Mainnav

Aproximando os regimes Secretário da Previdência diz que a tendência é aproximar cada vez mais a legislação dos Regimes Próprios de Previdência da Resolução 4.661

Leonardo Rolim
Leonardo Rolim

O Secretário de Previdência, Leonardo Rolim, tem uma longa trajetória de atuação na área previdenciária. Atuou por longos anos como consultor do orçamento da Câmara dos Deputados, ajudando parlamentares a entender a relação nem sempre muito clara entre o déficit público e o emaranhado de siglas, regimes e valores, em geral na casa de centenas de bilhões de reais, que giram em torno da área da previdência.
Foi secretário de políticas de previdência social entre 2011 e 2014, envolvendo-se diretamente com a formulação de políticas para ess

As reformas são essenciais Rogério Tatulli, um dos principais líderes do GPFP, elogia a ideia de capitalização parcial da previdência e critica a de fundir Previc com Susep

Rogério Tatulli
Rogério Tatulli

A reforma do sistema previdenciário, mote principal do novo governo federal na esfera econômica, tem tudo para dar ainda mais gás ao sistema fechado de previdência complementar, que já vive um momento de euforia, com fundos instituídos e setoriais pipocando pelos quatro pontos do país. A leitura é de Rogério Tatulli, diretor-superintendente da Previ-Ericsson e um dos principais líderes do Grupo de Profissionais de Fundos de Pensão (GPFP), que soma 18 anos de estrada e 36 fundações associadas. O maior mérito do projeto, para o executivo, é a

Fatiar a reforma seria melhor O custo de transição do atual modelo de previdência para um novo, de capitalização, deveria incluir inicialmente apenas os mais jovens

Thomas Tosta de Sá
Thomas Tosta de Sá

Para o economista Thomas Tosta de Sá, que apresentou ao futuro superministro da economia, Paulo Guedes, uma proposta de uma reforma previdenciária que contemplasse o sistema de capitalização apenas para os jovens que estão entrando no mercado de trabalho agora, fatiar a reforma é o melhor caminho. Ele conta que a proposta será levada com números mais precisos à Guedes partir de 25 de novembro, após ser apresentada por Hélio Zylberstajn, professor da FEA/USP e coordenador do projeto, na Fenaprevi [Federação Nacional de Previdência Privada e V

“Trump está coberto de razão” Para o consultor de comércio exterior, as críticas do presidente dos Estados Unidos ao ambiente de negócios no Brasil são 100% procedentes

Fonseca: Não tenho dúvidas de que alguém bem graúdo do Departamento de Comércio colocou esse “discurso” nas mãos do presidente Trump
Fonseca: Não tenho dúvidas de que alguém bem graúdo do Departamento de Comércio colocou esse “discurso” nas mãos do presidente Trump

Depois de endurecer o jogo comercial com China e União Europeia, os Estados Unidos estão de olho no Brasil. Na semana que antecedeu o primeiro turno das eleições brasileiras, o presidente norte-americano, Donald Trump, soltou o verbo sobre a maior economia da América Latina. “Se você perguntar a algumas empresas, eles dizem que o Brasil está entre os mais duros do mundo, talvez [seja] o mais duro. E nós não os chamamos e dizemos: ‘Ei, vocês estão tratando nossas empresas injustamente, tratando nosso país injustamente’”, disse ele em 1º de ou

Curte muito, mas entende pouco As redes sociais são um fenômeno, gerando milhares de seguidores aos presidenciáveis, mais é discutível se eles entendem as mensagens

Marcos Facó
Marcos Facó

Para o professor e diretor da área de comunicação e marketing da Fundação Getúlio Vargas, Marcos Facó, o poder das redes sociais como principal cabo eleitoral nas próximas eleições presidenciais é um mito. Segundo ele, a baixa escolaridade de boa parte da população brasileira, que a impede de entender em sua plenitude as mensagens dos candidatos nas redes sociais, é um limitador muito objetivo. “O poder de penetração da televisão é muito maior do que o das redes sociais, e ele é muito mais facilmente digerido por essa população, vamos dizer

