiafin é integrar as associações regionais e promover o crescimento da indústria de fundos.
Doherty fará dupla com a presidente recém-eleita Monica Cavallini, da associação de fundos do Chile. Ambos terão mandato de dois anos, renovável por mais dois. Tatiana Itikawa, gerente de representação de fundos da Anbima, será a suplente de Zeca.
“Fico contente em ocupar essa cadeira e representar o Brasil, a maior indústria de fundos da América Latina, na Fiafin. Pretendo compartilhar nossos aprendizados, como também trocar experiências com nossos pares”, diz Zeca. Recentemente, o executivo assumiu a presidência da IIFA (Associação Internacional de Fundos de Investimento). Para ele, essa dobradinha será estratégica. “Com as lideranças na Fiafin e na IIFA, será possível unificar importantes discussões e fortalecer a representatividade da América Latina nos debates mundiais sobre gestão de recursos”, diz.

Fundos têm captação líquida positiva de R$ 8,7 bilhões em 20 dias

Os fundos de investimento registraram captação líquida positiva de R$ 8,7 bilhões entre os dias 1º e 20 de novembro, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). O resultado corresponde à diferença entre os R$ 445,6 bilhões aplicados e R$ 436,8 bilhões sacados pelos investidores no período.
Entre os dias 16 e 20 de novembro, a indústria registrou resgastes líquidos de R$ 10,2 bilhões. Os fundos de renda fixa influenciaram o resultado com saídas pulverizadas de R$ 7,9 bilhões. No período, os fundos de direitos creditórios (FIDCs) tiveram retiradas concentradas de R$ 3 bilhões, enquanto os fundos de ações e de índices (ETFs) apresentaram resgates pulverizados de R$ 660,1 milhões e 235,5 milhões, respectivamente.
As outras classes de fundos fecharam a semana com captação líquida positiva: multimercados (R$ 831 milhões), previdência (R$ 518,4 milhões), cambiais (R$ 175,6 milhões) e FIPs (R$ 145,3 milhões).
Até 20 de novembro, a indústria de fundos acumula captação líquida positiva no ano de R$ 153 bilhões e patrimônio líquido de R$ 5,8 trilhões.

BC autoriza BTG Pactual a criar operação em Portugal

O BTG Pactual está expandindo as suas operações no exterior. Menos de duas semanas após ter sido autorizado pelo Banco Central (BC) a criar um banco em Medellín, na Colômbia, o grupo brasileiro recebeu sinal verde do BC, na última sexta-feira (20/11), para a constituição da BTG Pactual Portugal Unipessoal. Com sede em Lisboa, a instituição tem capital inicial de 4 milhões de euros.
A investida do BTG Pactual em Portugal teve início em janeiro, com a inauguração de um escritório na capital lusitana voltado à administração de fortunas. O projeto foi resultado da crescente emigração de brasileiros para Portugal. Segundo dados divulgados em junho último pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), do governo português, a população brasileira em Portugal cresceu 45,5% em 2019, atingindo a marca de 151.304 cidadãos, o equivalente a cerca de 25% do total de estrangeiros residentes na nação ibérica.

ARX prepara a casa para captar com fundos de previdência aberta

Paulo Bokel Arx1Com R$ 22,7 bilhões sob gestão até 20 de outubro, a ARX Investimentos registrou captação positiva em seus fundos ao longo dos últimos três meses embora o volume ainda não seja suficiente para alcançar o patamar do final do ano passado, quando tinha R$ 26,2 bilhões sob gestão. Segundo o head de distribuição da casa e membro do seu comitê de crédito, Paulo Bokel, há uma tendência de forte crescimento nos recursos captados para os fundos de previdência nos meses de novembro e dezembro, principalmente em razão do incentivo dado às aplicações faz pessoas físicas em PGBL e VGBL, por conta do abatimento do valor a pagar do Imposto de Renda.
A ARX está se preparando para aproveitar a “safra”, diz Bokel. “Lançamos no mês passado o ARX Income Icatu 100% e continuamos captando forte neste mês com mais de R$ 150 milhões só em fundos de previdência, a expectativa é de que os produtos voltados para a previdência sigam crescendo também em dezembro”.
Ele diz que espera aproximar-se, até o final do ano, dos patamares de 2019. No final de outubro, o volume sob gestão era 13,4% menor que dezembro de 2019. A queda ocorreu principalmente por conta dos fundos de crédito, renda fixa e pela desvalorização registrada no mercado de ações ao longo deste ano.
A gestora trabalha com fundos de crédito privado, multimercados-macro e ações, distribuídos por meio de plataformas e também via alocadores. A área de gestão é formada por 21 pessoas, de uma equipe composta por 37 profissionais ao todo, incluindo gestores, analistas e integrantes do comitê de crédito. “É uma equipe bastante parruda e a performance obtida este ano, que já mostra retorno superior a 10% nos fundos multimercados até agora, por exemplo, reflete a consistência de resultados e o cuidado na montagem de posições, o que tem sido reconhecido pelo mercado com esse aumento de captação”, acredita Bokel.

