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Entendendo a CVM Advogado compila as decisões da CVM dos últimos três anos e decifra os principais parâmetros que norteiam as decisões do órgão

Daniel Kalansky,  do Loria e Kalansky Advogados
Daniel Kalansky, do Loria e Kalansky Advogados

Edição 300 

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tem sido bastante atuante na fiscalização dos agentes do mercado de capitais, assim como na imposição de multas aos infratores. No final do ano passado uma nova regulamentação aumentou o valor máximo das multas de R$ 500 mil para R$ 50 milhões, o que no entendimento de alguns especialistas deve inibir atos e ações ilícitas por parte dos agentes. Em entrevista à revista Investidor Institucional o advogado e sócio do escritório Loria e Kalansky Advogado

De olho no compliance A documentação detalhada do processo de investimento, mostrando as etapas que levaram a uma decisão de alocação, é um processo importante

Matheus Rossi, da Bocater, Camargo, Costa e Silva Advogados
Matheus Rossi, da Bocater, Camargo, Costa e Silva Advogados

Edição 299 

A preocupação das entidades de previdência fechada com o compliance de suas áreas de investimento, sujeitas a pedidos de informação dos órgãos reguladores, é cada vez maior. Para o sócio do escritório de advocacia Bocater, Camargo, Costa e Silva Advogados, Matheus Corredato Rossi, documentar o processo de tomada de decisão dos investimentos é uma questão essencial aos dirigentes, até para poderem mostrar em qualquer circunstância que as decisões foram tomadas de boa fé. Formado em direito com mestrad

Ela quer uma agência única A presidente da Fapes, que já foi secretária da Previdência Complementar, defende a criação de uma agência única para fiscalizar abertas e fechadas

 Solange Paiva Vieira, da Fapes
Solange Paiva Vieira, da Fapes

Edição 298 

A economista Solange Paiva Vieira é um nome bastante conhecido do sistema de fundos de pensão. Ela dirigiu a Secretaria de Previdência Complementar (SPC), o órgão que deu origem à Previc, entre os anos de 2000 e 2001. Comprou uma briga com o Ministério da Previdência, então comandado por Roberto Brandt, ao defender o fim da ingerência política nos fundos de pensão e ao divulgar uma lista com o nome das fundações com déficit atuarial. Brandt não gostou e demitiu-a. Depois teve uma curta passagem pela

Minoritário não é especulador Segundo Mauro Cunha, presidente da entidade que defende os investidores minoritários, Justiça vê investidores como especuladores

Mauro Cunha, da Amec
Mauro Cunha, da Amec

Edição 297 

Na esteira da operação Lava Jato uma série de grandes empresas, quase todas listadas em bolsa, confessaram a prática de ações ilícitas que de alguma forma visavam conquistar novos mercados através de propinas pagas a agentes públicos ou da burocracia estatal. O caso mais emblemático, mas não o único, é o caso da Petrobras, que tinha alguns diretores atuando diretamente junto a empresas prestadoras de serviços e cobrando das mesmas propinas pelos contratos que repassavam.
O esquema de corrupção e

Ele quer pescar no aquário Para o presidente da Abrapp, com as medidas que a entidade defende o número de participantes do sistema pode saltar para 15 milhões

Luiz Ricardo Martins, da Abrapp
Luiz Ricardo Martins, da Abrapp

Edição 296 

Em entrevista à Investidor Institucional o presidente da Abrapp, Luiz Ricardo Martins, fala dos planos da entidade para alavancar o crescimento dos fundos de pensão. Segundo ele, se as propostas da entidade fossem adotadas o sistema poderia chegar a 15 milhões de participantes em pouco tempo, representando uma poupança equivalente a cerca de 65% do PIB. “Seria como pescar num aquário”, diz ele em referência à vontade das pessoas de ter alguma segurança no contexto da reforma da previdência. Veja a se

