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‚ÄúTem lugar para todos‚ÄĚ

Edição 131

Osvaldo do Nascimento , da Anapp

O novo presidente da Associa√ß√£o Nacional de Previd√™ncia Privada (Anapp) passou mais de 20 anos trabalhando na √°rea de telecomunica√ß√Ķes do Ita√ļ, desde 1973 quando ingressou na empresa. Com forma√ß√£o em engenharia eletr√īnica e mestrado em ci√™ncia da computa√ß√£o na Universidade de Michigan (EUA), Osvaldo do Nascimento ficou surpreso quando recebeu o convite para dirigir a √°rea de previd√™ncia aberta do Ita√ļ em 1995. ‚ÄúN√£o entendia quase nada de previd√™ncia‚ÄĚ, revela. A

N√£o h√° trabalhadores de segunda classe

Edição 130

Ricardo Berzoini, ministro da Previd√™ncia

Cabe ao novo ministro da Previd√™ncia, Ricardo Berzoini, uma das tarefas mais dif√≠ceis dentro do governo Luiz In√°cio Lula da Silva: a de reformar a previd√™ncia social do pa√≠s, implantando uma previd√™ncia √ļnica que nivele benef√≠cios de aposentadoria dos trabalhadores da iniciativa privada e dos funcion√°rios p√ļblicos. Falado assim parece ser uma coisa relativamente simples, mas essa √© talvez a reforma mais complicada de se fazer no pa√≠s. Que o diga o pres

Uma casa em desordem

Edição 130

Adacir do Reis, da SPC

Para o novo titular da Secretaria de Previd√™ncia Complementar, Adacir do Reis, a situa√ß√£o administrativa do √≥rg√£o que controla a vida do conjunto de fundos de pens√£o do pa√≠s era catastr√≥fica nesse in√≠cio de janeiro, quando chegou para tomar posse indicado pelo ministro Ricardo Berzoini. Advogado de forma√ß√£o, Reis come√ßou a se envolver com o sistema das funda√ß√Ķes em meados da d√©cada passada, quando ainda trabalhava no gabinete do ent√£o deputado petista Luiz Gushiken. Quando Gu

Pa√≠ses da √Āsia seguem o Chile Pa√≠ses da √Āsia Central adotam regime de previd√™ncia √ļnica capitalizada, seguindo o modelo chileno

Edição 129

Lauro Ara√ļjo, da Mercer Investment Consulting Brasil

A empresa de consultoria Mercer Investment Consulting reuniu em Cingapura, em meados de dezembro, cerca de 120 representantes de fundos de pens√£o e governos de pa√≠ses da √Āsia Central, Europa, Estados Unidos e Am√©rica Latina, para discutir a quest√£o da previd√™ncia sob o sistema de capitaliza√ß√£o. Como o encontro deu-se em Cingapura, a √™nfase maior foi sobre os sistemas de previd√™ncia que est√£o se organizando na regi√£o da √Āsia Central, sobretud

Os fundos est√£o equilibrados Segundo Sav√≥ia, atrav√©s de uma a√ß√£o fiscalizat√≥ria da SPC o sistema pode contabilizar neste ano mais de R$ 13,5 bilh√Ķes em d√≠vidas contratadas com as patrocinadoras

Edição 128

Jos√© Roberto Sav√≥ia, da SPC

O secret√°rio da Previd√™ncia Complementar (SPC), Jos√© Roberto Sav√≥ia, acredita que o pr√≥ximo Congresso, eleito no m√™s de outubro, ter√° um papel fundamental no redirecionamento da previd√™ncia complementar a partir do ano que vem. Na sua opini√£o, o crescimento do sistema depende de ‚Äúum sistema regulat√≥rio que seja convergente e que estimule o trabalhador a buscar o benef√≠cio da aposentadoria complementar‚ÄĚ. Em entrevista a Investidor Institucional ele fala desse tema e

Planejando com o ALM O diretor de previdência privada da Mercer canadense, Marcel Larochelle, acha que os estudos de ALM são uma despesa necessária para os fundos de pensão

