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Alinhado aos emergentes

Edição 151

Fábio Akira,  do JP Morgan

Não há crise internacional de petróleo, nem Congresso em marcha lenta, que turve a visão que uma das maiores instituições norte-americanas tem atualmente sobre o Brasil. O JP Morgan, banco de atacado e de investimentos presente no País desde a década de 60, mostra confiança na condução da política macroeconômica adotada pelo governo Lula e aposta, inclusive, que existe espaço para melhorias na nota de crédito brasileira ao longo do ano que vem.
Nesta entrevista,

Otimismo sim, milagre não

Edição 150

Glauco Arbix, presidente do IPEA

Para quem acaba de se tornar um quarentão, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) esbanja vigor de sobra. Sem crise de meia-idade, o Instituto já trabalha algumas novidades para o ano que vem, como a que deverá receber o nome de “Livro do Ano” e que trará um panorama extenso e intenso sobre a trajetória do Brasil a cada período.
Mais do que indicadores e previsões, o Livro fará análises das mais diversas áreas – da social até a de infra-estrutur

Proteger, sem tutelar

Edição 149

Marcelo Trindade, da CVM

Marcelo Trindade quer mudar a imagem de que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), autarquia que preside há três meses, não pune. Para isso, vai lançar mão de um princípio que consta da Lei 6.385, que dá ao órgão a possibilidade de priorizar o julgamento de casos cujo efeito seja educativo ou que afetem um grande número de pessoas. “A Comissão não é leniente, mas se a opinião pública acha que devemos punir mais esse é um sinal que não pode ser desprezado”, afirma.
Co

Ponto Frio não está à venda

Edição 148

Eliane Lustosa, do Ponto Frio

Os fornecedores e prestadores de serviço do Ponto Frio que se preparem. Eliane Lustosa está há um mês no comando financeiro da rede e, a julgar pelo seu histórico à frente da Petros, fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, pretende arrumar a casa, rediscutir contratos, reduzir custos e redefinir caminhos.
E não está sozinha. Para reconquistar a fatia de mercado perdida para a Casas Bahia, a sua principal concorrente, o Ponto Frio colocou um time de peso à

“O Brasil é elegível”

Edição 147

Sean Harrigan, da CalPERS

Sean Harrigan abriu espaço em sua concorrida agenda para falar com exclusividade à Investidor Institucional. O presidente de um dos maiores fundos de pensão do mundo, o California Public Employees’ Retirement System (CalPERS), mostrou intimidade ao falar do Brasil, país considerado “elegível” pelos critérios da fundação e que abocanha R$ 221 milhões – investidos em ações de empresas públicas brasileiras – dos US$ 162 bilhões de ativos da fundação.
Gentil e precis

Cuidado com o gestor!

Edição 146

Teresa C. Barger, do IFC

Em meados de maio, a Petros reuniu em seu auditório da zona central do Rio de Janeiro uma dezena e meia de grandes fundos de pensão para discutir um assunto que cada vez mais ganha corpo entre as fundações: investimentos em private equity. Os dirigentes das fundações presentes, que juntas concentram a maior fatia dos investimentos do sistema, ouviram por cerca de duas horas uma apresentação de Teresa C. Barger, diretora da área de fundos de investimentos e private equi

Regras precisam ser claras

Edição 145

Pedro Parente, da RBS

Longe do setor público, do qual fez parte durante 31 anos, Pedro Parente parece mais feliz e menos tenso. Pudera. Como ministro-chefe da Casa Civil durante o governo Fernando Henrique Cardoso, ele teve a espinhosa função de coordenar o racionamento de energia, em 2001. “Para mim foi uma ‘senhora’ experiência de vida”, diz. Hoje, como vice-presidente executivo do grupo de comunicação RBS, Parente afirma que entre os setores público e privado há muito mais diferenças d

Esperando R$ 50 bilhões

Edição 144

José Carlos Miranda, chefe da assessoria econômica do Planejamento

O governo tem planos ambiciosos com a lei da Parceria Público-Privada (PPP), aprovada dia 17 de março na Câmara e que agora irá para o Senado. A expectativa é que os investimentos em infra-estrutura via PPP, durante o governo Lula, alcancem a marca dos R$ 50 bilhões. Isso significa, em média, R$ 12,5 bilhões por ano, quase o dobro dos R$ 6,9 bilhões de investimentos nesse segmento o ano passado. Segundo o chefe da assessoria econômi

O xerife empreendedor

Edição 143

Luiz Leonardo Cantidiano, da CVM

Considerado um dos presidentes mais ativos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) dos últimos tempos, Luiz Leonardo Cantidiano faz jus à fama. Em pouco mais de um ano e meio de mandato, a CVM já editou 31 Instruções. Entre elas, regras importantes como a de debêntures padronizadas, de fundos de private equity e a reedição da norma sobre emissões de ações. Atualmente, Cantidiano e sua equipe trabalham na confecção da primeira grande regulamentação que vai unir os f

Rumo à diversificação

Edição 142

Luiz Carlos Aguiar, da Previ

Para o diretor de investimentos da Previ, Luiz Carlos Aguiar, o maior fundo de pensão brasileiro está se preparando para diversificar um pouco as suas aplicações. Entre outras coisas, deve aplicar cerca de R$ 300 milhões em debêntures de empresas privadas e fundos de direitos creditórios, que popularmente são chamados de fundos de recebíveis. Economista, com passagem pela área internacional do Banco do Brasil, Aguiar desconversa quando o tema é o valor do superávit da P