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Lanfranchi permanece como CEO da corretora BAC Financial

O executivo Ricardo Lanfranch, que acabou de receber a certificação exigida pelo regulador americano para atuar no segmento financeiro, assumiu formalmente o cargo de CEO da corretora BAC Financial Investment mas, na prática, continua no mesmo posto que já ocupava desde o final do ano passado. O CEO do BAC Flórida Bank continua sendo Henrique Lima, que ocupa essa posição desde novembro do ano passado quando o Bradesco comprou a instituição americana por US$ 500 milhões.
(A informação anterior que divulgamos, segundo a qual Rica

Banco Central aprova compra da Easynvest pelo Nubank

O Banco Central deu sinal verde para o Nubank concluir a aquisição da corretora digital Easynvest, anunciada em setembro do ano passado e já aprovada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) em novembro de 2020. A Easynvest possui mais de 1,5 milhão de clientes e R$ 26 bilhões de ativos sob custódia.
Embora as plataformas operem atualmente com aplicativos e centrais de atendimento distintos, a aprovação do BC já permite iniciar o plano de transição para a integração dos serviços. O banco digital passará a ter sob o mesmo

Rached é o novo head de investimentos do Daycoval

Mauro Rached deixou a área de produtos da Integral investimentos, onde ficou apenas 1 ano, para assumir o cargo de head de investimentos do banco Daycoval. Antes de ir para a Integral ele trabalhou por 19 anos no BNP Paribas, onde passou por várias áreas e deixou a instituição em janeiro do ano passado como CEO de wealth management. Também esteve, anteriormente, por cinco ano no CCF, banco comprado em 2000 pelo HSBC.
Rached é advogado e engenheiro civil de formação, com MBA em finanças pela FIA.

Banco Bari compra carteira de R$ 86 milhões da Tecnisa

O Banco Bari, especializado em crédito com garantia, fechou contrato de compra de carteira da incorporadora Tecnisa no valor de R$ 86 milhões, incluindo 452 contratos de empreendimentos comerciais e residenciais localizados nas cidades de São Paulo e Brasília. Essa é a quinta operação de atacado feita entre o Bari e a Tecnisa e a maior já realizada pelo banco.
“O mercado imobiliário continua muito aquecido e as construtoras estão fazendo caixa para comprar mais terrenos para futuros empreendimentos. Nossa expertise no ciclo completo do

Brandão deixa a presidência do Banco do Brasil

Comunicado enviado pelo Banco do Brasil à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no dia de hoje (18/03) informa que o presidente do Banco do Brasil, André Guilherme Brandão, renunciou ao cargo que ocupa na instituição. Segundo o documento, ele sairá efetivamente do posto no dia 1º de abril.
Segue o fato relevante enviado pelo banco do Brasil à CVM: “em conformidade com o § 4º do art. 157 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e com a Instrução CVM nº 358, de 03 de janeiro de 2002, o Banco do Brasil comunica que o Sr. André Guilherme

Brandão permanece à frente do Banco do Brasil

O presidente Jair Bolsonaro desistiu de demitir o presidente do Banco do Brasil, André Brandão, alertado pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e pelos ministros da Economia e da Advocacia-Geral da União, respectivamente Paulo Guedes e José Levi, de que a demissão poderia resultar em processos legais movidos por investidores no Brasil e Estados Unidos, alegando interferência indevida no banco. O Banco do Brasil tem ações negociadas na bolsa brasileira e americana.
A demissão de Brandão chegou a ser cogitada pelo presiden

Guedes e Campos Neto buscam manter Brandão no Banco do Brasil

André Brandão, presidente do Banco do Brasil
André Brandão, presidente do Banco do Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, busca reverter suposta ordem dada pelo presidente Jair Bolsonaro para demitir o presidente do Banco do Brasil, André Brandão. Bolsonaro teria pedido a cabeça do presidente do banco, que assumiu o posto há pouco mais de três meses em substituição a Rubem Novaes, ao saber do anúncio de fechamento de cerca de 200 agências e de um plano de demissão voluntária com o objetivo cortar 5 mil vagas.
Além de Guedes também o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, estaria envolvido na operação de joga

Do campo para os fundos Prestes a completar dez anos em agosto, a Cédula de Produto Rural (CPR) desponta como lastro de carteiras de investimento destinadas aos institucionais

Edição 148

De olho no crescimento exponencial do agronegócio brasileiro, o Banco Santos lança, dentro de dois meses, o primeiro Fundo de Investimento Financeiro (FIF) com lastro em Cédulas de Produto Rural (CPR) direcionado a investidores institucionais. Criadas em 1994 para financiar a produção rural, as CPRs têm grande potencial de crescimento e podem, ainda este ano, ganhar um empurrãozinho do governo com a regulamentação do Certificado de Recebível do Agronegócio (CRA). O novo papel permitirá a securitização dos