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Citi doa US$ 15 milhões para atividades de socorro ao coronavírus

O Citi, por meio de seu braço filantrópico Citi Foundation, irá fornecer US$ 15 milhões para apoiar atividades de socorro relacionadas ao COVID-19 globalmente. Os recursos serão alocados da seguinte maneira: US$ 5 milhões irão para o Fundo de Resposta de Solidariedade ao COVID-19; US$ 5 milhões serão direcionados ao No Kid Hungry que apoia programas emergenciais de distribuição de alimentos nos Estados Unidos; US$ 5 milhões serão direcionados para esforços internacionais adicionais, específicos de cada país, em locais que sofreram impactos severos.

“Esses fundos são apenas o primeiro passo para ajudar aqueles que são afetados imediatamente por essa crise, incluindo profissionais de saúde na linha de frente e os bancos de alimentos nos Estados Unidos que estão alimentando nossos jovens”, disse o CEO do Citi, Michael Corbat, em comunicado. “Essa situação sem precedentes exige que continuemos respondendo de forma atenta e decisiva, usando a amplitude de nossos esforços filantrópicos e de nossas principais atividades comerciais”, complementa o executivo.

O Citi também está trabalhando para ajudar clientes institucionais a navegar em mercados voláteis e gerenciar suas necessidades de negócios. “O Citi alavancou sua forte posição de capital e liquidez, bem como as medidas que o Fed sugeriu que os bancos utilizassem, para apoiar os mercados financeiros e o fluxo de crédito para as empresas”, informa a instituição financeira.

“Continuamos tomando medidas proativas para preservar o bem-estar dos nossos funcionários, ao mesmo tempo em que mantemos nossa capacidade de atender nossos clientes. Temos planos de contingência locais e regionais em vigor e planos de continuidade de negócios bem estabelecidos para a empresa. Estamos monitorando a situação de perto, ajustando nossas operações de acordo, fornecendo atualizações regulares a nossos colegas e nos comunicando com os governos locais", disse o CCO do Citi Brasil, Marcelo Marangon.

O Citi Brasil está implementando operações de continuidade de negócios que variam de acordo com o local e a função dos seus funcionários. O plano de contingenciamento inclui trabalho remoto e locais seguros para o exercício das atividades profissionais. “Continuaremos monitorando a situação e ajustando nossas operações conforme necessário, a fim de proporcionar o ambiente de trabalho mais seguro possível para nossos colegas”, disse Marangon.

Duratex apura Ebitda de R$ 908,9 milhões em 2019

A Duratex fechou 2019 com Ebitda ajustado e recorrente de R$ 908,9 milhões, 7,1% a mais do que no exercício anterior. No quarto trimestre, o resultado somou R$ 278,3 milhões, superando em 17,5% o montante apurado em igual período de 2018.

A geração de caixa da companhia no último ano atingiu a marca de R$ 459,7 milhões, 181% maior do que em 2018. Boa parte desses ingressos ocorreram nos últimos três meses de 2019, com um fluxo da ordem de R$ 360 milhões, 462,7% superior ao registrado no mesmo período de 2018.

Citi lança fundo de impacto social de US$ 150 milhões

O Citi anunciou nesta terça-feira (21) o lançamento do veículo ‘Citi Impact Fund’, no valor de US$ 150 milhões, que fará investimentos em startups que tenham um impacto positivo na sociedade. O Citi investirá seu próprio capital em empresas baseadas nos Estados Unidos que estão aplicando soluções inovadoras para ajudar a abordar quatro desafios sociais: desenvolvimento da força de trabalho (treinamento e conexão entre pessoas e carreiras); capacidade financeira (aumento do acesso ao sistema financeiro); infraestrutura física e social (melhorias na qualidade de vida por meio de moradia, saúde, transporte); e sustentabilidade (questões relacionadas a energia, água e produção sustentável).

Segundo o anúncio, o banco irá buscar ativamente oportunidades de investir em negócios liderados ou de propriedade de mulheres e empreendedores minoritários. “A lacuna étnica e de gênero no mundo das startups é muito real, com relatórios mostrando uma pequena fração do financiamento de capital de risco sendo alocado para startups pertencentes a mulheres e minorias”, disse Ed Skyler, vice-presidente executivo de relações públicas do Citi, em comunicado.

