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Nasce uma nova Cetip

Edição 210

Francisco Carlos Gomes, da Cetip

Já faz algum tempo que o velho modelo em que operadores de mercado eram sócios de uma instituição prestadora de serviços e sem fins lucrativos deixou de fazer sentido. A internacionalização das transações, a necessidade de atualização tecnológica incessante e o aumento da complexidade do mercado começaram a tornar o formato mutualizado das associações totalmente inviável. A tendência em todo o mundo passou a ser transformar essas entidad

O fermento da Caixa

Edição 209

Bolivar Tarragó Moura Neto, da Caixa

Ao contrário de seus dois maiores concorrentes no mercado de gestão de recursos, a Caixa Econômica Federal não vê nas fusões e aquisições um caminho para levar o patrimônio gerido às alturas. No último Top Asset, publicado na edição de agosto de Investidor Institucional, a compra da Nossa Caixa contribuiu para a manutenção da BB DTVM na liderança, ao passo que a incorporação do Unibanco fez o Itaú não deixar por menos.
Em entrev

Hora de redesenhar modelos

Edição 208

Juan Yermo, da OCDE, fala sobre planos BD e CD

Os efeitos da crise financeira internacional sobre o sistema de fundos de pensão vão muito além das perdas de trilhões de dólares no patrimônio das fundações de países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A turbulência econômica chamou atenção para a necessidade de se remodelar a regulação desses sistemas e, principalmente, o desenho dos planos

Regulação tipo exportação

Edição 207

Maria Helena Santana, presidente da CVM

Depois do terremoto, o mercado de capitais internacional começa a reconstruir sua estrutura. A diferença é que, a partir de agora, os alicerces tendem a ser mais sólidos, para que se tornem capazes de evitar catástrofes como as vividas recentemente, principalmente no quarto trimestre do ano passado. Em entrevista exclusiva a Investidor Institucional, Maria Helena Santana, presiden

R$ 30 bi entram em campo

Edição 206

Paulo Resende, da Fundação Dom Cabral

A iniciativa privada deve contribuir com boa parte das dezenas de bilhões de reais que os preparativos para a Copa do Mundo de 2014 demandarão somente em investimentos em infra-estrutura. De partida, ainda sem os projetos a serem tirados do papel estarem definidos pelas doze cidades- sede, o Núcleo de Logística e Infra-estrutura da Fundação Dom Cabral já estima um aporte de R$ 30 bi

De olho na camuflagem

Edição 205

Walter Mendes, presidente da Amec

As operações de mudança de controle travestidas de incorporações podem, quem sabe, estar com os dias contados. Pelo menos no que depender do alerta e da vontade da Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec), é possível que se chegue a uma maneira de inibir as aquisições de companhias abertas disfarçadas de incorporações. Apesar de não ver um prejuízo material aos minoritários em um dos negócios mais recentes do mercado bra

De avaliadoras a avaliadas

Edição 204

Alberto Borges Matias fala sobre avaliação de risco

O feitiço parece estar virando contra o feiticeiro. Acostumadas a avaliar empresas e papéis emitidos por companhias, as agências de rating tomaram assento na berlinda quando o mercado passou a encontrar erros ou considerar tardias as revisões em suas avaliações. A falta de segurança de alguns investidores nas notas dadas por essas instituições tem feito até órgãos ligados a pesquisas universitárias serem demandados por agentes de mercado para dar

Cada vez mais transparente

Edição 203

Sergio Cutolo conta as prioridades da Andima

Transparência é fundamental. Sergio Cutolo dos Santos, eleito presidente da Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (Andima) para o triênio 2009-2011, coloca a continuidade na geração de informações e estudos para o mercado como uma das prioridades da entidade sob sua batuta. A precificação de Certificados de Depósito Bancário (CDBs), por exemplo, 

Ainda é cedo para estatizar

Edição 202

Thomas Trebat fala sobre a crise nos EUA

Uma intervenção mais direta do governo norte-americano no setor bancário dos Estados Unidos pode ser um remédio amargo que o país deverá engolir para domar a crise. Apesar de admitir que isso pode ser necessário em um segundo momento, Thomas Trebat, diretor executivo do Instituto de Estudos Latino-americanos e do Centro de Estudos sobre o Brasil da Universidade de Columbia, EUA,

A crise de fora para dentro

Edição 201

Jouji Kawassaki, da Lafis Análises Setoriais e Informações do Mercado Financeiro

Profundo conhecedor da realidade das instituições financeiras globalizadas, que representam metade da sua carteira de clientes da área de investimentos, o presidente da Lafis Análises Setoriais e Informações do Mercado Financeiro, Jouji Kawassaki, acha que a crise vai mudar o desenho do mercado financeiro nos próximos anos. A estatização do sistema bancário, por exemplo, é uma realidade que não pode mais ser ignor