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HSI quer captar junto a institucionais locais

A HSI Investimentos, gestora de ativos alternativos como fundos imobili√°rios, fundos de private equity real estate e de cr√©dito privado high yield, quer come√ßar a captar junto aos fundos de pens√£o e RPPS locais. Dos R$ 13 bilh√Ķes que mant√©m hoje sob gest√£o, 70% s√£o provenientes de institucionais estrangeiros e o restante de fundos voltados para pessoas f√≠sicas.
A gestora vai lançar nas próximas semanas um fundo de crédito high yield, cuja carteira será composta por ativos locais. O novo fundo, adequado às exigências regulatórias do inst

Fundos têm captação líquida de R$ 43,5 bi entre 13 e 17 de maio

A ind√ļstria de fundos de investimento teve capta√ß√£o l√≠quida de R$ 43,5 bilh√Ķes na semana entre 13 e 17 de maio, de acordo levantamento da Associa√ß√£o Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Do resultado total positivo, R$ 39,8 bilh√Ķes vieram dos fundos de renda fixa.
Tamb√©m tiveram saldos positivos no per√≠odo os Fundos de Investimento em Direitos Credit√≥rios (FIDCs), com R$ 6,1 bilh√Ķes, os fundos de previd√™ncia, com R$ 279 milh√Ķes, e os Exchange Traded Funds (ETFs), com R$ 65,2 milh√Ķes.
No lado dos s

Investimentos de pessoas físicas somam R$ 6,8 tri no trimestre

Os investimentos das pessoas f√≠sicas no Brasil cresceram 6,1% no primeiro trimestre de 2024 em rela√ß√£o ao fechamento de 2023, totalizando R$ 6,8 trilh√Ķes, segundo dados divulgados pela Associa√ß√£o Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Desse total, o segmento private (clientes com mais de R$ 5 milh√Ķes aplicados) tem R$ 2,2 trilh√Ķes, o varejo alta renda R$ 2,4 trilh√Ķes e o varejo tradicional R$ 2,2 trilh√Ķes.
No consolidado, 45,3% estão alocados em títulos e valores mobiliários, 24,9% em fundos de investim

BlackRock divulga nota confirmando a saída de Saade do grupo

Confirmando a informação publicada na semana passada por Investidor Institucional, a BlackRock divulgou nesta segunda-feira (20/5) um comunicado informando a saída de Karina Saade do grupo e especificando que a executiva irá se dedicar à administração de um family office, sem especificar qual.
Saade, que ocupou o cargo de CEO da BlackRock no Brasil nos √ļltimos tr√™s anos, entrou no grupo em 2007 como analista de research, tornando-se head de produtos para Am√©rica Latina em 2012, COO para Am√©rica Latina em 2014 e country manager Brasil em

Sérgio Rial é o novo sócio da Crescera

O executivo que revelou o rombo nas contas da Americanas em janeiro do ano passado, S√©rgio Rial, √© o novo s√≥cio da Crescera Capital, gestora de private equity e venture capital com R$ 4,3 bilh√Ķes sob gest√£o. Ele esteve na Americanas por apenas nove dias, recusando-se a dirigir a empresa ap√≥s ter descoberto o que a empresa chamos, √† √©poca, de ‚Äúinconsist√™ncias cont√°beis‚ÄĚ.
Na Crescera ele se junta a Sérgio Eraldo Salles. “Me juntei recentemente à gestora Crescera Capital juntamente com o amigo e agora sócio Sérgio Eraldo (ex-Bozano e funda

Karina Saade deixa a BlackRock após três anos no cargo de CEO

Karina Saade, de saída da BlackRock
Karina Saade, de saída da BlackRock

A CEO da BlackRock no Brasil, Karina Saade, está deixando o grupo após quase três anos na função de principal executiva. Ela assumiu o cargo em julho de 2021, no lugar de Carlos Takahashi, que tornou-se chairman do grupo, uma função que até então não existia no Brasil. Saade ficará no grupo até o final deste mês segundo comunicado que enviou aos clientes. Takahashi mantém-se como chairman do grupo para o Brasil.
Com um currículo de peso, Saade está na BlackRock há 17 anos, onde entrou em 2007 como analista de research, tornando-se head

Santander Asset eleva projeção da Selic terminal de 2024 e 2025

Eduardo Jarra, chefe de economia e estratégia da Santander Asset Management
Eduardo Jarra, chefe de economia e estratégia da Santander Asset Management

A Santander Asset Management Brasil (SAM) revisou a sua estimativa para a Selic terminal de 2024 e de 2025, subindo de 9,5% para 10,25% e de 8,5% para 9,5% ao ano, respectivamente. A revisão é decorrência da divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), publicada ontem (14/5) pelo Banco Central, num tom mais cauteloso que as anteriores.
Segundo Eduardo Jarra, chefe de economia e estratégia da Santander Asset, o comunicado do Copom sugere uma trajetória mais conservadora do que a esperada anteriormente para a taxa básica. “A

Ata do Copom tranquiliza mercado e Ibovespa sobe

A ata do Comit√™ de Pol√≠tica Monet√°ria (Copom), divulgada nesta ter√ßa-feira (14/5) pelo Banco Central, diminuiu a tens√£o do mercado em rela√ß√£o √† forma como a diretoria do banco votou na √ļltima Selic, com 5 membros optando por um corte de 0,25 ponto percentual enquanto os outros 4 membros votaram por um corte de 0,50 pp. Os analistas temiam que a divis√£o expressasse diverg√™ncias profundas, mas a ata esclarece que os que votaram a favor do corte de 0,50 pp assim o fizeram para evitar um risco reputacional para o √≥rg√£o por n√£o seguir a ‚Äúguidance

Massa falida do Banco Santos paga R$ 23,4 milh√Ķes √† Real Grandeza

A funda√ß√£o Real Grandeza, patrocinada por Eletrobras e Eletronuclear, recebeu na semana passada um cheque de R$ 23,4 milh√Ķes da massa falida do Banco Santos, referente √† investimentos realizados na institui√ß√£o antes de 2005, ano da sua fal√™ncia. A Real Grandeza √© a maior credora individual da massa falida do Banco Santos, com R$ 164,6 milh√Ķes alocados √† √©poca na compra de seus CDBs, que ofereciam ent√£o uma rentabilidade excepcional.
Atraídos por essa rentabilidade fora de padrão, outras entidades previdenciárias também compraram os papé

Rudolf Gschliffner assume comando da Santander Asset Management

Rudolf Gschliffner, CEO da Santander Asset Management
Rudolf Gschliffner, CEO da Santander Asset Management

A Santander Asset Management (SAM) Brasil tem um novo CEO, Rudolf Gschliffner, em substituição a Rafael Kappaz que assumiu recentemente a área de markets e tesouraria do Santander Brasil. O novo CEO está na SAM há sete anos e desde 2020 estava à frente da sua equipe comercial, que inclui as áreas de produtos, portfolio specialist e estratégia.
Com 21 anos de experiência no mercado financeiro, Gschliffner começou a carreira na tesouraria do Bank of Boston em 2003, onde esteve por quase três anos, ingressando a seguir no ABN Amro, que vir