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Fomento é a bola da vez O novo presidente da Abrapp assume o comando da associação para um mandato de dois anos durante os quais pretende focar em crescimento

Jarbas de Biagi, presidente da Abrapp
Jarbas de Biagi, presidente da Abrapp

Edição 352

Eleito no início de dezembro para um mandato de dois anos à frente da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), Jarbas de Biagi quer fazer desse período um modelo de crescimento da previdência fechada. “A previdência privada está na ordem social, então vamos trabalhar com várias entidades tipo sindicatos, associações, orgãos de classe, empresas, na busca de crescimento. Queremos engajar todo mundo nas nossas propostas de crescimento”, diz o dirigente que assume a Ab

COP27 traz ventos favoráveis Para o head da área de temas ESG da JGP, José Pugas, o Brasil nunca esteve num momento tão favorável ao crescimento como agora

José Pugas, head da área ESG da JGP
José Pugas, head da área ESG da JGP

Edição 351

A JGP é uma das gestoras nacionais mais envolvidas com a temática ESG, a ponto de ser a única brasileira num grupo de 33 gestoras globais a assinar na COP26, conferência do clima realizada no ano passado em Glasgow, na Escócia, uma carta comprometendo-se a não investir em cadeias produtivas de commodities que gerem desmatamento a partir de 2025. Neste ano, participando da COP27 de forma online, o head para temas ESG da JGP, José Pugas, acompanhou a participação do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silv

Inflação cairá em duas fases Para o CIO da XP Private, a segunda parte da queda da inflação nos EUA será mais difícil que a primeira, pois terá que segurar os ganhos de salários

Artur Wichmann, CIO da XP Private
Artur Wichmann, CIO da XP Private

Edição 350

Para o chief investment officer da XP Private, Artur Wichmann, o mundo vive uma perspectiva de juros elevados ainda por um período relativamente longo, e querer abreviá-lo pode significar uma acomodação no combate à inflação e uma volta da alta dos preços numa fase seguinte. Na Europa, a situação é mais grave do que nos Estados Unidos, principalmente por causa da guerra na Ucrânia e da alta dos preços da energia, em consequência do corte parcial no fornecimento de gás pela Rússia. E no Brasil, a antecipaçã

Investidor quer estabilidade Para Gonçalves, o investidor global quer estabilidade de preços, estabilidade jurídica e harmonia institucional para voltar a investir no País no longo prazo

Álvaro Gonçalves, CEO da Stratus
Álvaro Gonçalves, CEO da Stratus

Edição 349

Para o CEO da gestora de fundos de private equity Stratus, Álvaro Gonçalves, uma das vantagens das eleições presidenciais deste ano ocorrerem numa situação de polarização entre dois candidatos que estão ou estiveram no cargo é que ambos, seja o presidente Jair Bolsonaro ou o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, conhecem muito bem como funciona o sistema e sabem que terão que negociar para governar. “É muito baixa a chance de alguém chegar lá e fazer um experimento totalmente novo”, diz Gonçalves. Para

Falta política energética ao País Para ex-presidente de importantes empresas do setor elétrico, volatilidade dos preços de combustíveis refletem a ausência de uma política de energia

José Luiz Alqueres, ex-presidente de importantes empresas do setor elétrico
José Luiz Alqueres, ex-presidente de importantes empresas do setor elétrico

Edição 348

A energia elétrica e os combustíveis têm figurado, com incômoda frequência, entre os principais componentes do processo inflacionário com o qual as autoridades econômicas se digladiam desde a pandemia do novo coronavírus. A alta dos preços dos combustíveis, ao lado da alta dos preços dos alimentos, são um dos temas mais citados nas atas das últimas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom). Para tentar conter a alta dos combustíveis o presidente Jair Bolsonaro mudou regras de tributação do ICMS de d

Fiagros caem no gosto do investidor Fundos do agronegócio já atraíram cerca de 50 mil investidores e acumulam patrimônio de R$ 4 bilhões apenas um ano após regulamentação pela CVM

Felipe Solski, gestor de fundos Fiagros da Galapagos Capital
Felipe Solski, gestor de fundos Fiagros da Galapagos Capital

Edição 347

Os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagros), criados pelo Congresso Nacional e regulamentados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no ano passado, rapidamente caíram no gosto do investidor brasileiro. Em menos de um ano em operação, esse novo instrumento de financiamento do agronegócio já atraiu em torno de 50 mil investidores e contabiliza cerca de R$ 4 bilhões nos 13 fundos em negociação na B3 até o final de maio.
Embora o volume ainda esteja muito aquém da

Maior fluxo com exterior Novo presidente da Anbima defende ampliação dos limites para investimentos no exterior tanto para clientes do varejo quanto para qualificados e institucionais

Carlos André, novo presidente da Anbima
Carlos André, novo presidente da Anbima

Edição 346

O novo presidente da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), Carlos André, coloca entre os principais objetivos do seu mandato à frente da entidade, iniciado no dia 10 de maio, a captura das fintechs e das plataformas digitais para o ambiente da associação. Segundo ele, essas novas empresas “trazem visões, pontos de vista e práticas diferentes para enriquecer o debate”. Além disso, André diz que “segue prioritária a agenda de sustentabilidade (...) porém, os aspe

“É o único caminho possível” Para Póvoa, o aumento das taxas de juros pelo Banco Central mostra a disposição da instituição para apertar a corda contra a inflação

Alexandre Póvoa, estrategista da Meta Asset Management
Alexandre Póvoa, estrategista da Meta Asset Management

Edição 345

A taxa Selic, que representa os juros básicos da economia no Brasil, subiu de 2% em março do ano passado para 12,75% ao ano na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), órgão do Banco Central que define o nível adequado de taxa de juro para manter a meta de inflação dentro do mandato dado pelo Conselho Monetário Nacional. Há dois anos que o BC não está conseguindo cumprir a meta, por conta de uma inflação persistente, o que foi enfatizado na ata da reunião do Copom, divulgada no dia 10 de abr

BC está no caminho certo Para o gestor do fundo ASA Hedge, a alta das taxas de juros desestimula as pessoas a tomar risco em mercados como a bolsa

Márcio Fontes, gestor do ASA Hedge
Márcio Fontes, gestor do ASA Hedge

Edição 344

Para Márcio Fontes, gestor do ASA Hedge, fundo de investimentos da gestora ASA Investments, de Alberto Safra, o processo de ajuste global que o mundo está vivendo “não é algo simples, ele se situa entre os mais extraordinários das últimas décadas”. Após dois anos de pandemia da Covid-19, que desorganizou cadeias produtivas do mundo todo, e agora de uma guerra na Europa que está elevando os preços de petróleo e de outras importantes commodities agrícolas, a principal preocupação dos Bancos Centrais da Europ

Volatilidade está no mundo todo Com pouco mais de R$ 25 bilhões investidos no Brasil, basicamente em infra-estrutura e setor imobiliário, o CDPQ convive bem com nossa volatilidade

Denis Jungerman, chefe do escritório do CDPQ no Brasil
Denis Jungerman, chefe do escritório do CDPQ no Brasil

Edição 343

As decisões de investimento da Caisse de Depot et Placement du Quebec (CDPQ), um dos dois fundos de pensão canadenses com presença no Brasil, é sempre vista com interesse pela comunidade financeira local. Afinal, com 400 bilhões de dólares canadenses (o que dá uns 315 bilhões dólares americanos) de investimentos globais, dos quais 6,5 bilhões de dólares canadenses (o que dá uns 5 bilhões dólares americanos) aplicados no Brasil, não poderia ser diferente. “O CDPQ é um investidor de longo prazo. Quando foi f