O Algoz da Petrobras Advogado que derrotou a Petrobrás na corte de Nova York, arrancando dela US$ 2,9 bilhões para investidores, fala sobre como foi o processo

Almeida: A empresa perdeu valor de mercado em virtude da má governança corporativa e da não observância de regras mínimas de ética e de transparência
Almeida: A empresa perdeu valor de mercado em virtude da má governança corporativa e da não observância de regras mínimas de ética e de transparência

O advogado André de Almeida, do escritório Almeida Advogados, pratica o seu ofício há cerca de 20 anos nos Estados Unidos. No ano de 2014, quando soube dos termos da delação premiada que estava sendo feita pelos ex-diretores de Abastecimento e de Serviços da Petrobras, respectivamente Paulo Roberto Costa e Renato Duque, mostrando as vísceras dos processos de tomada de decisão na estatal brasileira, pagando propinas a muita gente e forjando números aos investidores, ele não teve dúvidas. Tinha em mãos informações e elementos suficientes para

A nova cara da Anbima Carlos Ambrósio assume a presidência da entidade tendo como uma das prioridades o fortalecimento do mercado de capitais

Carlos Ambrósio, da Anbima
Carlos Ambrósio, da Anbima

O novo presidente da Anbima, Carlos Ambrósio, tomou posse em junho último sucedendo a Robert van Dijk que dirigiu a entidade nos últimos dois anos. Ambrósio, que é um dos sócios fundadores da Claritas, gestora comprada pela Principal entre 2012 (60%) e 2016 (o restante), falou com Investidor Institucional sobre suas principais prioridades à frente da entidade. Veja a seguir os principais trechos da entrevista:


Investidor Institucional – Quais são suas prioridades à frente da Anbima

Com estresse e volatilidade Para o CEO da FAR, a gestora do Banco Fator, o mercado deve viver momentos de turbulência até o final do ano, por conta dos juros nos EUA e eleições por aqui

Paulo Gala, da FAR
Paulo Gala, da FAR

Edição 304 

Para o CEO da FAR - Fator Administração de Recursos, Paulo Gala, a bolsa caindo abaixo de 75 mil pontos e as NTN Bs longas pagando taxas de 6% são oportunidades que os investidores institucionais brasileiros devem aproveitar. Isso, claro, desde que os planos de suas fundações aceitem tomar risco. Para os que não aceitarem, a sugestão é ficar nas NTNBs curtas, reduzindo os prazos para um, dois ou três anos no máximo. “Minha visão é que até o meio do ano que vem ainda teremos um pouco de estresse e vol

Ainda longe do efeito Orloff Para o economista chefe da Porto Seguro Investimentos, o Brasil está numa situação melhor que Argentina para lidar com valorização do dólar

José Pena, da Porto Seguro
José Pena, da Porto Seguro

Edição 303 

Para o economista-chefe e estrategista da Porto Seguro Investimentos, José Pena, o Brasil não é a Argentina amanhã. Enquanto temos um déficit em conta corrente de 1% e Selic por volta de 4%, nosso vizinho ao Sul tem um déficit em conta corrente de 5% e juros de 40%, o que nos coloca numa situação bem mais confortável para atravessar um movimento mundial de apreciação do dólar. Que também nos afeta, embora com menos intensidade, diga-se de passagem. Para Pena, o que pode nos colocar no olho do furação

Em busca de sinergias Presidente da Fenaprevi fala sobre o crescimento da previdência aberta e das sinergias e alinhamento com o sistema de fundos de pensão

Edson Luis Franco, da Fenaprev
Edson Luis Franco, da Fenaprev

Edição 302 

Em entrevista à Investidor Institucional, presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), Edson Luis Franco, fala sobre a relação dos sistemas de previdência aberta e fechada, a necessidade de novos estímulos em termos de legislação para fomentar o crescimento de ambas, e as mudanças ocorridas no segmento das abertas dos últimos anos.
Eleito presidente da Fenaprevi para o triênio 2016-2019, Franco é também diretor executivo da Zurich no Brasil. Possui mais de 22 anos