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Aposta em bancos √©ticos O catal√£o Joan Mel√©, que trabalhou por 10 anos ho holand√™s Triodos Bank, palestra sobre dinheiro em institui√ß√Ķes com foco social e ambiental

Joan Melé
Joan Melé

O catalão Joan Melé trabalhou durante 30 anos em bancos tradicionais espanhóis, tendo mudado radicalmente sua carreira em 2007 quando resolveu assumir o desafio de criar uma filial do primeiro banco ético do mundo, o holandês Triodos Bank, em Barcelona. Ele estava cansado das turbulências dos bancos tradicionais, de ver vidas se transformando por heranças e falências, ver fortunas que se faziam do dia para a noite e outras que desapareciam também na mesma velocidade, e se perguntava qual o melhor uso que os clientes deveriam dar ao seu dinhe

Copom demorou a agir Para o ex-diretor do Banco Central, Sérgio Werlang, as taxas ficaram em 6,5% por muito tempo, deveriam ter começado a cair antes

Sérgio Werlang
Sérgio Werlang

Para S√©rgio Werlang, assessor da presid√™ncia da Funda√ß√£o Get√ļlio Vargas e s√≥cio da consultoria Tiba, a queda das taxas de juros no Brasil demorou muito a acontecer. ‚ÄúFicamos muito tempo com ela em 6,5% e o Brasil n√£o conseguia crescer. Estava √≥bvio que 6,5% estava muito pr√≥xima da taxa neutra ou talvez at√© um pouquinho superior a taxa neutra. Ent√£o, tem que colocar a pol√≠tica monet√°ria para funcionar‚ÄĚ, disse ele em entrevista √† revista Investidor Institucional. Economista, Werlang foi diretor de Pol√≠tica Econ√īmica do Banco Central (BC) entre

Capital quer seguran√ßa Juros negativos nas aplica√ß√Ķes de muitos pa√≠ses desenvolvidos, como Alemanha e Jap√£o, ainda atraem investidores que buscam seguran√ßa

Tony Volpon
Tony Volpon

Apesar da aprova√ß√£o da reforma da previd√™ncia, gerando a tal ‚Äúpot√™ncia fiscal‚ÄĚ na casa dos R$ 930 bilh√Ķes, quase na marca do R$ 1 bilh√£o que o ministro da economia, Paulo Guedes, havia tra√ßado como sendo o m√≠nimo aceit√°vel, persiste a anemia da economia brasileira. Para o economista-chefe do banco su√≠√ßo USB, Tony Volpon, a recess√£o brasileira dos anos de 2014 a 2016 foi a pior que j√° vivemos, com uma queda do PIB per capita de quase 10%. E est√° dif√≠cil escapar dos seus efeitos, que persistem at√© hoje. ‚ÄúFoi a maior recess√£o da hist√≥

A atratividade brasileira Num mundo de taxas de juros baixas e alta liquidez, os países emergentes que fizerem as reformas vão receber grandes fluxos de investimentos

Eduardo Yuki
Eduardo Yuki

O Brasil tem dado passos na dire√ß√£o certa para ajustar sua economia, fazendo as reformas e gerando um ambiente mais prop√≠cio aos investimentos para os pr√≥ximos anos. E, como curiosamente tem acontecido ao longo das √ļltimas d√©cadas, o Brasil parece estar entrando numa fase de crescimento econ√īmico num momento em que o mundo desenvolvido, diga-se Estados Unidos e Europa, entram num ciclo de baixo crescimento e redu√ß√£o de suas taxas de juros.
Para o economista-chefe do Santander Asset, Eduardo Yuki, o principal impacto global do corte dos

Juros baixos mudam o mercado Para o vice-presidente da Anbima, José Eduardo Laloni, uma combinação de juros baixos com assets independentes está mudando a cara do mercado

José Eduardo Laloni
José Eduardo Laloni

O mercado de capitais, assim como praticamente todo o setor privado do Pa√≠s, acompanha atentamente as negocia√ß√Ķes para a aprova√ß√£o da Reforma da Previd√™ncia, que devem dar o tom para a retomada de uma s√©rie de projetos privados de investimento na sequ√™ncia da sua aprova√ß√£o pelo Congresso. Para o vice-presidente da Anbima, Jos√© Eduardo Laloni, o mercado n√£o trabalha com a hip√≥tese de que a reforma n√£o seja aprovada. ‚ÄúEu s√≥ trabalho com o cen√°rio da reforma passando‚ÄĚ, disse ele em entrevista √† revista Investidor Institucional, na qual explica