Cada um no seu quadrado Incomodado com as críticas aos private equity por conta da operação Greenfield, Gonçalves diz que os FIPs envolvidos não são de fato PE

Álvaro Gonçalves, da Stratus
Álvaro Gonçalves, da Stratus

Edição 295 

O presidente da gestora Stratus, Álvaro Gonçalves, é um nome que quase se confunde com a indústria de private equity no Brasil. Ele tem sido, ao longo dos últimos 20 anos, um dos grandes difusores dessa classe de investimentos no País, assim como um dos grandes articuladores do setor junto aos investidores nacionais e internacionais. Ex-presidente da Abvcap, a associação que representa os fundos de private equity, Gonçalves fala nessa entrevista à revista Investidor Institucional sobre as dúvidas lan

Lucro no mercado virtual Operações com moedas digitais, que iniciam milhares de jovens em investimentos pela internet, já atraem o interesse de grandes bancos

João Paulo Oliveira, da Foxbit
João Paulo Oliveira, da Foxbit

Edição 294 

O mercado de moedas digitais, entre as quais o Bitcoin é a mais famosa, está se desenvolvendo há anos entre jovens familiarizados com operações de internet. Alguns já ganharam milhões com esse mercado, garante João Paulo Oliveira, criador e principal executivo da Foxbit, uma exchange fundada em 2014, em São Paulo, e que hoje é a maior operadora de moedas digitais no Brasil. Segundo Oliveira, existem hoje 10 exchanges no País, mas três delas concentram 90% das operações. O Bitcoin, a principal moeda d

Oportunidades à vista Márcio Appel, gestor dos fundos da Adam Capital, ainda enxerga preços atraentes nos mercados de bolsa, no Brasil e também em outros países

Márcio Appel, da Adam Capital
Márcio Appel, da Adam Capital

Edição 293 

O mercado, seja no âmbito doméstico ou internacional, apresenta atualmente boas oportunidades de investimento, na avaliação de Márcio Appel, fundador e principal gestor dos fundos da Adam Capital. Ex-diretor da Safra Asset Management, onde foi responsável pela gestão dos fundos entre 2008 a 2015, Appel acredita que, diante da fraqueza da atividade econômica, a inflação seguirá em queda, aumentando o espaço para que o fechamento dos juros locais prossiga. Ele também espera ganhos para quem se posicion

Meta de R$ 1 trilhão em 5 anos Com metade das ações nas mãos do Itaú, XP traça metas audaciosas e diz que sua meta é ter 20% do market share em cinco anos

Daniel Lemos, XP Investimentos
Daniel Lemos, XP Investimentos

Edição 292 

O mercado foi surpreendido na noite do dia 18 de maio com o anúncio de que o Itaú estava comprando 49,9% da XP, uma corretora que cresceu nos últimos 10 anos incentivando os clientes a “desbancarizarem”. O Itaú desembolsou R$ 6,3 bilhões pelo negócio, dos quais R$ 5,7 bilhões ficam com os sócios vendedores e R$ 600 milhões vão para a corretora para alavancar o negócio.
Com um volume de negócios da ordem de 2,5% do market share atual, a XP emprega hoje cerca de 1 mil funcionários,

Uma nova redenção Mercado de fundos de investimentos em direitos creditórios busca se reerguer após as fraudes dos fundos da Silverado Asset Management

Paulo Schonenberg,  da Anfidc
Paulo Schonenberg, da Anfidc

Edição 291 

Depois de superar as dificuldades em virtude de quebras de bancos médios como Cruzeiro do Sul e BVA há cinco anos, o mercado de fundos de direitos creditórios (FIDCs) sofreu um novo revés no ano passado. Os gestores de FIDCs tiveram a confiança abalada novamente com as fraudes que envolveram a Silverado Asset Management, do gestor Manoel Carvalho Neto. Profissional com passagens pelo Chase, Icatu e Bankboston, o executivo gozava até então, de bom prestígio no mercado, até que a S&P retirou o rati