Mainnav

Compatibilizar o risco dos ativos ao passivo atuarial Dionisio Jorge da Silva

Edição 81

A Pol√≠tica de Investimentos das EFPP‚Äôs deve estar voltada para os seus compromissos atuariais, ou seja, para as obriga√ß√Ķes do(s) plano(s) de benef√≠cios de curto, m√©dio e de longo prazo, de tal maneira que os ativos de investimentos devam ser alocados patrimonialmente na entidade. Se analisarmos a estrutura patrimonial dessas entidades, verificaremos que elas j√° nascem passivas, ou seja com obriga√ß√Ķes. Os ativos constitu√≠dos com dota√ß√Ķes, contribui√ß√Ķes e rendimentos, s√£o os recursos garantidores do passivo a

Uma abordagem da Resolu√ß√£o 2.720 Marco Ant√īnio de Oliveira

Edição 80

Vamos abordar neste espaço, dentro da nossa proposta de fazer um acompanhamento da resolução 2.720, a questão da implementação da carteira de Renda Variável.
No segmento de A√ß√Ķes em Mercado, devemos implementar uma carteira compat√≠vel com os Benchmarks que foram levados em conta na aloca√ß√£o da reserva total, definida com base no passivo da entidade, nas expectativas para os diversos mercados e nas restri√ß√Ķes a que estes investidores se submetem. Quanto a esta aloca√ß√£o, cabe ressaltar que a 2720 explici

A eterna briga do mar com o rochedo Paulo Teixeira Brand√£o

Edição 80

Na velha e interminável briga entre o mar e o rochedo, quem acaba sempre perdendo é o pobre marisco. Indefeso de duas forças tão grandes, acaba sempre jogado de um lado para o outro, com grande risco de ter suas defesas quebradas e inutilizadas.
Pois √© o que est√° acontecendo agora, quando os senhores da pol√≠tica econ√īmica do pa√≠s, que h√° muito lutam para ter o sistema de Fundos de Pens√£o sob suas asas, aproveitam-se do desgaste do Ministro da Previd√™ncia, provocado por motivos mais do que conhecidos, p

Recupera√ß√£o econ√īmica e reformas no mercado de capitais Roberto Teixeira da Costa

Edição 79

A quest√£o da retomada do crescimento econ√īmico, como a vari√°vel chave para que possamos superar a maioria dos problemas que nos afligem √© tema central de todas as an√°lises econ√īmicas.
A realidade é que paramos de crescer. Enquanto no período dos anos 60-80 crescemos acima de 4% a.a. em média per capita, nos anos 80-99 esse crescimento foi próximo a zero.
As explica√ß√Ķes v√£o desde a quest√£o da pol√≠tica cambial adotada no per√≠odo p√≥s Real e interrompida somente em janeiro do ano passado, insufici√™nci

Nova regulamenta√ß√£o e a engenharia de carteiras Marco Ant√īnio de Oliveira

Edição 78

As novas regras para a aplicação de recursos das Entidades Fechadas de Previdência Privada, regulamentada pela Resolução 2720 do Banco Central de 24 de abril de 2000, traz em seu escopo mudanças significativas para a gestão das carteiras destes Investidores Institucionais.
Certamente, as maiores mudanças ocorreram no segmento de Renda Variável, beneficiado com a elevação no limite máximo de aplicação de 50% para 60% das Reservas, quando considerada com o Segmento Especial. Por outro lado, a obediência

Mudança da carteira teórica da Bovespa André Luis Galvão Lapponi

Edição 78

A mudan√ßa da carteira te√≥rica da BOVESPA, em maio, aumentou de 44 para 57 o n√ļmero de a√ß√Ķes no √≠ndice. Al√©m deste aumento, tamb√©m houve uma desconcentra√ß√£o do √≠ndice com a sa√≠da dos Recibos de Telebr√°s PN e ON, que detinham 43% do peso deste. Os Recibos de Telebr√°s PN e ON foram substitu√≠dos pelas principais a√ß√Ķes de telefonia que estavam contidas nestes recibos e pela Globo Cabo. A Globo Cabo inaugurou o setor de tecnologia/internet com peso bastante relevante de 5,36%. A tabela abaixo mostra a composi√ß√£o

Governo n√£o pode continuar tutelando o sistema Adacir Reis

Edição 77

Em recente visita a Wharton School, uma das mais renoma das institui√ß√Ķes norte-americanas de ensino na √°rea de fundos de pens√£o e administra√ß√£o de ativos, pude participar de um debate sobre a rela√ß√£o entre os organismos estatais e os investidores institucionais. Tal discuss√£o no Brasil √© inadi√°vel, n√£o s√≥ em rela√ß√£o ao que j√° existe mas, sobretudo, face √†s perspectivas de crescimento dos fundos de pens√£o. Regula√ß√£o? Controle? Fomento? Quais s√£o as atribui√ß√Ķes do Estado frente ao regime de previd√™ncia privad

Impacto dos fundos de pensão nos balanços das empresas Maria Luiza O. Magalhães

Edição 76

A CVM colocou em audi√™ncia p√ļblica, no final de janeiro passado, uma minuta de delibera√ß√£o sobre pronunciamento do IBRACON que regula, para as companhias abertas, a contabiliza√ß√£o de passivos e custos dos benef√≠cios oferecidos a empregados. At√© o dia 28 de abril de 2000 a CVM estar√° recebendo sugest√Ķes sobre o assunto.
O pronunciamento do IBRACON tem como objetivo estabelecer regras de contabilização para as companhias abertas, sobre, quando e de que forma os benefícios garantidos aos empregados devem