Petros quer atuar como assistente de acusação do MPF contra ex-gestores

A Petros quer atuar como assistente de acusação do Ministério Público Federal (MPF), sendo coautora em quatro processos de improbidade administrativa movidos pelo órgão contra ex-gestores e terceiros por atos ilegais que tenham causado prejuízos à Fundação. O pedido da fundação foi encaminhado à 22ª Vara da Justiça Federal, em Brasília. As ações do MPF estão relacionadas a ativos investigados pela Operação Greenfield e incluem os FIPs Global Equity e Enseada, o FIDC Trendbank e as CCB (Cédulas de Crédito Bancário) Providax Participações e V55 Empreendimentos. Nos processos, o MPF exige a devolução de recursos aportados pela Fundação nos investimentos em questão.

Com a medida, a Petros passará a participar de forma ativa destes processos, apoiando o MPF com informações e documentos que auxiliem o órgão a sustentar as acusações por improbidade administrativa. O objetivo da fundação é obter ressarcimento por prejuízos provocados por ex-gestores em decisões tomadas no passado. Segundo a entidade, a iniciativa é também um importante passo para o fortalecimento da governança da Petros e um reforço do compromisso com os participantes, agilizando a reparação de danos que tenham sido causados ao patrimônio da Fundação.

Paralelamente, também no intuito de buscar responsabilização e ressarcimentos, continuam em curso os trabalhos das Comissões Internas de Apuração (CIAs) da fundação, criadas para levantar dados que municiem os processos com documentos e informações.


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