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Fator_01.12.21

Risco América Latina Movimento de elevação do dólar e precificação do risco de crédito ainda não terminou e deve continuar pressionando economias da região

Fernando Losada, da AllianceBernstein
Fernando Losada, da AllianceBernstein

Edição 270

O início da elevação dos juros por parte do Federal Reserve, e a perspectiva de crescimento mais baixo dos países da América Latina para os próximos anos, sugerem um cenário em que o risco da região ainda passe por turbulências. Por mais que correções já tenham sido promovidas pelos investidores nos últimos meses, o mercado “nunca está totalmente precificado”, diz Fernando Losada, economista argentino que há duas décadas trabalha com foco nos países latino-americanos.
“Tenho a convicção de um dólar m

Fed pode atrasar alta dos juros Fortalecimento do dólar prejudica setores exportadores da economia americana e pode levar a um atraso na retomada dos juros pelo Fed

Charles Dallara, da Partners Group
Charles Dallara, da Partners Group

Edição 269

Está aumentando a expectativa de início do ciclo de elevação das taxas de juros da economia americana pelo Fed na metade deste ano. Porém, a opinião não é unânime. Para Charles Dallara, vice-presidente executivo do conselho de diretores da empresa de private equity Partners Group e presidente para as Américas, ainda há muitas incertezas que podem atrasar o momento de retomada dos juros americanos. “Um fator que parece estar desenvolvendo uma ‘nuvem’ sobre a economia dos EUA é o dólar fortalecido. Isso pode

Subida imediata, mas lenta Alta do crescimento da economia americana abre janela para aumento dos juros pelo Federal Reserve em junho, mas a elevação deve ser suave

Rick Rieder, da BlackRock
Rick Rieder, da BlackRock

Edição 268

O forte crescimento do PIB e das vagas de empregos nos EUA estão criando o cenário que o Federal Reserve esperava para começar a normalização das taxas de juros da economia. Com um PIB rodando em uma média de 4%, Rick Rieder, diretor de gestão e chefe de renda fixa fundamental da BlackRock, a maior asset do planeta com US$ 4,65 trilhões de ativos sob gestão, prevê o início do aumento dos juros americanos em junho ou setembro, com maior probabilidade para primeira data.
Responsável por uma carteira de

Rumo ao PIB negativo Aperto fiscal e monetário jogam PIB para baixo em 2015, mas medidas da nova equipe econômica reduzem risco de perda do grau de investimento

Marcelo Carvalho, do BNP Paribas
Marcelo Carvalho, do BNP Paribas

Edição 267

Com 24 membros, alguns ex-diretores do Banco Central e maioria de economistas-chefe dos principais bancos brasileiros, o comitê macroeconômico da Anbima vem reduzindo as projeções para o crescimento do PIB brasileiro em seus últimos encontros. Na mais recente reunião realizada no final de janeiro, reduziu de 0,6% para 0,2% e, seu presidente, Marcelo Carvalho, economista chefe do BNP Paribas, indica que a tendência de queda deve continuar. “Podemos ter uma projeção negativa sim. Não me surpreenderia se na p

FIPs em mercados maduros Gestora da Pantheon defende investimento em private equity no exterior, começando por fundos dos EUA, onde a indústria é mais desenvolvida

Maureen Downey, da Pantheon Investments
Maureen Downey, da Pantheon Investments

Edição 266

Uma indústria que soma mais de US$ 3,5 trilhões em ativos sob gestão no mundo todo, de acordo com dados do relatório da Preqin Global 2014, o private equity ainda caminha a passos lentos no Brasil. Enquanto os fundos de pensão são responsáveis por US$ 1,8 trilhão desses recursos mundo afora, as fundações brasileiras aplicam apenas 2,8% do patrimônio nesse segmento, volume que não passa de R$ 18,5 bilhões, segundo estatísticas da Associação Brasileira das Entidade

Destravar a infraestrutura Mesmo com baixo nível de poupança doméstica, novo governo terá de adotar estratégia clara para impulsionar investimentos no setor produtivo

Joaquim Levy, da Bram
Joaquim Levy, da Bram

Edição 265

Com uma visão comparativa entre mercados internacionais, o ex-diretor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e ex-secretário do Tesouro Nacional, Joaquim Levy ressalta a necessidade urgente de destravar os investimentos na infraestrutura do país como uma das principais mudanças do novo governo Dilma. Ao lado da retomada do equilíbrio fiscal, o executivo que atualmente é diretor

Não somos fundos abutres Representante da Abrapp comenta propostas aos presidenciáveis, entre elas, os incentivos para ativos de infraestrutura e o fomento ao sistema

Carlos Alberto Caser,  da Abrapp
Carlos Alberto Caser, da Abrapp

Edição 264

Um dos pontos centrais da carta enviada pela Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar) enviada aos candidatos à presidência da República é o incentivo aos investimentos em infraestrutura. O vice-presidente da associação, Carlos Alberto Caser, que também é presidente da Funcef, é enfático ao defender maior participação dos fundos de pensão nos investimentos de infrestrutura, mas claro, desde que tenham um retorno e risco compatíveis c

Ações dos EUA seguem em alta Em visita ao Brasil, CEO da americana Principal acredita que as bolsas americanas continuam com boas perspectivas para os próximos dois anos

Jim McCaughan,  da Principal Global Investors
Jim McCaughan, da Principal Global Investors

Edição 263

Apesar das derrapadas na recuperação da economia americana, que ainda registra crescimento da economia e do mercado de trabalho inconstante, o mercado de ações dos EUA é a melhor aposta para os próximos dois anos. Essa é a previsão de Jim MacCaughan, diretor presidente da Principal Global Investors, que foi feita em entrevista exclusiva à Investidor Institucional em visita recente ao Brasil. O CEO da gigante americana de gestão de investimentos e de planos de previdência defende que as ações das companhias

Mercado aposta contra Dilma Longe de fatores fundamentalistas, subida do Ibovespa é impulsionada por novo cenário eleitoral que aponta para segundo turno presidencial

Luiz Gonzaga Belluzzo, economista
Luiz Gonzaga Belluzzo, economista

Edição 262

A trágica morte de Eduardo Campos e a entrada de Marina Silva como candidata presidencial tem impulsionado ainda mais a subida do principal índice da bolsa doméstica, o Ibovespa, que se aproximou dos 60 mil pontos na segunda metade de agosto. Se a realização do segundo turno na disputa presidencial era uma possibilidade, agora as recentes pesquisas eleitorais apontam para maior dificuldade para a reeleição de Dilma Rousseff em

Frutos da estabilização Ex–presidente do Banco Central no governo Fernando Henrique sintetiza o desenvolvimento da indústria de assets após 20 anos do Plano Real

Gustavo Franco, da Rio Bravo Investimentos
Gustavo Franco, da Rio Bravo Investimentos

Edição 261

Considerado um dos pais do Plano Real, o economista Gustavo Franco fala nessa entrevista exclusiva à Investidor Institucional sobre o desenvolvimento do mercado de capitais após o país ter vencido a hiperinflação. “Esse universo de ativos alternativos foi uma criação da estabilidade, nunca existiriam em um mundo de inflação elevada”, diz Franco, que ocupou diversos postos nos dois mandatos do governo Fernando Henrique Cardoso, entre eles o de secretário adjunto de política econômica do Ministério da Fazend