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Previ aposta em revisão da regra para imóveis na Resolução 4.661

Marcelo Ot√°vio Wagner, diretor de investimentos da Previ
Marcelo Ot√°vio Wagner, diretor de investimentos da Previ

Com uma carteira de im√≥veis que soma R$ 11,5 bilh√Ķes, a Previ v√™ avan√ßos nas discuss√Ķes que pretendem revisar a limita√ß√£o de aloca√ß√£o imobili√°ria imposta aos fundos de pens√£o pela Resolu√ß√£o CMN 4.661. A legisla√ß√£o estabeleceu, entre outros pontos, o ano de 2030 como prazo m√°ximo para a venda dos im√≥veis em carteira ou a sua transforma√ß√£o em lastro para Fundos de Investimento Imobili√°rio (FIIs). ‚ÄúSomos a funda√ß√£o que mais investe em im√≥veis, h√° muitos anos, e a que tem maior volume alocado no setor. Entendemos a dire√ß√£o da norma e o seu objet


Reforma tribut√°ria pode comer 1,18% da rentabilidade das EFPCs

A Abrapp reuniu na √ļltima sexta-feira (16/07) um grupo de grandes fundos de pens√£o para discutir a estrat√©gia do setor para resistir ao projeto do governo de acabar com o diferimento tribut√°rio do setor, passando a taxar a rentabilidade das aplica√ß√Ķes na fase de acumula√ß√£o das reservas previdenci√°rias. Al√©m da taxa√ß√£o dos dividendos das empresas na fonte, o que afetaria a rentabilidade de investimentos diretos e indiretos das funda√ß√Ķes, a reforma tamb√©m poderia gerar a obriga√ß√£o de pagamento de Imposto de Renda sobre os ganhos de capital.