Nova área do BTG vai recuperar terras devastadas com mata natural

queimadas amazoniaO BTG Pactual Timberland Investment Group anunciou hoje (23/11) o lançamento da Landscape Capital, área que se dedicará a escalar soluções climáticas naturais (NCS, na sigla em inglês) que criam, ao mesmo tempo, oportunidades de investimento. O objetivo é proporcionar benefícios para o clima, biodiversidade e comunidades e paralelamente gerar retorno financeiros aos investidores. A iniciativa focará na compra de terras devastadas, no Brasil e outros países da América Latina, para reflorestamento com mata nativa, buscando oportunidades que tenham impacto positivo em toda a cadeia de valor do segmento de florestas sustentáveis, o que inclui investimentos também em fazendas florestais comerciais e produtos florestais.
"A partir da Landscape Capital vamos aproveitar a já reconhecida experiência operacional e de gestão de ativos florestais da TIG (Timberland Investment Group) para ganhar escala e gerar oportunidades relevantes para os investidores institucionais", afirma Mark Wishnie, diretor de sustentabilidade do TIG e líder da iniciativa.
Estudos recentes mostram que investir em soluções climáticas naturais em escala podem contribuir para a redução das mudanças climáticas em um curto espaço de tempo. Com os recursos necessários, essas práticas de NCS podem corresponder por até um terço das mitigações necessárias para que se cumpra os objetivos do Acordo de Paris.
"Estamos muito satisfeitos com o lançamento da Landscape Capital, que complementa o portfólio já diversificado do TIG, e que vai operar na vanguarda da prática de manejo e florestas sustentáveis, ao mesmo tempo em que proporciona retornos apropriados e ajustados ao risco para nossos clientes", diz Gerrity Lansing, sócio no BTG Pactual e head da TIG.
A estratégia da Landscape Capital vai se somar aos produtos e iniciativas de ESG e Impacto já existentes no BTG Pactual. Em 2019 o banco compensou 100% das emissões de carbono decorrentes de suas operações no mundo, incluindo deslocamentos e viagens a trabalho. Em 2020, criou a área de Investimento de Impacto, que fomenta a criação de produtos e serviços que unam retorno financeiro com impacto socioambiental positivo, e virou signatário da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep-FI). Em outubro, o BTG Pactual lançou, ainda, o primeiro ETF ESG do Brasil.
"A Landscape Capital é uma importante adição à família de produtos do BTG Pactual, e reflete a nossa crença de que é possível ter retorno financeiro e colaborar para uma agenda de desenvolvimento sustentável", acrescenta Iuri Rapoport, sócio do BTG Pactual e co-head de ESG & Investimento de Impacto do banco.

Paraná banco tem nova gerente nacional de fundos de pensão

Tatiana Dominikowski assume a gerência nacional de fundos de pensão no Paraná Banco. A profissional está há três anos no grupo, na área de investimentos, tendo atuado anteriormente no Personnalité do Itaú, por quatro anos e meio, e na Unicred, por outros três anos. Tatiana é graduada em administração de empresas.

Anbima deixará de divulgar IMA-C a partir de abril de 2021

A Anbima deixará de divulgar, a a partir de 2 de abril do ano que vem, o IMA-C. A carteira do índice, formado por títulos públicos indexados ao IGP-M, reflete atualmente duas NTN-Cs (Notas do Tesouro Nacional Série C) com prazos de vencimento em 2021 e 2031. Como não há leilão de venda desses títulos desde 2006, e com o vencimento do primeiro papel, não haverá mais necessidade de calcular o índice.
“Com a aproximação do prazo de vencimento do título e o consequente encerramento do índice, os fundos que adotam o IMA-C como benchmark deverão adaptar seus regulamentos”, afirma Hilton Notini, gerente de Preços e Índices da Anbima. A última NTN-C em mercado, que vence em 2031, continuará integrando a carteira do IMA-Geral, que é formada por todos os títulos elegíveis da dívida pública. O IMA-Geral ex-C, que já excluía o ativo de seu cálculo, não sofrerá nenhuma alteração.

Fundos têm captação líquida positiva de R$ 19,1 bi entre 1º e 13 de novembro

Os fundos de investimento tiveram captação líquida positiva de R$ 19,1 bilhões entre os dias 1º e 13 de novembro, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). O resultado corresponde à diferença entre os R$ 285,6 bilhões aplicados e os R$ 266,5 bilhões sacados pelos investidores no período.
Entre os dias 9 e 13 de novembro, a indústria voltou a registrar captação líquida positiva, totalizando R$ 23 bilhões. Os fundos de renda fixa puxaram o resultado, com R$ 23,4 bilhões, mas com aporte de R$ 16 bilhões concentrado em um único fundo. Os fundos de índices (R$ 307,2 milhões), cambiais (R$ 218,3 milhões), de participações (R$ 202,9 milhões) e de direitos creditórios (R$ 180,7 milhões) também se saíram bem. Estes últimos registraram um aporte concentrado de R$ 180 milhões em um mesmo fundo.
Na outra ponta, os multimercados lideraram os resgates líquidos, com saídas de R$ 797,1 milhões. A seguir, figuraram os fundos de previdência e de ações, com retiradas de R$ 328,8 milhões e R$ 130,9 milhões, respectivamente.
Até 13 de novembro, a indústria de fundos acumulava no ano captação líquida positiva de R$ 156,4 bilhões e patrimônio líquido de R$ 5,8 trilhões.