BC autoriza quatro gestores de banco de dados do Cadastro Positivo

O Banco Central (BC) aprovou o registro de quatro gestores de banco de dados (GBDs) do Cadastro Positivo, que poderão operar com registros das informações de pagamento dos consumidores. São eles: Serasa, Boa Vista Serviços, Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL - SPC Brasil) e Gestora de Inteligência de Crédito (Quod). Segundo nota divulgada pelo BC, “a expectativa é que essas entidades ajudem a aprimorar a avaliação do risco de crédito, contribuindo para a redução do spread bancário”.

Segundo o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, João Manoel Pinho de Mello, “são os gestores de banco de dados que terão a responsabilidade de guardar e organizar as informações dos consumidores”, explicou Mello. Os GBDs deverão receber das instituições autorizadas a funcionar pelo BC as seguintes informações: operações de crédito, operações de arrendamento mercantil e de autofinanciamento, além de outras com características de concessão de crédito.

Assim, eles terão condições de estabelecer uma nota de crédito (escore) para cada consumidor, definida de acordo com o pagamento de suas contas – operações de crédito (como empréstimos bancários, financiamentos imobiliários e cartão de crédito) e serviços continuados (como luz, água e telefone), por exemplo. O bom pagador terá um escore mais alto, e essa pontuação poderá ser considerada pelas instituições financeiras em eventuais concessões de crédito.

Banco do Brasil transfere ações ordinárias da União para BNDES

O Banco do Brasil (BB) transferiu um total de 20,78 milhões de ações ordinárias que pertenciam à União para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A medida cumpre uma determinação do Ministério da Economia e faz parte dos planos do governo de alienar participação que excede ao controle acionário do BB.

Na última sexta-feira, 30 de agosto, as ações ON do BB (BBAS3) eram negociadas a R$ 46,20, numa alta de 2,48%. Nos últimos doze meses, os papeis valorizaram em torno de 60%.

No último balanço trimestral, o banco reportou um lucro líquido ajustado de R$ 4,43 bilhões, valor 36,8% maior em comparação com o segundo trimestre de 2018.

Banco Inter prepara lançamento de Super APP

Com 3 milhões de clientes, dos quais 2 milhões abriram suas contas nos últimos 11 meses, o Banco Inter se prepara para lançar até o início de outubro um marketplace com uma grade completa de produtos e serviços financeiros e não financeiros. Segundo comunicado do banco, será o primeiro Super App brasileiro.

Em abril do ano passado, quando fez seu IPO, o Banc Inter contava com 435 mil correntistas, chegando ao primeiro milhão em setembro.Os 3 milhões de clientes atuais dão ao banco a sétima posição no Brasil em número de correntistas. 

Segundo dados divulgados pelo banco, suas ações valorizaram de 447,54% em um ano. No mês passado, o Inter fez uma oferta secundária de ações com captação de mais de R$ 1,25 bilhão, sendo R$ 800 milhões do grupo japonês SoftBank.

"Nosso objetivo com a oferta não era apenas captar o investimento financeiro, mas principalmente trazer novos sócios com conhecimento e conexões no ecossistema financeiro mundial", diz João Vitor Menin. "Da mesma forma, o SoftBank não viu na nossa proposta apenas uma ação com potencial de crescimento, mas uma plataforma que gera valor para a sociedade", complementa.

EDP registra lucro líquido de R$ 484,6 milhões no primeiro semestre

A EDP, empresa do setor elétrico que atua nas áreas de geração, transmissão e distribuição , registrou Lucro Líquido de R$ 484,6 milhões no primeiro semestre de 2019, aumento de 9,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. O EBITDA Ajustado da companhia (lucro antes de taxas, impostos, depreciação e amortização) teve alta de 10,2% no período, somando R$ 1,2 bilhão neste primeiro semestre.

