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Fundação Itaipu amplia investimentos no exterior

Edição 263

A Fundação Itaipu (Fibra) ampliou os investimentos em fundos de ações no exterior com a entrada em um fundo do J. P. Morgan em julho passado. A aplicação soma R$ 11 milhões, que é o mesmo valor aplicado em outro fundo no exterior, da BlackRock, investido pelo fundo de pensão no início de 2014. Ambos os fundos contam com a administração da BB DTVM que é a responsável pelo feeder local que dá acesso aos fundos no exterior. A fundação pretende aumentar os valores alocados nos fundos. “Podemos dobrar os investimentos ainda. Eles representam menos de 1% do nosso patrimônio, mas temos apetite para aumentar os aportes”, afirma Silvio Rangel, superintendente da fundação.
Segundo o executivo, os fundos investidos replicam índices de ações de grandes empresas multinacionais. “Essas companhias têm receitas globais, então não estamos expostos a riscos de um só país”, explica. Rangel destaca que o processo de investimento no exterior começou a cerca de dois anos. “Para nós é ainda um aprendizado. Estamos fazendo uma experiência e por isso começamos com fundos simples”, complementa.

Caixa e Mercer preparam fundo no exterior

Sérgio Henrique Oliveira Bini, da CaixaEdição 262

A asset da Caixa Econômica está preparando o lançamento de um fundo de fundos que irá investir em ações globais. Um diferencial do novo produto é a parceria com a consultoria Mercer, que ajudará na seleção dos gestores externos. A Mercer, destaca Sérgio Oliveira Bini, gerente nacional de investidores corporativos da Caixa, é mais conhecida no Brasil por sua atuação como consultoria, mas em outros países ela é gestora de fundos de fundos. O executivo explica que a consultoria possui um banco de dados que acompanha o desempenho dos principais gestores de recursos mundiais.
A expectativa, diz Bini, é que já em setembro o produto comece a ser distribuído aos institucionais. “Sabemos que o mercado todo está ofertando esse tipo de produto, mas pensamos em algo em torno de R$ 100 milhões pelo menos no primeiro ano. Estamos em processo de seleção dos gestores”, diz o executivo. O fundo terá uma taxa de administração de 0,50%, mas o executivo ressalta que ainda não é possível dizer qual será o custo final do produto, uma vez que ainda não se sabe quais serão as taxas cobradas pelos fundos a serem investidos no exterior.

 

ETF para a renda fixa

Carlos Takahashi, da BB DTVMMarcos Litz, da FibraParticipação por tipo de investidorEdição 261

Com lançamento previsto para o ano que vem, lastreado na família IMA, entidades podem se beneficiar de taxas de administração mais baixas