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Fasern e Faelba facilitam o crédito aos participantes Com a menor remuneração da renda fixa, as fundações repassam a queda da taxa de juros

Edição 92

A queda na remuneração da renda fixa já começa a influenciar as condições de empréstimos aos participantes das fundações Fasern e Faelba. As novidades, que começam a ser adotadas nessas fundações a partir deste mês de fevereiro, são o aumento do limite de crédito, a diminuição das taxas de juros e ainda o alargamento do prazo para saldar a dívida – que passa de 24 para 36 e até 48 meses. “Essas novas condições se tornaram possíveis pelo declínio acentuado das taxas de juros, que também foi repassado ao part

Cobrando gato por lebre Consultoria PPS aponta cobrança inadequada de taxas de performance por fundos de renda variável

Edição 92

Levantamento feito pela consultoria PPS com exclusividade para Investidor Institucional mostra que 9 fundos de renda variável voltados a investidores qualificados cobram taxas de performance tomando por base a superação de índices de renda fixa (CDI e IGP-M). A prática é considerada inadequada pelos consultores financeiros independentes, para os quais a cobrança da performance nesses fundos deveria estar calçada em índices de bolsa, como Ibovespa, IBX, FGV-100, entre outros. A própria secretária de Previdên

Forluz adota novos indexadores Com a alta dos índices de preços do atacado, a fundação trocou o IGP-DI pelo IPCA como indexador de sua meta atuarial e dos benefícios de seu plano de previdência

Edição 92

Em função das altas taxas registradas pelos índices de preços do atacado nos últimos anos, a Forluz, fundo de pensão da Cemig, decidiu mudar a fórmula de indexação de sua meta atuarial e do indexador dos benefícios de seu plano. Desde meados do ano passado, após estudos e recomendações do atuário da Forluz, José Roberto Montello e de consultores externos, a fundação trocou o IGP-DI, da Fundação Getúlio Vargas, pelo Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA) do Instituto de Pesquisas Econômicas, Administ

Project finance na mira Queda na taxa básica de juros, que nos últimos 2 anos foi inferior às metas atuariais das fundações, deve estimular investimentos em infra-estrutura, mais sólidos e de menor risco

Edição 92

Pelo segundo ano consecutivo a taxa básica de juros ficou abaixo da meta atuarial dos fundos de pensão. Se no fechamento de 1999 ainda havia quem explicasse o fato como um comportamento atípico do mercado, devido ao repique dos índices de inflação, no encerramento de 2000 a explicação foi diferente. Durante o ano passado, a taxa de juros continuou caindo, sobretudo no segundo semestre, enquanto a inflação permaneceu controlada na casa de um dígito. O ano terminou com números marcantes: enquanto o IGP-M mais

Votorantim Asset lançará novos fundos Fundo a ser lançado em março será composto exclusivamente por títulos de empresas privadas

Edição 92

A Votorantim Asset está planejando lançar novos fundos de investimento para fazer frente à crescente queda das taxas de juros e à necessidade das fundações de superar a meta atuarial. O primeiro deles, planejado para sair em março, é um fundo de renda fixa composto exclusivamente por títulos de empresas privadas, com remuneração superior aos fundos ancorados em títulos públicos. Embora possa ter de abrigar num primeiro momento um pouco de títulos públicos, seu objetivo é chegar a 100% de títulos privados, i

Parecer de Dalari abre caminho a gestor privado Interpretação do jurista Dalmo Dalari derrubou obrigatoriedade de aplicações em bancos estaduais

Edição 92

Encomendado pelo Banespa na tentativa de impedir resgates de contas e aplicações de entes públicos, por ocasião da privatização, um parecer dado pelo jurista Dalmo de Abreu Dalari acabou ajudando gestores privados a captar recursos do fundo de previdência do município paulista de São Sebastião, o FAPS. O parecer esclarecia que bancos oficiais eram todos aqueles autorizados pelo Banco Central do Brasil a desenvolver suas atividades no país, e não somente aqueles de propriedade do governo. Assim como outros m

A força dos fundos nos EUA O ranking das maiores fundações dos EUA mostra que somente as 10 primeiras possuem US$ 1,068 trilhão em ativos, mais que o dobro do PIB brasileiro no ano passado

Edição 92

O ranking das maiores fundações norte-americanas, publicado na edição de janeiro da revista Pensions&Investments, mostra bem o poderio econômico dos fundos de pensão naquele país. Se for considerado somente o patrimônio acumulado pelas 10 maiores fundações dos Estados Unidos, chega-se à cifra impressionante de US$ 1,068 trilhão, mais do que o dobro do PIB do Brasil no ano passado. Para se ter uma idéia das diferenças existentes entre os dois países, basta lembrar que a Previ, do Banco do Brasil, a maior

Cenários de Investimentos

Edição 92

Gestores estão menos otimistas com as bolsas
Os gestores de investimentos que responderam à última edição da pesquisa de cenários de 30 dias estão menos otimistas com as bolsas para o próximo período. Apesar de ainda estar fortemente recomendada, dessa vez a soma das respostas ‘altamente favoráveis’ e ‘favoráveis’ atingiu 74% do universo pesquisado, contra 86% da pesquisa anterior. Consequentemente, o nível de rejeição aos ativos de renda variável aumentou de 2% para 7%, enquanto 19% preferiram manter-

Reequilibrar o jogo Limite da idade de aposentadoria coloca o PGBL em situação vantajosa em relação aos fundos fechados

Edição 91

Em entrevista que estamos publicando nesta edição a Secretária de Previdência Complementar, Solange Paiva Vieira, garante que as intervenções que está fazendo no sistema visam a torná-lo mais forte e seguro no futuro. Mesmo que, de acordo com suas própria palavras, alguns possam não entender suas atitudes no momento presente.
Tem razão ela em querer construir um sistema sólido. Afinal, não se pode admitir um sistema voltado ao pagamento de aposentadoria complementar, responsável pela poupança previdenc

Fundos de pensão paralisados Dirigentes dos fundos mantém projetos engavetados por causa da sequência de mudanças nas regras do setor; quadro de instabilidade inviabiliza abertura de novas fundações

Edição 91

A indústria de fundos de pensão está paralisada. Desde o último trimestre do ano passado até agora, os dirigentes de fundos de pensão e prestadores de serviços não sabem como reagir à seqüência de mudanças nas regras dos investimentos e ao aumento da idade mínima para as aposentadorias. Empresas que estudavam a possibilidade de criar um fundo de pensão para seus funcionários estão adiando a decisão.
A instabilidade de regras provoca dúvidas no mercado, pois dá origem a questionamentos sobre se as muda