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Morre aos 82 anos o banqueiro Joseph Safra, fundador do Safra

joseph safraO banqueiro Joseph Safra faleceu na manhã desta quinta-feira (10/12), aos 82 anos, de "causas naturais" segundo comunicado do grupo Safra. Seu “José”, como era chamado pelos funcionários do grupo, nasceu em Beirute, no Líbano, em 1938 e imigrou para o Brasil na década de 60 para continuar os negócios do pai. Ele foi o fundador do grupo Safra, que tocou ao lado do irmão, Moise Safra, morto em 2014.
“Homem afável e perspicaz, dedicou sua vida à família, aos amigos, aos negócios e causas sociais. Foi um grande banqueiro, um verdadeiro empreendedor que construiu o Grupo Safra no mundo, obtendo sucesso por sua seriedade e visão de negócios. Foi um grande líder e muito respeitado dentro e fora da organização. Viveu uma vida exemplar, simples e reservada, sem ostentação, longe da exposição geral”, afirma a nota de falecimento divulgada pelo grupo Safra.
“É com muito pesar que recebemos a perda de Joseph Safra. Figura emblemática do setor bancário no país, descendente de banqueiros e com visão estratégica sobre o país, Joseph Safra foi também um exemplo como empresário e filantropo. Sua contribuição para escolas, museus e instituições, não só no Brasil, quanto em outros países, é marcante. O legado de sua atuação no desenvolvimento da economia nacional ficará sempre marcado na história do Brasil, país que ele adotou 58 anos atrás”, diz nota de pesar da Febraban, a federação dos bancos.
“Visionário, líder e empreendedor, foi o responsável pelo grupo Safra no Brasil e também por unidades na Europa, J. Safra Sarasin, na Suíça e nos Estados Unidos, Safra National Bank (Nova York), além de investimentos imobiliários no Brasil, Europa e Estados Unidos”, diz nota de pesar da Associação Brasileira de Bancos (ABBC).

Índice DJSI Emerging Markets sobe a barra para Suzano, diz Bacci

Marcelo Bacci SuzanoHá dois anos, quando anunciou a fusão com a Fibria, a Suzano decidiu que os fatores de sustentabilidade seriam seu objetivo estratégico, o que exigiu cumprir uma agenda rigorosa de práticas ambientais, sociais e de governança – ESG. No último dia 13, foi divulgado o seu ingresso na carteira 2020-2021 do Índice Dow Jones de Sustentabilidade - Mercados Emergentes (DJSI Emerging Markets). O índice é composto por 10% das melhores empresas de cada setor, entre as 780 maiores companhias avaliadas dos 20 países caracterizados como mercados emergentes.
“Desde a fusão com a Fibria, há dois anos, tivemos bastante trabalho para harmonizar os padrões e as metas das duas empresas, assim como para organizar suas informações de modo a prestar informações ao mercado. O ingresso no DJSI Emerging Markets é o primeiro resultado desse esforço e já estamos trabalhando para entrar também em outros índices e ratings de sustentabilidade dos quais queremos fazer parte”, explica o diretor executivo de Finanças e Relações com Investidores da Suzano, Marcelo Bacci.
A empresa, que é referência no mercado internacional como fabricante de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, passa a integrar assim o pequeno grupo de companhias presentes nas carteiras da família DJSI, reunindo-se a outras dez companhias brasileiras nesse time. A decisão foi anunciada pela avaliadora suíça SAM, integrante da S&P Global. “Com o ingresso no Dow Jones, a barra sobe e teremos, cada vez mais, que nos adequar a esses critérios porque é sempre importante olhar para aqueles que fazem melhor; nossos pares agora estão na primeira linha da sustentabilidade global”, diz Bacci.
Fazer parte desse indicador era uma meta que a empresa perseguia há algum tempo porque significa um importante reconhecimento internacional no momento em que os investidores globais aumentam sua demanda pelos princípios ESG, pondera o diretor. O indice de sustentabilidade Dow Jones foi criado em 1999 com o objetivo de selecionar empresas que apresentam as melhores práticas em sustentabilidade, o que inclui a análise de critérios nas dimensões econômica, ambiental e social com foco na criação de valor no longo prazo para os acionistas. O processo anual de seleção é auditado externamente pela Deloitte.

