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Refer inicia retomada do trabalho presencial

A Fundação Refer, que administra oito planos de complementação de aposentadorias para ferroviários e metroviários, iniciou a retomada do trabalho presencial em sua sede, no Rio de Janeiro, na última segunda-feira (29/06). O retorno, que abrangeu inicialmente funcionários não pertencentes ao grupo de risco da Covid-19, obedeceu a medidas de prevenção contra o contágio, incluindo a sanitização dos ambientes, de forma periódica, a distribuição de máscaras e a colocação de dispensadores de álcool gel por toda a sede da Refer. Além disso, a entidade também desenvolveu uma campanha educativa, com cartilha, cartazes e e-mails de orientação aos empregados que estão retomando suas rotinas.
O retorno dos demais seguirá um escalonamento, evitando a proximidade entre as pessoas e preservando os que fazem parte dos grupos de risco. Será mantido o acompanhamento do cenário para municiar as decisões, que poderão ser revistas diante das necessidades de saúde.

Prevmon fecha maio com rentabilidade positiva nos quatro perfis

A PrevMon, fundo de pensão dos funcionários da Monsanto, fechou o mês de maio com rentabilidade positiva nos quatro perfis do seu plano de Contribuição Variável (CV). O perfil super-conservador apresentou rentabilidade de 0,28% no mês, o conservador de 1,39%, o moderado de 2,45% e o agressivo de 4,04%. No acumulado do ano até maio, os perfis super-conservador e conservador fecharam com rentabilidade positiva de 1,13% e 1,41%, respectivamente, enquanto o moderado e o agressivo tiveram queda de -1,62% e -5,73%, respectivamente.
Em seu boletim interno a fundação ressalta que embora maio tenha sido um mês de recuperação, “ainda é necessário cautela, pois as incertezas continuam em virtude da pandemia e do real impacto nas economias ao redor do mundo”

Fundo de pensão do servidor gaúcho contrata a Mongeral Aegon

A RS-Prev, fundo de pensão dos funcionários públicos gaúchos, assinou contrato com a Mongeral Aegon Seguros e Previdência para oferecer cobertura adicional para benefícios de risco a seus participantes.
Pelo contrato, assinado em 17/06, o participante que optar por contratar uma cobertura adicional para benefícios de risco pagará uma contribuição mensal para ter um acréscimo no valor do benefício futuro. A cobertura adicional é contratada individualmente, em relação a cada evento de risco, como invalidez permanente ou morte.

Flávio Castro deixa a diretoria de seguridade da Petros

O atuário Flávio Castro deixou nesta quarta-feira (01/07) o cargo de diretor de seguridade da Petros, o fundo de pensão dos funcionários do grupo Petrobras, que ocupava desde dezembro de 2016. Seu posto será preenchido interinamente pelo diretor de riscos, administração e finanças, Leonardo Moraes, até a contratação de um novo executivo, tarefa já encomendada a uma consultoria especializada.
Graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com pós-graduação em ciências atuariais pela mesma instituição e MBA em gestão de negócios pelo Ibmec, o executivo presidiu o Instituto Brasileiro de Atuária (IBA) entre 2012 e 2016.

Funpresp-Exe contrata trio para operacionalizar carteira própria de renda variável

O Funpresp-Exe, o fundo de pensão dos servidores do Executivo e do Legislativo federais, reforçou o seu time de fornecedores com a contratação, no fim de maio, da Guide Investimentos, da BCG DTVM e da corretora CM Capital Markets. Selecionado por meio de pregão presencial realizado em março, o trio executará ordens de compra e venda da equipe da entidade encarregada da gestão da carteira própria de renda variável, que se encontra em processo de montagem.

Renda variável alavanca a recuperação da Previ

A Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, segue se recuperando das perdas sofridas em março, devido à crise dos mercados causada pela pandemia da Covid-19. Entre abril e maio, os dois maiores planos da entidade, o Plano 1 e o Previ Futuro, com patrimônios líquidos de R$ 171,15 bilhões e R$ 18,36 bilhões, apresentaram ganhos de 4,68% e 5,41%, reduzindo suas perdas acumuladas no ano para -2,98% e -5,41%, respectivamente. “Os meses de abril e maio foram bastante positivos, e junho deve fechar muito bem”, declarou, em comunicado publicado no site da entidade, o presidente José Maurício Pereira Coelho.
As carteiras de renda variável, que respondem por 42,58% e 25,44% dos ativos totais do Plano 1 e do Previ Futuro, alavancaram os desempenhos, com retornos, em abril e maio, de 3,06% e 7,21%, no primeiro, e de 11,12% e 7,21%, no segundo. Outros destaques no Plano 1 foram os investimentos no exterior (13,29% e 17,23%, em igual período), imobiliários (0,14% e 6,83%) e as operações com participantes (0,54% e 4,37%). No caso do Previ Futuro, destacaram-se também investimentos no exterior (2,94% e 13,71%) e empréstimos aos participantes (0,56% e 4,24%).