Edição 127

Marcel Larochelle, da Mercer

Para Marcel Larochelle, respons√°vel pela √°rea de previd√™ncia privada da Mercer no Canad√°, os estudos de Asset Liability Management (ALM) ajudam os dirigentes de fundos de pens√£o daquele pa√≠s a planejar seus investimentos dentro das perspectivas dos compromissos futuros, dentro de diferentes cen√°rios que incluem, inclusive, cen√°rios de turbul√™ncias do mercado financeiro. Larochelle esteve no Brasil durante uma semana, no in√≠cio de novembro, palestrando sobre o

A distorção do IGP-M Para o novo presidente do Instituto Brasileiro de Atuária (IBA), Sérgio Aureliano Machado, o uso de índices financeiros nas metas atuariais distorcem a filosofia dos fundos complementares fechados

Edição 126

Sérgio Aureliano Machado, do IBA

A ado√ß√£o de √≠ndices financeiros como meta atuarial das funda√ß√Ķes virou uma verdadeira mania. Em conseq√ľ√™ncia disso, os investimentos com cl√°usulas de corre√ß√£o por esses √≠ndices, dos quais o mais utilizado √© o IGP-M, s√£o hoje os mais populares do mercado. Para o atu√°rio S√©rgio Aureliano Machado, que terminou de tomar posse para seu segundo mandato de dois anos √† frente do IBA - Instituto Brasileiro de Atu√°ria (a primeira vez foi entre 1992 e 1994), a utiliza√ß√£o desse

A crise atual pode durar até seis anos Para o consultor Walter Mundell, a atual crise pode prolongar-se e atravessar todo o governo Bush

Edição 125

Walter Mundell, da W. Mundell Consultores

O consultor Walter Mundell, da W. Mundell Consultores, est√° pessimista sobre as perspectivas de curto prazo do Brasil. Segundo ele, ‚Äúa economia mundial ainda vai mais para o fundo e, enquanto a economia mundial estiver indo para o fundo, o volume de com√©rcio internacional vai estar caindo e o Brasil n√£o vai poder crescer‚ÄĚ. Ap√≥s um per√≠odo de quase um ano fora do mercado, desde que deixou a Lloyds Asset Management, quando ela foi vendida ao Ita√ļ, Mundell res

Ele quer popularizar o mercado O presidente da Comiss√£o de Valores Mobili√°rios, Luiz Leonardo Cantidiano, acredita na volta do crescimento econ√īmico no ano que vem e no papel decisivo que ter√° o mercado de capitais

Edição 124

Luiz Leonardo Cantidiano, da CVM

O novo presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Luiz Leonardo Cantidiano, acredita que a economia brasileira deve entrar numa rota de crescimento no ano que vem, com taxas de juros menores, mais oferta de empregos e mais empresas recorrendo ao mercado de capitais para se financiarem. E, como resultado dessa convicção, ele tomou para si a tarefa de preparar o mercado para esse novo momento. Veja, a seguir, os principais trechos da entrevista que ele deu à

‚ÄúAinda bem que ajustamos logo‚ÄĚ Sem o ajuste, a distor√ß√£o entre o valor das cotas e das carteiras seria ainda maior, diz diretor do Banco Central

Edição 123

Luiz Fernando Figueiredo, do BC

Para o diretor de pol√≠tica monet√°ria do Banco Central, Luiz Fernando Figueiredo, a antecipa√ß√£o da data para iniciar a marca√ß√£o a mercado dos pap√©is das carteiras dos fundos, de setembro para maio, foi uma necessidade em fun√ß√£o da distor√ß√£o que se criava entre investidores munidos de mais informa√ß√Ķes e aqueles com poucas informa√ß√Ķes, que pagariam a conta ao final da festa se nada fosse feito. ‚ÄúN√£o t√≠nhamos outra solu√ß√£o sen√£o implementar de uma vez a marca√ß√£o, o que f