Citi doa US$ 15 milhões para atividades de socorro ao coronavírus

O Citi, por meio de seu braço filantrópico Citi Foundation, irá fornecer US$ 15 milhões para apoiar atividades de socorro relacionadas ao COVID-19 globalmente. Os recursos serão alocados da seguinte maneira: US$ 5 milhões irão para o Fundo de Resposta de Solidariedade ao COVID-19; US$ 5 milhões serão direcionados ao No Kid Hungry que apoia programas emergenciais de distribuição de alimentos nos Estados Unidos; US$ 5 milhões serão direcionados para esforços internacionais adicionais, específicos de cada país, em locais que sofreram impactos severos.

“Esses fundos são apenas o primeiro passo para ajudar aqueles que são afetados imediatamente por essa crise, incluindo profissionais de saúde na linha de frente e os bancos de alimentos nos Estados Unidos que estão alimentando nossos jovens”, disse o CEO do Citi, Michael Corbat, em comunicado. “Essa situação sem precedentes exige que continuemos respondendo de forma atenta e decisiva, usando a amplitude de nossos esforços filantrópicos e de nossas principais atividades comerciais”, complementa o executivo.

O Citi também está trabalhando para ajudar clientes institucionais a navegar em mercados voláteis e gerenciar suas necessidades de negócios. “O Citi alavancou sua forte posição de capital e liquidez, bem como as medidas que o Fed sugeriu que os bancos utilizassem, para apoiar os mercados financeiros e o fluxo de crédito para as empresas”, informa a instituição financeira.

“Continuamos tomando medidas proativas para preservar o bem-estar dos nossos funcionários, ao mesmo tempo em que mantemos nossa capacidade de atender nossos clientes. Temos planos de contingência locais e regionais em vigor e planos de continuidade de negócios bem estabelecidos para a empresa. Estamos monitorando a situação de perto, ajustando nossas operações de acordo, fornecendo atualizações regulares a nossos colegas e nos comunicando com os governos locais", disse o CCO do Citi Brasil, Marcelo Marangon.

O Citi Brasil está implementando operações de continuidade de negócios que variam de acordo com o local e a função dos seus funcionários. O plano de contingenciamento inclui trabalho remoto e locais seguros para o exercício das atividades profissionais. “Continuaremos monitorando a situação e ajustando nossas operações conforme necessário, a fim de proporcionar o ambiente de trabalho mais seguro possível para nossos colegas”, disse Marangon.

Duratex apura Ebitda de R$ 908,9 milhões em 2019

A Duratex fechou 2019 com Ebitda ajustado e recorrente de R$ 908,9 milhões, 7,1% a mais do que no exercício anterior. No quarto trimestre, o resultado somou R$ 278,3 milhões, superando em 17,5% o montante apurado em igual período de 2018.

A geração de caixa da companhia no último ano atingiu a marca de R$ 459,7 milhões, 181% maior do que em 2018. Boa parte desses ingressos ocorreram nos últimos três meses de 2019, com um fluxo da ordem de R$ 360 milhões, 462,7% superior ao registrado no mesmo período de 2018.

Citi lança fundo de impacto social de US$ 150 milhões

O Citi anunciou nesta terça-feira (21) o lançamento do veículo ‘Citi Impact Fund’, no valor de US$ 150 milhões, que fará investimentos em startups que tenham um impacto positivo na sociedade. O Citi investirá seu próprio capital em empresas baseadas nos Estados Unidos que estão aplicando soluções inovadoras para ajudar a abordar quatro desafios sociais: desenvolvimento da força de trabalho (treinamento e conexão entre pessoas e carreiras); capacidade financeira (aumento do acesso ao sistema financeiro); infraestrutura física e social (melhorias na qualidade de vida por meio de moradia, saúde, transporte); e sustentabilidade (questões relacionadas a energia, água e produção sustentável).

Segundo o anúncio, o banco irá buscar ativamente oportunidades de investir em negócios liderados ou de propriedade de mulheres e empreendedores minoritários. “A lacuna étnica e de gênero no mundo das startups é muito real, com relatórios mostrando uma pequena fração do financiamento de capital de risco sendo alocado para startups pertencentes a mulheres e minorias”, disse Ed Skyler, vice-presidente executivo de relações públicas do Citi, em comunicado.

