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Real Grandeza avalia propostas Sete bancos estão disputando ativos de R$ 1,7 bilhão do fundo de pensão de Furnas

Edição 104

Com R$ 1,7 bilhão de ativos para serem custodiados, o Real Grandeza, fundo de pensão dos funcionários de Furnas, ainda está avaliando propostas de sete bancos que disputam acirradamente os recursos da fundação. São eles: BankBoston, Bradesco, Deustche, Citibank, HSBC, Itaú e Santander.
Segundo o gerente de operações financeiras do Real Grandeza, Luiz Cláudio Carneiro Leão, é intensa a guerra de preços entre os bancos para ficar com a custódia dos ativos da fundação. Mas ele garante que o que vai defin

Primeiro o nome do gestor A fundação Elos, dos funcionários da Eletrosul e Gerasul, só vai definir quem fará a custódia dos seus ativos após terminar o processo de seleção do gestor

Edição 104

O Elos, fundo de pensão dos funcionários da Eletrosul e da Gerasul, só iniciará o processo de seleção do seu custodiante central ao terminar a escolha dos gestores da sua carteira de renda fixa, de R$ 500 milhões. A fundação mantinha esses recursos distribuídos entre 28 fundos abertos e fechados e decidiu reduzir esse número para cerca de 12 a 15 fundos. O processo de seleção dos novos gestores da renda fixa, iniciado em maio deste ano e no qual estão sendo avaliadas 44 instituições financeiras, conta com

Itaú fara a custódia dos ativos da Fusesc

Edição 104

O Banco Itaú é o custodiante central da Fusesc, fundo de pensão dos funcionários do Banco Estadual de Santa Catarina, desde meados de agosto. A cobrança do preço dos serviços de custódia (taxa anual de 0,020%), bem abaixo da média oferecida pelos outros bancos (que ficou entre 0,040% e 0,060%), foi decisiva na escolha do Itaú, conta o diretor financeiro da fundação, Mauro Benedet.
“Foi a melhor proposta de custo e também o serviço que melhor se adequava à formatação dos investimentos da fundação”, di

Fundações definem seus custodiantes Na reta final do processo de escolha, maioria dos fundos de pensão ainda não contratou o serviço

Edição 103

A corrida dos fundos de pensão para o fechamento de contratos com os bancos que farão a custódia centralizada dos seus ativos está na reta final. O prazo original para a centralização da custódia previsto pela Resolução n.o 2.829 era até o final de junho, mas na última hora o Conselho Monetário Nacional (CMN) e a Secretaria de Previdência Complementar adiaram para o final do ano. Como o processo de implantação da custódia costuma durar de 30 a 60 dias, a maior parte das fundações que ainda não definiu o cu

Citibank fecha primeiro semestre com 26 fundações Para o diretor da área de custódia do banco, várias instituições fecharam contratos já no semestre passado

Edição 103

O prazo original previsto pela Resolução no 2829, que era no final do junho passado, movimentou o mercado no primeiro semestre do ano. Em função desse prazo, os principais custodiantes conseguiram aumentar o número de clientes já na primeira metade do ano.
O Citibank, por exemplo, mais que triplicou o número de fundações para as quais presta serviços de custódia e controladoria, saltando de 8 no final de 2000 para 26 em junho passado. “Muitos fundos de pensão não quiseram esperar pela possível prorro

Terceirizar foi mais barato

Edição 103

A Eletroceee, fundo de pensão de empresas do setor elétrico da região Sul, foi um dos primeiros institucionais a contratar a custódia centralizada. No final do ano passado contratou para essa função o Itaú, que também passou a se responsabilizar pelo back office, serviços de controladoria e compliance.
Os estudos para a centralização da custódia começaram na metade de 1999, quando a SPC divulgou a intenção de criar a nova regra. “Mantínhamos contato constante com a SPC e sabíamos que ela não ia abrir

Funcef licita e escolhe o Santander Além da custódia, o banco espanhol irá realizar também os serviços de back office

Edição 103

A Funcef é a única fundação que já realizou dois processos de seleção de custodiantes. No final de 1999, a fundação da Caixa Econômica Federal (CEF) escolheu o Itaú para custodiar os ativos de sua carteira de renda variável. Com a aprovação da Resolução 2.829, que tornou obrigatória a contratação do custodiante central, a Funcef iniciou em abril deste ano uma nova concorrência e, dessa vez, escolheu o Santander.
Foram incluídas seis instituições na nova consulta: ABN AMRO, Banco do Brasil, Citibank, D

Itaú é contratado pela CSN Além da custódia da carteira de R$ 650 milhões da fundação, Itaú irá realizar também a gestão dos seus recursos e os serviços de controle exigidos pela Resolução nº 2.829

Edição 103

O Banco Itaú acaba de vencer o processo de concorrência para custodiar os investimentos do fundo de pensão da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), uma carteira de aproximadamente R$ 650 milhões. O processo envolveu todos os aspectos da administração dos ativos da fundação, que entregou ao Itaú a custódia centralizada, a gestão dos recursos e ainda uma série de serviços destinados a atender as exigências da Resolução n.o 2.829.
A estrutura que será montada em conjunto pelas áreas de custódia e asset m

HSBC de olho na custódia John Gubert, responsável mundial pela área de ativos globais do banco, prevê aumento de 50% nos negócios na área de custódia com as exigências sobre terceirização em fundos de pensão

Edição 97

O HSBC entra firme na disputa pelo mercado brasileiro de custódia, planejando um crescimento de cerca de 50% nos volumes até o final do ano. Num almoço acontecido na última semana de abril, que reuniu cerca de duas dúzias de dirigentes de fundos de pensão, o responsável mundial pela área de ativos globais do HSBC, John Gubert, falou sobre as perspectivas desse novo negócio para o banco. Segundo ele, “o Brasil é um mercado promissor, o principal para nós na América do Sul”.
Gubert veio ao Brasil especia