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O déficit é administrável O candidato do PSDB, José Serra, diz que o déficit da previdência é administrável e que o crescimento da arrecadação deve vir com o aumento dos empregos e o controle das fraudes

Edição 122

José Serra

O candidato do governo, José Serra, entende que a previdência complementar deve ser incentivada, embora não tenha ainda uma proposta acabada de como fazer isso. “Ainda não temos as medidas para incentivar o sistema. Será um ponto para discussão com o setor”, disse ele à Investidor Institucional. A entrevista com o candidato Serra foi feita por escrito, através de e-mail, o que explica porque muitas questões que mereceriam ser mais aprofundadas e melhor discutidas não o foram. Apesar diss

O teto do INSS tem que mudar A fixação do teto do INSS no valor de R$ 1.200, expresso na Constituição, resultou em perdas eternas e irrecuperáveis para os aposentados, avalia o deputado do PT, Arlindo Chinaglia

Edição 121

Arlindo Chinaglia, deputado

O debate da questão previdenciária, como esperado, começa a ganhar densidade nas campanhas dos candidatos a sucessão de Fernando Henrique Cardoso. No Partido dos Trabalhadores (PT), líder na corrida sucessória em todas as pesquisas de intenção de voto, o nome do deputado federal Arlindo Chinaglia tem surgido sempre que o tema é previdência. Médico de formação, militante político do PT desde o início do partido, Chinaglia fala nessa entrevista a Investidor Institucio

A aposta em Serra Mesmo com o crescimento da candidatura de Ciro e a liderança de Lula nas pesquisas, o candidato do governo reúne mais chances de chegar à vitória, acredita Bolívar Lamounier

Edição 120

Bolívar Lamounier, da Augurim Consultoria e Empreendimentos

O cientista político Bolívar Lamounier, que também é diretor da Augurim Consultoria e Empreendimentos, acha que se o Partido dos Trabalhadores (PT) tivesse divulgado antes suas diretrizes econômicas, de forma detalhada e uniforme, o mercado financeiro não teria vivido momentos de fortes oscilações sofridas neste ano. Mas essa medida, no entanto, não seria suficiente para garantir a vitória da oposição na disputa pela Presidência da Re

Austeridade à toda prova O ex-diretor do Banco Central, Sérgio Werlang, defende a austeridade fiscal como a meta mais importante a ser perseguida pelo futuro presidente da República

Edição 119

Sérgio Werlang,  do Itaú

O ex-diretor de Política Econômica do Banco Central, Sérgio Werlang, que atua hoje como diretor de modelagem e carteiras do Banco Itaú, gostou das medidas anunciadas pelo governo no dia 13 de junho. Mas, segundo ele, a tranqüilidade que o governo espera só poderia vir com um superávit primário bem maior, de no mínimo 5% do PIB.
O executivo olha o cenário turbulento do mercado financeiro com ares de dejà vu. “Há uma percepção meio difusa, meio misturada, do tipo ‘e

Uma lupa na Previdência Preocupado com a complexa situação previdenciária no País, o ministro José Cechin, um técnico e profundo conhecedor do sistema, luta pela consolidação das reformas

Edição 118

José Cechin, Ministro da Previdência

O Ministro da Previdência, José Cechin, assumiu a pasta no olho do furacão da debandada do PFL do governo, em março, em resposta às denúncias contra a então candidata do partido ao Planalto, Roseana Sarney. Conhecedor íntimo das engrenagens do sistema de previdência do país, por ocupar o cargo de secretário-geral do ministério desde 1995, Cechin fala nesta entrevista exclusiva à Investidor Institucional sobre a necessidade de se prosseguir na trilha das ref

Risco por trás dos títulos Diretor da S&P alerta para o excesso de papéis do governo na carteira dos bancos

Edição 117

Daniel Araújo, da Standard & Poor’s no Brasil

O diretor de rating de bancos e serviços financeiros da Standard & Poor’s no Brasil, Daniel Araújo, tem atualmente duas preocupações relacionadas ao risco. A primeira aponta para a vulnerabilidade externa do Brasil e a segunda para uma preocupante concentração dos empréstimos dos bancos ao governo, na forma de posse de títulos públicos. Além desses papéis do governo, que podem sofrer com uma mudança no cenário econômico ou político, Araújo

A meta é aumentar a transparência Novo presidente da Caixa, Valdery Frota de Albuquerque, assume prometendo aumentar transparência nas operações

Edição 116

Valdery Frota de Albuquerque, da Caixa

O ex-diretor de finanças e mercado de capitais da Caixa Econômica Federal, Valdery Frota de Albuquerque, assumiu a presidência da instituição na primeira quinzena de abril, quando Emílio Carrazzai deixou o posto por conta da briga do PFL com o governo. Com 38 anos, economista pós graduado em Política Econômica pela Universidade de Brasília, Albuquerque quer caracterizar sua gestão como um exemplo de transparência. “A transparência vai ser a tônica do período e

SPB evita o risco sistêmico A introdução do novo sistema de pagamentos, que entra em vigor a partir de 22 de abril, torna o sistema financeiro mais seguro para as instituições e também para os grandes investidores

Edição 115

Carlos Gatti, da KPMG

A implantação do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), prevista para vigorar a partir de 22 de abril, é hoje um dos fatos mais aguardados do mercado. Uma das razões básicas é que, conforme explica o diretor da área de financial advisory services da consultoria KPMG, Carlos Gatti, o SPB tem a capacidade de reduzir em larga escala o que se convencionou chamar de “risco sistêmico” do setor financeiro.
De acordo com Gatti, que nos últimos tempos tem se dedicado integra

“A previdência não pode ser tão generosa” Sem resolver problemas básicos da população, o País se dá ao luxo de oferecer um sistema de previdência tão oneroso ao Estado

Edição 114

Vinicius Carvalho Pinheiro, diretor do departamento de regimes da Previdência

O País tem um dos sistemas previdenciários do setor público mais generosos do mundo, que vem comprometendo recursos que poderiam estar sendo usados em áreas como saúde, educação e combate à violência. “Na maior parte dos Estados, o comprometimento da folha com o pagamento dos inativos é superior a 30%”, diz o diretor do departamento de regimes da Previdência, Vinícius Carvalho Pinheiro. Nesta entrevista, o executivo

“Cumpri minha missão” O ex-presidente da Previ diz que melhorou a qualidade técnica das decisões e nega que tenha saído por causa da não adesão ao RET

Edição 113

Luiz Tarquínio, ex Previ

A saída de Luiz Tarquínio da presidência da Previ pegou quase todo mundo de surpresa. Versões que circularam pelo sistema davam conta de que ele teria caído em razão de não ter conseguido levar a fundação aos benefícios do RET. Nessa entrevista exclusiva, ele refuta essas versões e fala de outros temas, como investimentos e relacionamentos da Previ com seus sócios.

Investidor Institucional – Há pouco mais de três anos, o sr. assumiu a presidênci