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O pulo do gato da rentabilidade está nas ferramentas de análise Dirigentes de regimes próprios participam de seminário em Belém (PA), onde se familiarizam com os modernos métodos de gestão de recursos

Edição 129

Até bem pouco tempo atrás, o consultor de investimentos Everaldo Guedes França costumava encarar regularmente uma partida de handebol como goleiro da equipe de Osasco, cidade da Grande São Paulo. Ele jogou a sua última temporada em 1996, aos 38 anos de idade. Mas, mesmo depois de abandonar as quadras, o senso de defesa e a visão geral do campo que a sua posição no time o obrigavam a ter, continua a orientá-lo na sua atividade de consultor financeiro para fundos de previdência.
Hoje, sua missão é defen

Gestores de ativos estimam crescimento para regimes próprios Empresas de asset prevêm que os regimes próprios devem apresentar uma das melhores taxas de crescimento do sistema durante os próximos anos

Edição 129

Os gestores de recursos que ainda não mergulharam de cabeça, pelo menos já estão ensaiando a entrada nesse que promete se tornar o principal mercado para as assets nos próximos anos. Os regimes próprios de previdência dos estados e municípios, com recursos estimados em cerca de R$ 16 bilhões, devem centralizar o foco das atenções dos gestores de recursos que buscam ganhar as contas de novos investidores institucionais. Tudo bem que parte considerável desse volume de recursos seja constituído, no momento, p

BB e Caixa mantem a liderança Capilaridade da rede de varejo das duas instituições garantem a liderança no sistema de previdência dos servidores públicos

Edição 129

As instituições Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal lideram com folga o segmento de gestão de recursos dos regimes próprios de previdência e continuam crescendo a passos largos. A grande capilaridade da rede de agências dos bancos estatais colocam-nos em situação de vantagem em relação às demais assets para atender os municípios. “A prospecção dos negócios é realizada pelo pessoal das agências, que acionam nossa equipe de consultores especializados em previdência que atendem todas as regiões do país”

Cinco institutos paulistas já somam perto de R$ 600 milhões Crescimento dos recursos dos institutos surpreende a muitos que não acreditavam na capacidade de desenvolvimento desse sistema

Edição 130

O crescimento dos institutos de previdência municipais tem surpreendido a muitos, que não tinham grandes expectativas quanto ao potencial dessas entidades. Números aventados pela Secretaria de Previdência Social dão conta de que os regimes próprios municipais já administram algo em torno de R$ 16 bilhões.
Apenas um pequeno grupo de 5 institutos das regiões do Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo já administram recursos de R$ 535 milhões. O instituto de São José dos Campos administra R$ 300 mil

Não temos vagas! Assets começam a demitir e a mudar o perfil do negócio, que tende a tornar-se mais técnico

Edição 124

Os fechamentos de vagas ou demissões estão por toda parte na indústria de asset, seja em consequência das consolidações acumuladas nos últimos anos, do enxugamento dos quadros por conta da queda da rentabilidade ou da mudança do perfil da indústria. Um sinal claro dessa tendência é o número de pessoas que, escolhidos por nossos leitores como os melhores profissionais do mercado financeiro, estão sendo apresentados como ex nesta edição (ver pág. 25). Dos 18 eleitos para receber o prêmio Investidor Instituci

Custódia em nova fase Depois do boom do ano passado, quando se disputou palmo a palmo a custódia dos recursos dos fundos de pensão, as empresas arrumam a casa, investem em tecnologia e buscam novos nichos

Edicão 122

Passada a fase mais aguerrida da disputa pelos recursos dos fundos de pensão, encerrada em 31 de dezembro do ano passado quando expirou o prazo dado pela Secretaria de Previdência Complementar (SPC) para que as fundações definissem o nome de seus custodiantes, a movimentação no setor continua grande. A liderança continua com o Itaú, com 27,26% do mercado, mas a adesão da Previ à custódia do Banco do Brasil colocou o banco estatal na segunda colocação, com 16,46% do mercado. Em terceiro lugar fica o Bradesc

SPC não adiará o prazo As fundações que deixaram a contratação para a última hora podem não ter tempo hábil para implantar até 10 de janeiro e terão de explicar os motivos à Secretaria

Edição 111

Os fundos de pensão terão de informar a Secretaria de Previdência Complementar (SPC) até o dia 10 de janeiro a instituição financeira contratada para fazer a custódia centralizada e o responsável pela consolidação dos ativos. Segundo o secretário José Roberto Savóia, as fundações que não estiverem com os serviços de custódia e controladoria contratados e implementados terão de explicar formalmente à SPC o motivo de não terem finalizado o processo. “Vamos exigir uma explicação formal porque a Secretaria avi

Maioria já oficializou contratos Dos 200 maiores fundos de pensão, só 10% ainda não bateram o martelo com uma instituição financeira, mas entre as pequenas e as médias fundações esse índice é bem maior

Edição 109

Levantamento feito pela Investidor Institucional mostra que 180 fundos de pensão já assinaram o contrato de custódia centralizada e estão em fase de implantação dos sistemas ou com a implementação já concluída. O banco líder em contratações é o Itaú, com 60 fundações na sua carteira de custódia. O segundo colocado é o Citibank, com 40 fundações contratadas, seguido do HSBC, com 39 contratações. O Santander, com 21 negócios fechados vem em quarto lugar no ranking dos custodiantes em número de contratações.

Um olho no caixa e outro no relógio Entidades ainda protelam a contratação em busca de redução de custos, mas correm o risco de serem punidas pela Secretaria se não honrarem o prazo de 31 de dezembro

Edição 108

Os fundos de pensão que ainda não contrataram a custódia centralizada têm pouco mais de um mês para fechar o negócio e implantar o sistema. Algumas fundações estão interpretando que devem contratar a custódia até o dia 31 de dezembro, porém, entendem que não existe a obrigatoriedade de implantar o sistema ainda este ano. Assim, estão deixando a assinatura do contrato com a instituição escolhida para a última hora e pretendem implantar os sistemas apenas no ano que vem.
A interpretação de que todo o s

Odeprev estuda terceirizar consolidação dos ativos Fundação dos funcionários da Odebrecht avalia propostas da Risk Office e da William M. Mercer

Edição 108

O fundo de pensão dos funcionários da Odebrecht (Odeprev) não vai contratar a custódia centralizada, uma vez que 100% dos seus recursos são terceirizados. A fundação tem patrimônio de R$ 55 milhões, dos quais 96% (R$ 52,8 milhões) estão alocados em aplicações de renda fixa e os restantes 4% na renda variável. O Odeprev tem quatro gestores de renda fixa e um de renda variável. Nos planos da fundação está a terceirização também do serviço de consolidação das informações sobre os ativos para enviar à Secretar