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Vai uma ação aí? Previ, desenquadrada no limite de exposição em renda variável, traça plano de retirada; algumas empresas já estão na mira da fundação, como Embratel e Embraer

Edição 150

Que os operadores e investidores do mercado acion√°rio se preparem. At√© o final do ano, o maior fundo de pens√£o da Am√©rica Latina, a Previ, ir√° se desfazer de um montante entre R$ 100 milh√Ķes a R$ 250 milh√Ķes em a√ß√Ķes na Bolsa de Valores. De janeiro a junho, a funda√ß√£o de servidores do Banco do Brasil (BB) j√° realizou vendas l√≠quidas de R$ 450 milh√Ķes neste mercado. Nada, entretanto, que a enquadre no limite de 50% de exposi√ß√£o em renda vari√°vel permitido pelo Conselho Monet√°rio Nacional (CMN). Hoje, a Prev

De olho na governança Previ implanta SAC, estrutura Comitê de Conselheiros e avança no cadastro dos bons e maus gestores

Edição 150

A Previ acaba de implantar o Sistema SAC (Sele√ß√£o, Acompanhamento e Avalia√ß√£o de Conselheiros), atrav√©s do qual os conselheiros titulares passam a enviar, pela internet, atas e relat√≥rios das empresas das quais participam. Pelo sistema tamb√©m ser√° permitido agendar reuni√Ķes e cadastrar pautas. O SAC deve ser utilizado j√° nas reuni√Ķes desse √ļltimo trimestre.
‚ÄúAgora, n√£o haver√° mais quebra de continuidade na troca de conselheiros. Com as informa√ß√Ķes padronizadas, d√° para saber quais estrat√©gias foram de

A volta do estatuto Entidades que representam participantes questionam governança corporativa do atual estatuto da Previ

Edição 150

Nos intervalos das palestras dois temas eram recorrentes entre os presentes: estatuto da Previ e nova tributação dos fundos de pensão. Apesar de pregar a governança corporativa, a discussão acerca do estatuto tem sido o calcanhar-de-aquiles da fundação. O assunto será discutido pelo Conselho Deliberativo do fundo no final de setembro e as categorias que representam os participantes já esperam ansiosas pelo posicionamento da Previ.
A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb) e a

Hora de sentar e rediscutir Aumento da complexidade e das exigências na legislação do segmento de previdência privada abre espaço para a renegociação das taxas de custódia

Edição 150

Num primeiro momento, eles apenas guardavam e liquidavam os pap√©is financeiros das funda√ß√Ķes e, no m√°ximo, cuidavam dos eventos corporativos, tais como dividendos, bonifica√ß√Ķes e subscri√ß√Ķes. Pouco tempo depois, eles tiveram que fazer um relat√≥rio de enquadramento ali, uma avalia√ß√£o de risco acol√° e at√© mesmo alguns servi√ßos de seguridade. Veio, ent√£o, a marca√ß√£o a mercado, e da√≠ foi um pulo para que eles ajudassem tamb√©m no compliance (controle interno) e, por que n√£o, na pr√≥pria elabora√ß√£o da Diverg√™ncia

Caixa moderniza venda de fundo imobili√°rio

Edição 146

Quando comercializou as cotas do fundo imobili√°rio Almirante Barroso, em 2003, a Caixa Econ√īmica Federal (CEF) permitiu que apenas os correntistas participassem do investimento ‚Äď na √©poca, com aplica√ß√£o inicial de R$ 1 mil, o objetivo era popularizar o produto ao segmento de varejo, ponto forte do banco.
A partir de junho, quando começa a comercializar cotas do fundo imobiliário Torre Almirante, pertencente à incorporadora Hines do Brasil, a instituição criou uma forma de facilitar ainda mais o acesso

Assets esperam aumento das taxas de administração

Edição 146

Os clientes institucionais est√£o deixando de lado a famosa ‚Äúconta de padaria‚ÄĚ, que usa a taxa de administra√ß√£o como o principal crit√©rio na hora de escolher um produto de investimento. Segundo profissionais do mercado, os institucionais est√£o partindo para produtos mais sofisticados, como os multimercados e os fundos de receb√≠veis, que apesar de cobrarem uma taxa mais salgada contribuem para a diversifica√ß√£o da carteira de investimentos e podem gerar retornos positivos mesmo durante as turbul√™ncias de merc

Será que era só uma bolha? Falta de escala fecha as independentes Legacy e Acrux. Não chegaram a completar um ano

Edição 146

A conteceu o que muitos temiam. Depois de um verdadeiro boom de novas assets independentes, durante todo o ano passado, este segmento começa a registrar as primeiras baixas. Duas administradoras de recursos com foco em produtos mais arrojados, como os fundos multimercados, que começaram suas atividades há menos de um ano, estão fechando as portas. São elas: Legacy e Acrux Asset Management. O principal motivo é que estas assets não atingiram a escala mínima necessária para o negócio fazer sentido. Comenta-s

Refer recebe imóveis da patrocinadora RFFSA oferece terrenos para a fundação; acordo prevê garantia de liquidez para os imóveis entregues

Edição 145

Parte da d√≠vida da Rede Ferrovi√°ria Federal S/A (RFFSA) junto ao seu fundo de pens√£o, o Refer, ser√° paga com terrenos localizados nas regi√Ķes central e portu√°ria da capital fluminense. A novidade √© que os im√≥veis t√™m garantia de liquidez ‚Äď resultado de uma opera√ß√£o estruturada entre o Governo Federal, por meio do Minist√©rio do Planejamento, prefeitura do Rio de Janeiro, Refer e RFFSA.
Segundo o presidente do fundo de pensão, Jorge Moura, os terrenos dados pela RFFSA servirão para amortizar uma dívida

Exclusivos perdem o charme Fim da CPMF e novas taxas propostas pela CVM podem diminuir a atratividade destes fundos e levar de volta recursos para as velhas carteiras administradas

Edição 145

Em 1996, com a cria√ß√£o da Contribui√ß√£o Provis√≥ria sobre Movimenta√ß√£o Financeira (CPMF), o governo praticamente assinou a senten√ßa de morte das carteiras administradas. Como o investidor tinha que pagar a al√≠quota cada vez que movimentava um ativo de sua carteira, os grandes investidores, especialmente os fundos de pens√£o, abandonaram esse instrumento de aplica√ß√£o e montaram fundos de investimentos exclusivos, onde pagariam a CPMF apenas quando aplicassem ou sacassem os recursos ‚Äď o imposto n√£o incidiria na

O ano da reviravolta As corretoras superaram a pior fase do mercado, graças ao aumento dos negócios e a entrada de novos investidores

Edição 145

Depois de cinco longos anos de vacas muito magras, o mercado financeiro rendeu boas alegrias às corretoras no ano passado, principalmente
para aquelas que concentraram seus esfor√ßos em dois tipos de clientes: estrangeiros e pessoa-f√≠sica. Os investidores voltaram com for√ßa total ao preg√£o da Bolsa de Valores de S√£o Paulo (Bovespa), que movimentou uma m√©dia de R$ 818,3 milh√Ķes por dia em 2003. Desde 1997, quando o mercado acion√°rio brasileiro ainda se mostrava pujante, √© a primeira vez que os neg√≥cio