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Nos bastidores, os negócios Conselho de Investimentos de entidade pública do estado americano do Novo México passa a patrocinar produção de filmes; em troca visa obter participação nos lucros

Edição 153

O Conselho de Investimentos do estado americano do Novo México – entidade pública que administra fundos com recursos de investidores dispostos a aplicar em empreendimentos no estado e que acumula patrimônio de US$ 11,5 bilhões – está no show business. Agora, celebridades do porte de Dennis Hopper comparecem às reuniões de membros do Conselho e astros como Tom Cruise produzem filmes financiados, em parte, com os recursos da entidade.
O Conselho, sediado em Santa Fé, tem cerca de US$ 90 milhõe

Bradesco leva a Petros Banco vence concorrência e passa a responder, a partir deste mês, pela custódia qualificada dos recursos do segundo maior fundo de pensão do País

Edição 151

Não haveria melhor presente de fim de ano para uma instituição financeira do que agregar, a uma tacada só, R$ 23 bilhões à sua carteira de custódia. Que o diga o Bradesco, que venceu acirrada disputa com HSBC, Itaú e Santander pela custódia e controladoria dos recursos da Petros. Afinal, à exceção da Previ, cujos serviços em questão são, naturalmente, prestados pelo próprio patrocinador, o Banco do Brasil (BB), a fundação dos servidores da Petrobras constituía-se na maior mina de ouro à espera de um novo c

Refer está sob nova direção Mudança contempla a União, que não tinha representatividade na diretoria anterior

Edição 150

Jorge Moura, José Luiz Lopes Teixeira Filho e, agora, Waldemar Ferreira da Silva. Três presidentes já passaram pela Fundação Refer apenas neste ano. A última mudança também registrou a troca do diretor administrativo e financeiro, posto agora sob o comando de Paulo da Silva Leite. Dessa forma, a Rede Ferroviária Federal (RFFSA), patrocinadora ligada à União, garantiu uma representatividade que não estava contemplada na composição anterior.
O maior desafio de Silva é continuar a reestruturação iniciada

Casamentos perigosos De olho no envelhecimento da população e no prolongamento da vida sexual dos homens, fundações cobram ou até proíbem a inclusão de beneficiários após a aposentadoria

Edição 150

Cena de casamento. No altar, um casal troca alianças. Ela, com seus vinte e poucos anos; ele, com suas seis, sete décadas de vida. Entre os convidados, um chora copiosamente: o fundo de pensão. Afinal, chamem de amor, de compaixão ou até mesmo de negócio, mas o fato é que uniões como essa estão cada vez mais comuns nos dias de hoje e quem acaba, no final, pagando essa conta são os planos de previdência, que têm de incorporar um beneficiário em tenra idade na sua lista de pensão por morte.
“Nós podemos

Vai uma ação aí? Previ, desenquadrada no limite de exposição em renda variável, traça plano de retirada; algumas empresas já estão na mira da fundação, como Embratel e Embraer

Edição 150

Que os operadores e investidores do mercado acionário se preparem. Até o final do ano, o maior fundo de pensão da América Latina, a Previ, irá se desfazer de um montante entre R$ 100 milhões a R$ 250 milhões em ações na Bolsa de Valores. De janeiro a junho, a fundação de servidores do Banco do Brasil (BB) já realizou vendas líquidas de R$ 450 milhões neste mercado. Nada, entretanto, que a enquadre no limite de 50% de exposição em renda variável permitido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Hoje, a Prev

De olho na governança Previ implanta SAC, estrutura Comitê de Conselheiros e avança no cadastro dos bons e maus gestores

Edição 150

A Previ acaba de implantar o Sistema SAC (Seleção, Acompanhamento e Avaliação de Conselheiros), através do qual os conselheiros titulares passam a enviar, pela internet, atas e relatórios das empresas das quais participam. Pelo sistema também será permitido agendar reuniões e cadastrar pautas. O SAC deve ser utilizado já nas reuniões desse último trimestre.
“Agora, não haverá mais quebra de continuidade na troca de conselheiros. Com as informações padronizadas, dá para saber quais estratégias foram de

A volta do estatuto Entidades que representam participantes questionam governança corporativa do atual estatuto da Previ

Edição 150

Nos intervalos das palestras dois temas eram recorrentes entre os presentes: estatuto da Previ e nova tributação dos fundos de pensão. Apesar de pregar a governança corporativa, a discussão acerca do estatuto tem sido o calcanhar-de-aquiles da fundação. O assunto será discutido pelo Conselho Deliberativo do fundo no final de setembro e as categorias que representam os participantes já esperam ansiosas pelo posicionamento da Previ.
A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb) e a

Hora de sentar e rediscutir Aumento da complexidade e das exigências na legislação do segmento de previdência privada abre espaço para a renegociação das taxas de custódia

Edição 150

Num primeiro momento, eles apenas guardavam e liquidavam os papéis financeiros das fundações e, no máximo, cuidavam dos eventos corporativos, tais como dividendos, bonificações e subscrições. Pouco tempo depois, eles tiveram que fazer um relatório de enquadramento ali, uma avaliação de risco acolá e até mesmo alguns serviços de seguridade. Veio, então, a marcação a mercado, e daí foi um pulo para que eles ajudassem também no compliance (controle interno) e, por que não, na própria elaboração da Divergência

Caixa moderniza venda de fundo imobiliário

Edição 146

Quando comercializou as cotas do fundo imobiliário Almirante Barroso, em 2003, a Caixa Econômica Federal (CEF) permitiu que apenas os correntistas participassem do investimento – na época, com aplicação inicial de R$ 1 mil, o objetivo era popularizar o produto ao segmento de varejo, ponto forte do banco.
A partir de junho, quando começa a comercializar cotas do fundo imobiliário Torre Almirante, pertencente à incorporadora Hines do Brasil, a instituição criou uma forma de facilitar ainda mais o acesso

Assets esperam aumento das taxas de administração

Edição 146

Os clientes institucionais estão deixando de lado a famosa “conta de padaria”, que usa a taxa de administração como o principal critério na hora de escolher um produto de investimento. Segundo profissionais do mercado, os institucionais estão partindo para produtos mais sofisticados, como os multimercados e os fundos de recebíveis, que apesar de cobrarem uma taxa mais salgada contribuem para a diversificação da carteira de investimentos e podem gerar retornos positivos mesmo durante as turbulências de merc