BC autoriza quatro gestores de banco de dados do Cadastro Positivo

O Banco Central (BC) aprovou o registro de quatro gestores de banco de dados (GBDs) do Cadastro Positivo, que poderão operar com registros das informações de pagamento dos consumidores. São eles: Serasa, Boa Vista Serviços, Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL - SPC Brasil) e Gestora de Inteligência de Crédito (Quod). Segundo nota divulgada pelo BC, “a expectativa é que essas entidades ajudem a aprimorar a avaliação do risco de crédito, contribuindo para a redução do spread bancário”.

Segundo o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, João Manoel Pinho de Mello, “são os gestores de banco de dados que terão a responsabilidade de guardar e organizar as informações dos consumidores”, explicou Mello. Os GBDs deverão receber das instituições autorizadas a funcionar pelo BC as seguintes informações: operações de crédito, operações de arrendamento mercantil e de autofinanciamento, além de outras com características de concessão de crédito.

Assim, eles terão condições de estabelecer uma nota de crédito (escore) para cada consumidor, definida de acordo com o pagamento de suas contas – operações de crédito (como empréstimos bancários, financiamentos imobiliários e cartão de crédito) e serviços continuados (como luz, água e telefone), por exemplo. O bom pagador terá um escore mais alto, e essa pontuação poderá ser considerada pelas instituições financeiras em eventuais concessões de crédito.

Banco do Brasil transfere ações ordinárias da União para BNDES

O Banco do Brasil (BB) transferiu um total de 20,78 milhões de ações ordinárias que pertenciam à União para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A medida cumpre uma determinação do Ministério da Economia e faz parte dos planos do governo de alienar participação que excede ao controle acionário do BB.

Na última sexta-feira, 30 de agosto, as ações ON do BB (BBAS3) eram negociadas a R$ 46,20, numa alta de 2,48%. Nos últimos doze meses, os papeis valorizaram em torno de 60%.

No último balanço trimestral, o banco reportou um lucro líquido ajustado de R$ 4,43 bilhões, valor 36,8% maior em comparação com o segundo trimestre de 2018.

Banco Inter prepara lançamento de Super APP

Com 3 milhões de clientes, dos quais 2 milhões abriram suas contas nos últimos 11 meses, o Banco Inter se prepara para lançar até o início de outubro um marketplace com uma grade completa de produtos e serviços financeiros e não financeiros. Segundo comunicado do banco, será o primeiro Super App brasileiro.

Em abril do ano passado, quando fez seu IPO, o Banc Inter contava com 435 mil correntistas, chegando ao primeiro milhão em setembro.Os 3 milhões de clientes atuais dão ao banco a sétima posição no Brasil em número de correntistas. 

Segundo dados divulgados pelo banco, suas ações valorizaram de 447,54% em um ano. No mês passado, o Inter fez uma oferta secundária de ações com captação de mais de R$ 1,25 bilhão, sendo R$ 800 milhões do grupo japonês SoftBank.

"Nosso objetivo com a oferta não era apenas captar o investimento financeiro, mas principalmente trazer novos sócios com conhecimento e conexões no ecossistema financeiro mundial", diz João Vitor Menin. "Da mesma forma, o SoftBank não viu na nossa proposta apenas uma ação com potencial de crescimento, mas uma plataforma que gera valor para a sociedade", complementa.

EDP registra lucro líquido de R$ 484,6 milhões no primeiro semestre

A EDP, empresa do setor elétrico que atua nas áreas de geração, transmissão e distribuição , registrou Lucro Líquido de R$ 484,6 milhões no primeiro semestre de 2019, aumento de 9,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. O EBITDA Ajustado da companhia (lucro antes de taxas, impostos, depreciação e amortização) teve alta de 10,2% no período, somando R$ 1,2 bilhão neste primeiro semestre.

No mesmo período, o investimento triplicou em relação ao ano anterior, chegando a R$ 1,1 bilhão. Na área de transmissão, os projetos seguem dentro do cronograma estabelecido de antecipação das obras. Desde a contratação desses empreendimentos, R$ 1,1 bilhão já foi desembolsado, o que equivale a 29% do total programado.

Duratex conclui captação de R$ 1,2 bi com emissão de debêntures simples

A Duratex informou, há pouco, que concluiu a captação de R$ 1,2 bilhão em sua segunda emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, distribuídas esforços restritos. A remuneração paga aos investidores será de 108% da variação acumulada das taxas médias diárias dos DI – Depósitos Interfinanceiros de um dia, “over extra-grupo”, base 252 dias úteis.
A empresa utilizará R$ 554,2 milhões para resgate antecipado das notas promissórias comerciais da primeira emissão.