Projeto de lei quer taxar transmissão de direitos previdenciários

Jarbas de BiagiO Projeto de Lei 250/2020, de autoria dos deputados estaduais Paulo Fiorilo e José Américo (ambos do PT), quer incluir os direitos relativos a planos de previdência complementar entre os itens passíveis de taxação pela Fazenda do Estado de São Paulo. Segundo o PL 250/2020, em tramitação na Assembléia Legislativa de São Paulo, ficam sujeitas à tributação “as entidades de previdência complementar, públicas ou privadas, e as sociedades seguradoras, na hipótese de transmissão de valores e direitos relativos a planos de previdência complementar, tais como Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) ou Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL)”.
Na opinião do diretor jurídico da Abrapp, Jarbas de Biagi, o projeto é inoportuno. O diretor da Abrapp, entidade que representa os fundos de pensão, diz que o projeto é inoportuno porque, "num momento em que a economia necessita de poupança, que seja revertida em investimentos com benefícios para a sociedade, esse projeto vem inibir a formação dessa poupança”.
Ainda de acordo com o diretor da Abrapp, em outros estados onde esse tipo de proposta foi aventada e tentou avançar encontrou uma forte resistência por parte do poder judiciário. “Então, acho que aqui em São Paulo não deve ser diferente, acredito que o projeto não deve ser aprovado e talvez nem mesmo seja votado”, afirma.
O principal foco do PL 250/2020 é a taxação de heranças, sendo que o tema previdenciário é apenas um de seus aspectos. Ele aumenta de 4% para 8% a tributação sobre as heranças no Estado de São Paulo, estabelecendo alíquotas escalonadas do Imposto de Transmissão Causa Mortis que vão de 4% a 8% de acordo com o valor da herança. Além disso, estabelece que o valor do imposto passaria a ser cobrado sobre o valor de mercado do bem transmitido. A justificativa é aumentar a arrecadação do estado para fazer frente às despesas da pandemia da Covid-19.

Funcef apresenta resultado dos investimentos de 2019

A Funcef, fundo de pensão dos funcionários da Caixa, divulgou os resultados da sua carteira de investimentos que somaram R$ 6,98 bilhões em 2019. O resultado representa uma rentabilidade média de 10,71% sobre seus recursos garantidores, superando sua meta atuarial de 9,16% (INPC + 4,5 pp) na média.
Com esse resultado, a fundação elevou para R$ 71,50 bi o volume total dos recursos garantidores em 2019. Segundo norta da fundação, todos os cinco grandes segmentos de aplicações financeiras alcançaram o objetivo estabelecido pela Política de Investimentos da entidade, que era de retornar, no mínimo, um ponto percentual acima da meta atuarial.
A Funcef é a última das grandes fundações a apresentar seu balanço. Para o diretor coordenador da Regional São Paulo da Anapar, Valter San Martin Ribeiro, “finalmente foram divulgados os números do balanço de 2019, mas não entendemos o motivo da sua demora, pois não foi apresentada qualquer justificativa para os participantes”.

Fundação Família Previdência elege novos dirigentes

A Fundação Família Previdência, nova denominação da Fundação CEEE, concluiu na última segunda-feira (29/06) a eleição dos representantes de participantes e assistidos na diretoria e nos conselhos da casa. Candidato único à diretoria, o administrador de empresas Jeferson Luis Patta de Moura irá cumprir um novo mandato de dois anos à frente da área administrativa da entidade. Nos conselhos deliberativo e fiscal, o administrador de empresas João Andersen Corte Real e o contador Ponciano Padilha substituirão um ao outro pelos próximos quatro anos.

Altamir Lopes é reconduzido à presidência do Centrus

O economista Altamir Lopes iniciou na última segunda-feira (29/06) o seu segundo mandato de quatro anos como diretor-presidente do Centrus, o fundo de pensão dos funcionários do Banco Central (BC). Graduado pela Universidade de Brasília (UnB), com curso de especialização em economia pela Escola de Pós-Graduação da Fundação Getúlio Vargas (EPGE), Lopes foi diretor de Política Econômica e de Administração do BC, no qual atuou durante mais de 40 anos, e presidiu o conselho deliberativo do Centrus de 2006 a 2010.