AAIs crescem e reivindicam mais independ√™ncia Agentes aut√īnomos pedem √† CVM permiss√£o de fazer aconselhamento financeiro

Francisco Amarante, superintendente da Abaai
Francisco Amarante, superintendente da Abaai

O crescimento do mercado de Agentes Aut√īnomos de Investimento (AAI), escrit√≥rios que atuam como distribuidores de produtos de investimentos ligados a plataformas eletr√īnicas, tem sido uma das grandes novidades do mercado. Muitas gestoras de recursos independentes, que anteriormente teriam que fazer acordos com grandes investidores para montar seus primeiros fundos, hoje conseguem se sustentar gra√ßas √†s plataformas cujos bra√ßos operacionais s√£o os agentes aut√īnomos. O crescimento, no entanto, traz tamb√©m alguns questionamentos e defini√ß√Ķes. N

Menos crescimento, incerteza A tendência global é de menos crescimento, incluindo dos Estados Unidos e China, mas o fim da alta dos juros americanos pode ajudar os emergentes

Marcelo Guterman
Marcelo Guterman

Com o mundo desenvolvido tendendo a crescer menos, principalmente Estados Unidos e China, as economias locais vivem uma fase de incerteza. A Western, a exemplo do que outras casas de gest√£o j√° est√£o fazendo, tem reduzido sua previs√£o de crescimento do PIB brasileiro. Passou de 2,5% no ano passado para 1,9%, em mar√ßo √ļltimo, com vi√©s de baixa
Para o respons√°vel pela √°rea de investimento da asset, Marcelo Guterman, isso pode fazer o Banco Central reduzir a taxa b√°sica de juros nas pr√≥ximas reuni√Ķes do Copom. Veja a entrevista dele √† revis

Li√ß√Ķes para a Nova Previd√™ncia Com regras bem definidas, atua√ß√£o preventiva e supervis√£o rigorosa, a Previd√™ncia Complementar poder√° crescer com a reforma

F√°bio Coelho
F√°bio Coelho

O marco regulat√≥rio da previd√™ncia complementar pode contribuir na implanta√ß√£o das novas regras da previd√™ncia capitalizada, a serem discutidas e estabelecidas ap√≥s a aprova√ß√£o da PEC da Reforma, neste ano. De acordo com F√°bio Henrique de Sousa Coelho, diretor superintendente da Superintend√™ncia Nacional de Previd√™ncia Complementar (Previc), o aperfei√ßoamento cont√≠nuo das regras e a atua√ß√£o e desempenho da autarquia na sa√ļde do setor podem ser considerados benchmarking a ser considerado na regula√ß√£o da nova Previd√™ncia.
Ele ressalta, em

Rolim acha que os RPPS devem seguir legislação dos fundos de pensão

Em entrevista à revista Investidor Institucional o secretário de Previdência, Leonardo Rolim, disse que as normas que regem os investimentos dos fundos de pensão e dos RPPS tem caminhado numa mesma direção e que, não imediatamente mas num segundo momento, os regimes próprios poderiam vir a ser orientados pela Resolução 4.661. A Resolução 4.661 é o normativo de investimentos dos fundos de pensão.

Rolim também disse que a secretaria estuda ampliar as possibilidades de investimento dos RPPS, incluindo alternativas de risco reduzido e ma

Aproximando os regimes Secretário da Previdência diz que a tendência é aproximar cada vez mais a legislação dos Regimes Próprios de Previdência da Resolução 4.661

Leonardo Rolim
Leonardo Rolim

O Secret√°rio de Previd√™ncia, Leonardo Rolim, tem uma longa trajet√≥ria de atua√ß√£o na √°rea previdenci√°ria. Atuou por longos anos como consultor do or√ßamento da C√Ęmara dos Deputados, ajudando parlamentares a entender a rela√ß√£o nem sempre muito clara entre o d√©ficit p√ļblico e o emaranhado de siglas, regimes e valores, em geral na casa de centenas de bilh√Ķes de reais, que giram em torno da √°rea da previd√™ncia.
Foi secretário de políticas de previdência social entre 2011 e 2014, envolvendo-se diretamente com a formulação de políticas para ess