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Bradesco entra firme na disputa Apesar de ser um dos últimos a entrar nesse mercado, o maior banco privado nacional garante que tem fôlego para crescer cerca de 30% só neste ano, atingindo a cifra de R$ 65 bilhões.

Edição 105

O Bradesco está entrando firme na corrida pela custódia dos recursos dos fundos de pensão, cujos prazos para estarem com tudo concluído vai até o dia 31 de dezembro próximo. Embora esteja sendo efetivamente um dos últimos a entrar nessa disputa – atrás dele está apenas o Banco do Brasil, que ainda não deu início a uma implementação efetiva da área –, há mais de um ano que o Bradesco já havia anunciado sua intenção de participar desse mercado (ver Investidor Institucional nº 80). “O fato é que a demanda rea

Funssest contrata Itaú para custodiar R$ 300 milhões Processo de seleção foi conduzido em conjunto com outros seis fundos de pensão da região capixaba

Edição 105

A Funssest, fundo de pensão da Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST), já está em fase de implantação dos sistemas de custódia e o Itaú foi o banco escolhido para custodiar cerca de R$ 300 milhões de ativos do fundo de pensão dos funcionários da empresa de Vitória, ES.
O processo de seleção do banco custodiante foi conduzido com outros seis fundos de pensão da região capixaba: o Arus, dos funcionários da Aracruz; o Baneses, do Banestes; a Escelsos, da empresa de energia Escelsa; e ainda com o Faeses,

Aumentam as contratações Embora os fundos de pensão tenham até o final do ano para contratar seus custodiantes centrais, a maioria das grandes fundações deve fazer suas escolhas até meados de outubro

Edição 104

Cerca de 40% dos grandes fundos de pensão ainda não definiu o nome da instituição que irá fazer a centralização da custódia dos seus ativos. Mas a maioria está acelerando o processo de seleção e pretende fechar a contratação até, no máximo, meados de outubro. O prazo máximo dado pela Secretaria de Previdência Complementar (SPC) vai até o final do ano. Entretanto, como são necessários cerca de 30 a 60 dias para a implantação dos sistemas, as fundações devem finalizar antes o seu processo de escolha.
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Real Grandeza avalia propostas Sete bancos estão disputando ativos de R$ 1,7 bilhão do fundo de pensão de Furnas

Edição 104

Com R$ 1,7 bilhão de ativos para serem custodiados, o Real Grandeza, fundo de pensão dos funcionários de Furnas, ainda está avaliando propostas de sete bancos que disputam acirradamente os recursos da fundação. São eles: BankBoston, Bradesco, Deustche, Citibank, HSBC, Itaú e Santander.
Segundo o gerente de operações financeiras do Real Grandeza, Luiz Cláudio Carneiro Leão, é intensa a guerra de preços entre os bancos para ficar com a custódia dos ativos da fundação. Mas ele garante que o que vai defin

Primeiro o nome do gestor A fundação Elos, dos funcionários da Eletrosul e Gerasul, só vai definir quem fará a custódia dos seus ativos após terminar o processo de seleção do gestor

Edição 104

O Elos, fundo de pensão dos funcionários da Eletrosul e da Gerasul, só iniciará o processo de seleção do seu custodiante central ao terminar a escolha dos gestores da sua carteira de renda fixa, de R$ 500 milhões. A fundação mantinha esses recursos distribuídos entre 28 fundos abertos e fechados e decidiu reduzir esse número para cerca de 12 a 15 fundos. O processo de seleção dos novos gestores da renda fixa, iniciado em maio deste ano e no qual estão sendo avaliadas 44 instituições financeiras, conta com

Itaú fara a custódia dos ativos da Fusesc

Edição 104

O Banco Itaú é o custodiante central da Fusesc, fundo de pensão dos funcionários do Banco Estadual de Santa Catarina, desde meados de agosto. A cobrança do preço dos serviços de custódia (taxa anual de 0,020%), bem abaixo da média oferecida pelos outros bancos (que ficou entre 0,040% e 0,060%), foi decisiva na escolha do Itaú, conta o diretor financeiro da fundação, Mauro Benedet.
“Foi a melhor proposta de custo e também o serviço que melhor se adequava à formatação dos investimentos da fundação”, di

Fundações definem seus custodiantes Na reta final do processo de escolha, maioria dos fundos de pensão ainda não contratou o serviço

Edição 103

A corrida dos fundos de pensão para o fechamento de contratos com os bancos que farão a custódia centralizada dos seus ativos está na reta final. O prazo original para a centralização da custódia previsto pela Resolução n.o 2.829 era até o final de junho, mas na última hora o Conselho Monetário Nacional (CMN) e a Secretaria de Previdência Complementar adiaram para o final do ano. Como o processo de implantação da custódia costuma durar de 30 a 60 dias, a maior parte das fundações que ainda não definiu o cu

Citibank fecha primeiro semestre com 26 fundações Para o diretor da área de custódia do banco, várias instituições fecharam contratos já no semestre passado

Edição 103

O prazo original previsto pela Resolução no 2829, que era no final do junho passado, movimentou o mercado no primeiro semestre do ano. Em função desse prazo, os principais custodiantes conseguiram aumentar o número de clientes já na primeira metade do ano.
O Citibank, por exemplo, mais que triplicou o número de fundações para as quais presta serviços de custódia e controladoria, saltando de 8 no final de 2000 para 26 em junho passado. “Muitos fundos de pensão não quiseram esperar pela possível prorro

Terceirizar foi mais barato

Edição 103

A Eletroceee, fundo de pensão de empresas do setor elétrico da região Sul, foi um dos primeiros institucionais a contratar a custódia centralizada. No final do ano passado contratou para essa função o Itaú, que também passou a se responsabilizar pelo back office, serviços de controladoria e compliance.
Os estudos para a centralização da custódia começaram na metade de 1999, quando a SPC divulgou a intenção de criar a nova regra. “Mantínhamos contato constante com a SPC e sabíamos que ela não ia abrir

Funcef licita e escolhe o Santander Além da custódia, o banco espanhol irá realizar também os serviços de back office

Edição 103

A Funcef é a única fundação que já realizou dois processos de seleção de custodiantes. No final de 1999, a fundação da Caixa Econômica Federal (CEF) escolheu o Itaú para custodiar os ativos de sua carteira de renda variável. Com a aprovação da Resolução 2.829, que tornou obrigatória a contratação do custodiante central, a Funcef iniciou em abril deste ano uma nova concorrência e, dessa vez, escolheu o Santander.
Foram incluídas seis instituições na nova consulta: ABN AMRO, Banco do Brasil, Citibank, D