No mesmo período, o investimento triplicou em relação ao ano anterior, chegando a R$ 1,1 bilhão. Na área de transmissão, os projetos seguem dentro do cronograma estabelecido de antecipação das obras. Desde a contratação desses empreendimentos, R$ 1,1 bilhão já foi desembolsado, o que equivale a 29% do total programado.

Governo aprova novos PDVs mas não informa em quais estatais

A Secretaria Especial de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia aprovou para este ano a adoção de mais três propostas de Programa de Desligamento Voluntário (PDVs) para empresas estatais federais e outros quatro já estão em estudo. Quatro processos estão em curso no Correios, Petrobras, Infraero e Embrapa. No entanto, "por uma questão estratégica", segundo a Secretaria, não pode divulgar quais as outras empresas estão com PDVs aprovados e que "quem deve fazer esse anúncio são as próprias companhias".
A estimativa divulgada pelo ministério é de desligamento de mais de 21 mil empregados, com uma economia em folha de R$ 2,3 bilhões por ano e de que os programas aprovados sejam finalizados ainda este ano.

Lucro líquido do BTG Pactual atinge R$ 721 milhões no 1T19

O lucro líquido ajustado do BTG Pactual atingiu R$721 milhões no primeiro trimestre de 2019, com crescimento de 9,3% em relação ao mesmo período do ano passado. As receitas totais somaram R$1,482 bilhão e o índice de Basileia fechou o trimestre em 17,6%.

O desempenho do primeiro trimestre foi muito forte na área de Investment Banking, que atingiu R$175,4 milhões em receita, um crescimento de 103,9% em relação ao último trimestre e 59,3% quando comparado ao 1T18.

Em Wealth Management, o indicador WuM (wealth under management) fechou em R$133,6 bilhões no primeiro trimestre de 2019, um crescimento de 12,1% e 33,4% quando comparado ao 4T2018 e ao 1T2018, respectivamente. A área continua entregando fortes resultados, com receita de R$131 milhões, um crescimento de 26,5% comparado ao ano anterior. Em Asset Management, o total de ativos sob gestão e administração (AuM e AuA) alcançou R$214,4 bilhões no trimestre e as receitas totalizaram R$167 milhões, crescimento de 34,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

O lucro líquido ajustado por ação foi de R$0,83 e o retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio ("ROAE anualizado") alcançou 15,1% no trimestre.

Sul América fecha 1T19 com lucro líquido de 223 milhões

A SulAmérica registrou lucro líquido de R$ 223,5 milhões no primeiro trimestre de 2019, um aumento de 58% em relação ao mesmo período do ano passado. As receitas totais tiveram um crescimento de 10,1%, atingindo R$ 5,3 bilhões. A companhia apresentou forte crescimento em Saúde e Odonto (12,3%), Previdência (7,8%), Capitalização (20,9%) e Gestão e Administração de Ativos (22,5%).

A margem bruta operacional aumentou em 26% no trimestre, totalizando R$ 614,9 milhões, acompanhando o crescimento de receitas e o bom controle de custos e despesas. "Concluímos o primeiro trimestre com consistência de resultados e eficiência operacional, que tem sido a marca da companhia nos últimos anos. O foco na busca constante da melhoria da experiência de nossos segurados tem como resultados o aumento de nossa base de clientes e de sua satisfação, preservando nossa disciplina na gestão de riscos, gerenciamento de custos e despesas, bem como na alocação de capital", explica Gabriel Portella, presidente da SulAmérica.

No segmento de gestão de ativos, a SulAmérica registrou volume total R$ 40,8 bilhões sob gestão (alta de 6,1%). As receitas operacionais apresentaram uma expansão de 22,5%, somando R$ 13,5 milhões, elevando em 21,6% a margem bruta em relação ao 1T18.

As reservas de previdência privada tiveram alta de 13,9% na comparação com 1T18, alcançando R$ 7,3 bilhões. As receitas operacionais apresentaram aumento de 7,8% no trimestre, resultado do aumento do produto VGBL (+20,5%), que mais do que compensou as reduções nos produtos tradicional (-16,6%) e PGBL (-5,2%).