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Luz amarela acesa Resultados da renda fixa no ano passado ativou sinal de alerta para os fundos de pensão e abriu caminho para os investimentos no exterior

Alcindo Canto, do HSBC
Alcindo Canto, do HSBC

Edição 260

Com as perdas sofridas pelos fundos de renda fixa atrelados à inflação no ano passado, o mercado ainda registra os efeitos da forte volatilidade dos juros. “Os fundos de pensão queriam voltar para CDI. E tentamos dizer que não, que estamos vendo o horizonte de 10 ou 20 anos, então as carteiras estão bem alocadas”, diz Alcindo Canto, novo diretor executivo da asset do HSBC. Ele entrou no lugar de Pedro Bastos, que recebeu uma gr

Alternativas para o crescimento Gigante mundial aposta em parcerias com instituições locais e não descarta aquisições para crescer no mercado brasileiro

Armando Senra, da BlackRock
Armando Senra, da BlackRock

Edição 259

Maior asset mundial com US$ 4,4 trilhões de ativos sob gestão (Aum), a BlackRock ainda possui uma participação modesta no mercado brasileiro. Com cerca de US$ 2,6 bilhões sob gestão no Brasil, a asset ainda apresenta volume reduzido de recursos sob gestão se comparado a outros mercados da América Latina como México e Chile. No México, por exemplo, são mais de US$ 26 bilhões de ativos geridos pela BlackRock. Mas nem por isso, a empresa deixa de investir para ampliar sua participação na indústria brasileira.

Uma boa nota para o Fed Diretor da UBS elogia criatividade e resultados da política de Bernanke à frente do Fed e aponta mercados atuais com melhores oportunidades

Bruno Bertocci, do UBS
Bruno Bertocci, do UBS

Edição 258

Ao analisar os resultados da política conduzida por Ben Bernanke à frente do Fed (Federal Reserve), o diretor de investimentos e gestor sênior da UBS Global Asset Management, Bruno Bertocci, não evita demonstrar uma visão bastante otimista. Ao falar sobre o processo de recuperação da economia dos EUA ele resume: “é basicamente a melhor recuperação do mundo”. Em entrevista exclusiva à Investidor Institucional, Bertocci lembra da tese de doutorado do ex-presidente do Fed, que falava sobre medidas extraordiná

Crescimento dos alternativos Private equities, real state e hedge funds avançam com aumento da alocação dos fundos de pensão dos EUA após a crise de 2008

Saimir Pandiri, do BNY Mellon
Saimir Pandiri, do BNY Mellon

Edição 257

Antes de ocupar o posto de vice- presidente e chefe global da área de serviços financeiros do BNY Mellon, o indiano Samir Pandiri atuou na área de investimentos alternativos da mesma instituição. Por isso, acumulou experiência e presenciou a evolução do mercado de private equity, real state (imobiliário), hedge funds e infraestrutura. Em visita ao Brasil no final de fevereiro passado, Pandiri concedeu entrevista exclusiva para Investidor Institucional e contou como foi o desenvolvimento e as principais ten

Capacidade de conciliação Novo presidente da Abrapp escuta reivindicações das grandes fundações e consegue manter unidade de representação do sistema

José Ribeiro Pena Neto, da Abrapp
José Ribeiro Pena Neto, da Abrapp

Edição 256

Quem conhece um pouco do perfil de José Ribeiro Pena Neto, novo presidente da Abrapp, logo percebe que, como bom mineiro, é um sujeito que mais escuta do que fala. Diretor de um dos maiores fundos de pensão do país, a Forluz, de Minas Gerais, ele desempenhou papel central para evitar uma divisão no sistema associativo dos fundos de pensão. Ele e seus pares mais próximos conseguiram não apenas evitar a saída das grandes fundações, Previ, Petros e Funcef, que ameaçavam deixar a Abrapp, como também ajudaram a

Nicho em franco crescimento Fundos multicedentes e multissacados continuam se expandindo mesmo com a crise dos Fidcs dos bancos médios e a nova regulamentação CVM

Alexandre Silveira, da Anfidc
Alexandre Silveira, da Anfidc

Edição 255

Mesmo com os problemas enfrentados pelos Fidcs (fundos de investimentos em direitos creditórios) de bancos como o Cruzeiro do Sul e BVA, que afetou todo o mercado desde o ano passado, há uma classe de fundos que continuou em franca expansão. Os chamados Fidcs multicedentes e multissacados cresceram em média 20% ao ano desde o final de 2011. Por conta da pulverização dos cedentes de direitos creditórios e dos sacados de contratos, esses Fidcs apresentam menor nível de risco

Europa está saindo da recessão Economista–chefe do grupo Allianz mostra que a Zona do Euro está se recuperando da crise após reformas e corte nos gastos públicos

Michael Heise, da Allianz
Michael Heise, da Allianz

Edição 254

Analisando a situação econômica da Europa, ainda não dá pra falar com otimismo. Ninguém pode supor que os países da Zona do Euro vão voltar a crescer aceleradamente nos próximos anos. Porém, os recentes indicadores de países mais preocupantes, mostram que o pior da crise está passando. A análise é do economista-chefe de um dos maiores grupos seguradores do mundo (o maior da Europa), a Allianz, Michael Heise, que publicou em maio passado, o livro “Emergi

Dias melhores no horizonte Chefe de pesquisa de renda variável da BlackRock prevê menor pressão dos juros americanos e melhoria nos níveis de crescimento mundial

Stuart Reeve, da BlackRock
Stuart Reeve, da BlackRock

Edição 253

Ainda que não se possa afirmar que a turbulência tenha passado para os mercados emergentes, as previsões para os próximos meses começam a mostrar maior otimismo. A pressão do aumento das taxas de juros dos títulos americanos de 10 anos ainda preocupam, mas segundo Stuart Reeve, diretor de pesquisa da equipe de renda variável da BlackRock, o maior impacto já foi antecipado. Executivo de uma das maiores assets globais de fu

Pessimismo é exagerado Ex-presidente do BNDES acredita que o Brasil está passando por “ressaca” após longa fase de crescimento e que recuperação virá depois de eleições

Luiz Carlos Mendonça de Barros, da Quest
Luiz Carlos Mendonça de Barros, da Quest

 Edição 252

Um dos principais expoentes do processo de privatização do governo Fernando Henrique Cardoso, o ex-presidente do BNDES e ex-ministro das telecomunicações, Luiz Carlos Mendonça de Barros, acredita que o mercado está se orientando com um excesso de pessimismo. Atualmente como sócio-fundador e estrategista da Quest Investimentos, ele acredita que o mercado está superestimando a fuga de capital dos mercados emergentes,

Bem me quer, mal me quer... Crítico do governo, economista diz que valorização do dólar é resultado de erros na política econômica e descaso com o capital estrangeiro

Alexandre Schwartsman, economista
Alexandre Schwartsman, economista

Edição 251

Por mais que o governo queime as reservas internacionais, a alta do dólar continua pressionando. Chega agora ao Planalto a conta por ter, em épocas de abundância de liquidez, “maltratado” o capital estrangeiro. Essa é a opinião do economista Alexandre Schwartsman, conhecido por suas fortes crenças e críticas.

Schwartsman foi diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central (BC) e membro votante do Copom, de novembro de 2003 a abril de 2006, e economista-c